RÁDIO CIDADE MATOSINHOS

domingo, 15 de abril de 2012

PASSO DE GIGANTE PARA A MANUTENÇÃO


III Divisão Série B 2011/2012 |Manutenção | Jornada 4
Estádio do Leça F.C. Leça da Palmeira
Árbitro – Rui Amaral (Braga)
LEÇA FC 2 SP. MÊDA 1
Ao intervalo, 0-0, Marcadores André Moreira (57) Luís Miguel (75) e Cerejo (78)

LEÇA: Cláudio, Hélder Zé d`Angola, Madalena, Zé Soares; Rui Ramos, André Moreira, Moura; Cerejo, Nuno Martins (Tiago André) e Pedro Gomes (Tiago Paiva). Treinador Caneco

SP MÊDA: Zé Luís, Rui Alves (Pura), Patólio, Barra, Édi, Salcedas, David Reis, Rogério, Batatinha (Batata), Tibério e Jean (Luís Miguel) Treinador Artur Lobo.


Num jogo extremamente importante, quase decisivo para a garantia da permanência na III divisão, a equipa do Leça, não vacilou e levou de vencido este aguerrido adversário, que complicou bastante na disputa dos três pontos, e dividiu com a turma da casa, os lances de maior perigo.
Jogando de frente para o forte vento que se fez sentir no bonito e bem tratado relvado do estádio do Leça, sem surpresa a equipa leceira foi perdendo fulgor na posse de bola. Bem organizada defensivamente os leceiros não permitiram que o adversário criasse lances de perigo. Em lances de bola parada a equipa do Leça ia fazendo mossa na defensiva forasteira, com particular destaque para Rui Ramos, que nas alturas ganhava os lances, criando as melhore s oportunidades de golo.

Na segunda parte, os forasteiros entraram melhor, e criaram duas situações claras de golo, mas a inoperância dos atacantes do Sp Mêda foi gritante. A equipa do Leça equilibra a contenda e aos 60 minutos chega ao golo através do inevitável ANDRÉ MOREIRA (2º golo consecutivo nesta fase). O Sp. Mêda não desarma, e lança-se no ataque à procura do golo do empate, que chega ao minuto 75`, num lance em que o guardião Cláudio, nos pareceu mal batido, talvez traído pelo vento. A equipa do Leça, não se fez rogada e particamente na resposta, passa novamente para a condição de vencedor, por CEREJO, que finaliza com êxito um lance muito confuso dentro da área. Os últimos 10`minutos do encontro, ambas as equipas poderiam chegar ao golo, mas o resultado não mais se alterou. Vitória leceira, que lhe permite distanciar na tabela classificativa, estando agora a cima da linha de água 8 pontos. Vitória importante e bastante saborosa para gaudio dos adeptos leceiros.
Arbitragem com dualidade de critérios, que mais penaliza a equipa da casa.

Próxima jornada a equipa do Leça vai até Guimarães para defrontar o Serzedelo, líder desta fase com 25 pontos, mais três que a turma leceira.

fotos facebook LEÇA FUTEBOL CLUBE

CUSTÓIAS COM VIDA MUITO DIFICIL! (Contas na tabela muito complicadas)



AF Porto Divisão Honra 2011/12 Jornada 29
Estádio Municipal de Nogueira da Maia
Árbitro Joaquim Pinto
PEDROUÇOS 1 CUSTÓIAS 0
Ao intervalo 0-0, marcador Postiga (59)

PEDROUÇOS: Redondo, Sampaio, Santos e Folha, André Martins, Pedrosa e César; Postiga (André), Fábu (Neves) e Ricardo (Paparradas). Treinador Bruno Mendes

CUSTÓIAS: Meneses, Pessoa, Eduardo, Nuno Ribeiro e Carvalhosa (Gandarela); João Dias, Renato e Mário Rui (Paulo Lopes), Nuno Santos (Caramalho), Tiago Carvalho e David. Paulo Silva.

A cinco Jornadas do fim do campeonato a equipa do Custóias quase hipotecou a permanência na Divisão de Honra ao perder em casa emprestada de um adversário direto.
A equipa do Custóias, acusou em demasia a responsabilidade do match, quando tinha tudo para afastar um concorrente direto, aconteceu precisamente o contrário, e ficou em posição critica na tabela classificativa.

Do jogo disputado em solo maiato, viu-se uma equipa do Custóias, longe de praticar um futebol de que é capaz. Com algumas alterações no onze custóiense, Luizão e Magalhães impedidos de dar o seu contributo à equipa por castigo federativo, Gandarela por opção, a equipa de Matosinhos, apresentou-se algo desgarrada, deserta de ideias e nos primeiros 45`minutos, não conseguiu ligar uma jogada, se excluirmos uma jogada aos 3` minutos do encontro, quando Tiago Carvalho ganha a linha de fundo pela direita e cruza com muito perigo com a bola a passar em frente à baliza de Redondo, que deixa passar e ao segundo poste, David (desinspirado na partida) chega atrasado ao lance. Muito pobre a exibição custóiense. A equipa do Pedrouços, na primeira parte, teve uma bola na trave, enviado por Ricardo, mas mais não fez de positivo que incomodasse a baliza à guarda de Meneses. Numa primeira parte penosa, o intervalo chegou com uma igualdade a zero, sem que antes Nuno Santos abandonasse o relvado por lesão.

No início do segundo tempo, a equipa do Custóias entra melhor no jogo, parecendo querer chegar a vantagem rapidamente, 56`minutos Mário Rui, aparece em boa posição de atingir o alvo, beneficiando de uma perda de bola em zona proibida por parte da defensiva do Pedrouços, atira por cima. 3´minutos depois, aos 59`, Postiga finaliza para golo, uma jogada de transição rápida. Paulo Silva, mexe na sua equipa, tirando do jogo Carvalhosa, fazendo entrar Gandarela, e arrisca em jogar só com três defesas. A equipa do Pedrouços, baixa as linhas e passa a jogar em contra-ataque. Custóias assume as despesas do jogo, mas sem inspiração, não consegue criar lances de perigo junto à baliza dos maiatos, que respondem com muito perigo, aproveitando o adiantamento da equipa custóiense. Aos 74`minutos, Fabú atira ao poste e na recarga, Postiga é muito lento na decisão de atirar à baliza e permite um corte de mestre a Nuno Ribeiro, que par de Renato, foram figuras de destaque neste encontro.

Arbitragem regular, num encontro que teve um vencedor justo

INFESTA - PAULINHO RESOLVE!


Paulinho bisou na partida ao fazer o terceiro do Infesta.

O Infesta venceu esta tarde o Grijó por 3-2, num resultado enganador pois a equipa de Vila Nova de Gaia, pouco ou nada fez para marcar um golo sequer. Apesar de ter sido o Grijó a primeira equipa a criar perigo aos 5 minutos num contra-ataque de Bruno Carvalho que cruzou para a área onde Napoleão atirou de cabeça ao lado da baliza, o Infesta dominou o encontro de principio ao fim. Aos 9 minutos, Vitinha I remata com perigo após triangulação com Pedro Nuno e Braga. Dez minutos depois, Vitinha I cruza da esquerda para a área onde aparece Maga que atira de primeira ao poste da baliza de Hélder. O Infesta continuava a mandar no encontro e tem razões para reclamar uma grande penalidade por falta sobre Pedro Nuno aos 24 minutos, depois de ter sido empurrado por Vítor Hugo num cruzamento para a área de Pedro Pereira. Só havia um sentido no encontro, que era o da baliza da equipa do Grijó e Pedro Nuno, Braga, Maga e Paulinho eram os jogadores mais irrequietos num ataque, orquestrado por Vitinha I. Contra a corrente do jogo, o Grijó chega ao golo aos 37 minutos. Numa jogada de contra-ataque, Bruno Carvalho faz um passe em profundidade para João, que parece estar em posição irregular, este embrulha-se com Duarte mas tem ainda o discernimento de dar um toque na bola que foi em direcção da baliza, de nada valendo a tentativa de Pedro Pereira que bem tentou impedir que a bola entrasse. O Infesta sentiu o golo e foi novamente para cima do Grijó. Aos 41 minutos, Paulinho remata com muito perigo ao lado da baliza de Hélder e perto do intervalo, um cruzamento da direita de Vitinha I ao segundo poste, Maga atira de cabeça para o meio onde estava Braga que só teve de encostar para o fundo da baliza. O empate a um ao intervalo, era penalizador para o Infesta que foi a melhor equipa em campo.

Na segunda parte, as oportunidades não foram tão abundantes mas o Infesta entrou com o intuito de procurar o golo. Golo esse que surgiu dez minutos depois por Paulinho que ganhou em velocidade à defesa do Grijó e perante a saída do guardião, fez passar a bola por cima de Hélder. Com o golo, fez-se justiça no marcador e o Infesta passou a controlar mais o encontro. O terceiro golo surgiu num livre marcado por Paulinho aos 67 minutos, com a bola a bater na parte interior do poste, não dando qualquer hipótese ao guarda-redes do Grijó. Com o terceiro golo, o Infesta passou a dar a iniciativa de jogo ao Grijó, mas sem resultados praticos, pois a equipa grijoense não tinha argumentos para contrariar a defensiva do Infesta. Tanto que as melhores oportunidades até ao final, acabaram por pertencer ao Infesta. Aos 87 minutos, cruzamento rasteiro da direita de Pedro Pereira para a área onde aparece Vitinha I que atira com perigo ao lado da baliza. Pouco depois, livre de Vilas Boas para a área, Pedro Nuno ganha de cabeça para Vitinha II que entra na pequena área, cruza rasteiro para o meio mas a bola perde-se nos pés de Vitinha I que já com o guardião pela frente, não o consegue desfeitear. Aos 92 minutos, jogada rápida do Infesta, Pedro Nuno deixa em Rui Franco e este à entrada da área, atira para boa defesa de Hélder. O Grijó, na segunda vez que vai à baliza do Infesta, faz novamente golo. Num rápido contra-ataque de Vando pela direita, este flecte para o meio onde consegue ganhar espaço para o remate à entrada da área, a bola bate em Guedes e trai o guarda-redes Duarte.

Final do encontro, o Infesta vence por 3-2, num resultado que deveria ter maior margem no marcador a favor do Infesta, tal foi a superioridade em toda a partida. Com este resultado e aliado ao empate a zero entre Sousense e Vila Real, o Infesta aumenta para cinco pontos, a vantagem para o terceiro classificado, o Vila Real, reforçando assim o segundo lugar. O árbitro da partida, Sr. Renato Mendes da AF Braga, teve erros que poderiam ter dado outro resultado no marcador em prejuízo do Infesta, valeu a equipa que soube marcar nas alturas certas. Uma palavra final para o delegado ao jogo do Grijó, que foi o presidente do clube, o Sr. Manuel Gomes, que mais uma vez e à semelhança do que já tinha feito no encontro da 2ª jornada da primeira fase, onde originou o castigo ao nosso guarda-redes Miguel Matos, voltou a provocar os jogadores do Infesta no final do encontro.

RESULTADOS DE 15 DE ABRIL


Resultados equipas de Matosinhos

AMARANTE 1 PADROENSE 1

INFESTA 3 GRIJÓ 2

LEÇA 2 SP MÊDA 1

PEDROUÇOS 1 CUSTÓIAS 0

PERAFITA 3 ÁGUIAS DE EIRIZ 1

LAVRENSE 2 BALASAR 0

MARCO 09 3 DL BALIO 0

SCS HORA 2 ATAENSE 1

INTER MILHEIRÓS 0 LUSITANOS 2

ALDEIA NOVA 1 FORMIGA 2

NUNO SILVA (cap) TEME PELO FUTURO DO LEIXÕES


Capitão teme pelo futuro do clube

Ao longo dos anos o futebol português habituou-nos aos dramas financeiros dos seus clubes, cujos problemas acabam sempre por ser resolvidos no último momento. Mas a crise pode estar a mudar esse cenário, e o Leixões pode ser a próxima vítima.

"As pessoas e os adeptos não têm bem a perceção da gravidade da situação do Leixões", afirma o capitão Nuno Silva que está há 12 anos no clube. "A direção e o presidente demitiram-se e não há ninguém a tentar resolver os problemas do clube, não há ninguém que dê um passo em frente", explicou o capitão, que tal como os restantes companheiros, não recebe ordenado desde novembro. "É óbvio que os salários em atraso não ajudam, mas o problema vai muito mais além. Estou aqui há 12 anos, esta já é a minha casa e queria ficar aqui para sempre, mas temo que na próxima época, o Leixões não tenha equipa de futebol", declarou Nuno Silva, ilibando a atual direção. "Gostávamos que o presidente continuasse pois já fez muito pelo clube e, inclusive, meteu aqui muito dinheiro. O que aconteceu é que provavelmente muitos dos apoios que lhe foram prometidos, não foram cumpridos. O tecido empresarial e a própria cidade de Matosinhos afastaram-se do clube", lamentou o defesa. "Ninguém quer saber e não vejo nenhuma solução à vista", acrescentou o capitão leixonense.

Com a subida no pensamento

Apesar de todos os problemas o Leixões, embora à distância, persegue o trio que segue na frente pela promoção. "Ninguém nos pediu para lutarmos pela subida, essa é uma responsabilidade de outros. Mas imagine-se o que poderíamos fazer se houvesse maior estabilidade. É uma pena", lamenta Nuno Silva que nestas condições é impossível pensar em objetivos. "Há pontos em disputa. Vamos correr por fora, nunca se sabe. Mas é complicado", rematou.

OJOGO

sexta-feira, 13 de abril de 2012

G D B P MATOSINHOS- UM CLUBE COM HISTÓRIA

Fundado em 1976, o Grupo Desportivo Bairro dos Pescadores de Matosinhos é uma das coletividades de referência do concelho. De lá já saíram atletas para clubes como o Leixões, o Boavista ou o Padroense. Atualmente, apenas o escalão de iniciados é federado, para mágoa do vice-presidente, Joaquim Augusto. “Gente para trabalhar temos nós, não temos é espaço para expandir”, lamenta o responsável, que há 30 anos reclama uma sede para o clube que, mais do que desporto, visa a educação dos jovens.

fonte JORNAL AUDIÊNCIA

LUÍS SILVA DE VOLTA AOS SUB 20

Luís Silva do Leixões nos sub-20

Luís Silva foi chamado para o particular, na próxima semana, frente à Suíça. Depois dos amigáveis frente à Eslovénia (2 jogos) e Finlândia (2), o médio leixonense, de 19 anos, voltou a merecer a confiança do selecionador nacional dos sub-20, Ilídio Vale. O Leixões terminou ontem a semana de trabalho e, como só volta a competir no próximo domingo, diante da Oliveirense, Horácio Gonçalves deu folga de três dias, estando agendado para segunda-feira o regresso aos treinos.

O JOGO

quinta-feira, 12 de abril de 2012

GRANDE ENTREVISTA DE MANUEL MARQUES AO SITE DO FC PERAFITA

FC PERAFITA – QUEM É O MANUEL MARQUES?
Manuel Marques: O Manuel Marques é uma pessoa, que para além de outras coisas ama o futebol, que teve a possibilidade de praticar o seu desporto favorito e tem agora a felicidade de prolongar esse amor em outras funções, que está a aprender como se faz.

FCP– QUAIS OS CLUBES QUE JÁ REPRESENTOU COMO JOGADOR?
Manuel Marques: Comecei a minha formação no Leixões Sport Club, mas como tinha poucas hipóteses de jogar resolvi sair e ir para o Leça Futebol Clube, onde fiquei até à primeira época de sénior, como resolvi trabalhar e terminar o secundário, não consegui conciliar o futebol com os estudos, parei por uma época, retomei e fui jogar para o Padroense Futebol Clube, depois seguiu-se o Água Longa em Santo Tirso, após esta experiência fui contratado pelo F. C. Pedras Rubras, seguiu-se o F. C. Perafita, por uma época, regressei ao Padroense F. C., depois fui fazer uma época à distrital de Braga, ao Celoricense, regressei à AFP, para ingressar nos Leões da Agra, onde conheci o Mister António Gaiteiro e o Manuel Pinhal e por fim, continuei a trabalhar com o Mister na sua ida para o Sport Club Progresso, onde após uma época muito produtiva mas também cansativa resolvi pendurar as botas…..como jogador.

FCP - GOSTA DE TRABALHAR COM O MISTER GAITEIRO?
Manuel Marques: Só trabalho com o Mister António Gaiteiro! Passo a explicar, a forma como conheci o Mister foi num contexto muito particular para mim, eu era jogador do distrital, sempre com boas épocas pelos clubes por onde passei e naquele ano, tinha vindo de jogar em Braga, numa experiência muito enriquecedora mas muito cansativa, pois as viagens eram muito massacrantes, no entanto nesse momento de indefinição, pois como não joguei na AFP na época passada as pessoas esquecem e a pré época foi feita com os Leões da Agra, mas sem ter assumido que iria ficar, estava só a manter a forma esperando algum contacto, até que o Mister e o Presidente do Clube o Sr. Dinis me fizeram uma proposta para jogar no amador, após uma reflexão, aceitei e ainda bem que o fiz. Já tinha acompanhado alguns jogos em épocas passadas do Leões da Agra e via um Treinador muito activo no banco, puxando sempre pelos seus jogadores e tentando obter sempre os melhores resultados dos mesmos, com o trabalho diário que passei na pré época verifiquei, que o grupo era fenomenal e o tratamento para com o grupo, por parte do Mister era quase de pai para filhos isso agradou-me imenso.Tenho aprendido imenso com o Mister, mas também com o Homem António Gaiteiro. É um verdadeiro amigo, faz parte da minha família.

FCP- DEPOIS DO SUCESSO QUE JÁ ALCANÇOU EM ÉPOCAS ANTERIORES, ACHA QUE ESTÁ PERTO DE FAZER HISTÓRIA NUM CLUBE QUE JÁ REPRESENTOU AQUANDO ATLETA?
Manuel Marques: De fazer história não sei, sinceramente, deixo isso para as outras pessoas analisarem, no entanto tenho a certeza de que estamos a fazer uma coisa muito especial, não por este clube, mas sim para este clube, onde eu me insiro, com muito trabalho, muito sacrifício e muito empenho.

FCP- ESTE PLANTEL DEU-LHE TODAS AS GARANTIAS PARA UM BOM CAMPEONATO?
Manuel Marques: O plantel do FC Perafita 2011/2012 é muito particular, não foi preciso fazer nenhuma revolução no mesmo, simplesmente algumas afinações, o que prova o numero reduzido de contratações, pois o grupo anterior já era muito forte, mas com a vinda dos reforços o mesmo ficou ainda mais forte e muito mais coeso. É um grupo excelente.

FCP - DEVERIAM OS ADEPTOS DO FC PERAFITA ACREDITAR MAIS NA EQUIPA E VIREM MAIS AO ESTÁDIO?
Manuel Marques: Acho que não é assim que se deve perceber esta questão, penso que os sócios e os adeptos do FC Perafita também estão à espera de algo mais da equipa e sabemos que muitas vezes têm que ser as equipas a puxar os adeptos para os recintos desportivos, acho que este trabalho que estamos a realizar, em conjunto com a direção, já começa a dar frutos, pois cada vez mais se vê sócios e adeptos nos jogos do FC Perafita. Uma coisa é de salientar, os atletas da formação, acompanham e vibram muito com a época que os seniores estão a fazer.

FCP – O MISTER MANUEL MARQUES TAMBÉM DEU OPINIÃO NA ESCOLHA DESTES JOGADORES COM QUEM TRABALHA?
Manuel Marques: Sim, toda a equipa técnica, ou seja o Mister António Gaiteiro, o Pinhal e eu, juntamente com a pessoa que coordena o futebol sénior, que neste caso é o Presidente António Santana, no início da corrente época, sentamo-nos e começamos a construir o plantel que defende a scores do FC Perafita.

FCP– O FC PERAFITA OFERECE-LHE BOAS CONDIÇÕES DE TRABALHO?
Manuel Marques: Sim o FC Perafita, dentro das suas capacidades e desde que se mudou para este recinto desportivo, foi desde sempre, um dos principais clubes que providenciam as condições ideais para se fazer um bom trabalho ao nível do futebol sénior.

FCP– O QUE PENSA DESTE CAMPEONATO?
Manuel Marques: Este campeonato no inicio era uma incógnita, pois coma nova delimitação geográfica a divisão das series era, não digo completamente nova, mas era e é diferente, com a divisão geográfica norte/sul, o FC Perafita ficou na serie do norte, serie 1 e apanhando muitos clubes que já não se encontravam há muitas épocas e outros que nunca se encontrou. O facto que saliento, como mais importante, é o facto de que nesta serie ainda existem muitos campos pelados, mais concretamente, oito recintos em terra batida, o que, para o FC Perafita que treina e joga há muito tempo em relvado sintético, é um obstáculo de grande monta, mas que com maior ou menor dificuldade o grupo tem conseguido ultrapassar. Somos o clube que desde a primeira jornada ocupa o primeiro lugar, mas enganam-se aqueles que julgam que tem sido um passeio para o FC Perafita. O que tornou isto possível foi a forma como tudo foi construído e também a mensagem captada por parte do grupo, mensagem essa que com maior ou menor dificuldade a equipa técnica conseguiu passar ao grupo.

FCP – ASPIRAÇÃO PARA O FUTURO?
Manuel Marques: Continuar a treinar, continuando a aprender e se possível com bons projetos, para tentar evoluir nesta nova função.

FCP– NO QUE DIZ RESPEITO À FORMAÇÃO ESTÁ ATENTO A JOGADORES FORMADOS NO CLUBE?
Manuel Marques: Foi mais uma ferramenta que com as indicações do Mister António Gaiteiro estou a aprender a estar atento, nesta época especifica, temos no nosso grupo dois elemento ainda com idade júnior o Zé Miguel e o Adriano, acho que é uma boa politica desportiva, desde que haja matéria para isso, que os planteis seniores possam ter no seu seio alguns elementos das camadas juniores, pois isso mostra que a aposta na formação é para ser levada a serio, e na minha opinião é o futuro do futebol distrital nos tempos que se avizinham.

FCP –QUEM SÃO, PARA SI OS CANDIDATOS A CAMPEÃO DISTRITAL DA AFP?
Manuel Marques: Sinceramente, ainda não me empenhei sobre esse assunto, estou focado em subir de divisão e então depois vencer a serie 1, mas penso que o FC Perafita pelo campeonato que tem vindo a fazer tem que se assumir como um natural candidato. Mas isso é mais lá para a frente, para o Mês de Maio.

FCP– FINALIZANDO AQUI A ENTREVISTA, MISTER DEIXE UMA MENSAGEM AOS SÓCIOS DO FC PERAFITA.
Manuel Marques: Costuma-se dizer que “são poucos mas são bons”, neste caso aplica-se esta expressão. Deixo aqui um desafio, para cada sócio do FC Perafita, nos jogos que faltam, já a começar por este em nossa casa, consigam trazer um socio, ou um mesmo um adepto, para que este final de temporada seja uma verdadeira festa.

sitio oficial do FC PERAFITA

DUARTE MIRANDA EM GRANDE ENTREVISTA AO SITIO OFICIAL DO INFESTA


Duarte, exibe com orgulho o troféu conquistado na temporada passada.

Duarte Miranda, é o treinador de guarda-redes dos seniores do FC Infesta, humilde, educado, sempre com um sorriso na face. Depois de um susto que teve, colocou um ponto final na carreira, mas o treinador José Manuel Ribeiro, deu-lhe uma oportunidade que Duarte nunca vai esquecer. A vida de um homem que é o actual guardião de um clube que não conhecia, mas que hoje, é o seu clube do coração.

Como é que o Infesta surgiu na tua vida? O que pensas deste clube?

Sou um daqueles verdadeiros adeptos do Infesta. Quando entrei no futebol, comecei num pequeno clube de Custoias, depois tive a sorte de dar o salto para o Boavista, onde fiz toda a minha formação e não conhecia o Infesta. Tinha a ideia que quando saísse do Boavista, ia para um clube melhor ou igual e quando vim parar ao Infesta, pensei que como ia jogar nos nacionais, era uma rampa de lançamento para outros voos e não um clube onde fosse ficar para sempre. Hoje digo-te que o que melhor me aconteceu em termos de futebol, nem foi a formação no Boavista, mas sim o ter vindo para o Infesta, porque se calhar hoje não conhecia as pessoas que conheço, como o professor José Ribeiro, o Nélson, os jogadores, o presidente Manuel Ramos, toda esta gente. Por isso digo-te que estou muito feliz por ter vindo para cá e posso mesmo dizer que o Infesta é o meu clube, o numero 1.

Normalmente na formação, ninguém gosta de ir à baliza, como é que surgiu a hipótese de seres guarda-redes?

Por acaso eu até nem era para ir para a baliza (risos). A primeira vez que tive contacto com futebol de onze já vai há muitos anos, penso que tinha 11 anos nessa altura e pedi ao meu pai para ir treinar ao Candal. No primeiro dia, fiz um grande treino e o treinador da altura pediu-me logo fotografias, bilhete de identidade e mais umas coisas para ficar no Candal. O engraçado nesta história é que no dia seguinte recebi um teste de matemática onde tirei negativa. O meu pai proibiu-me logo de ir ao treino, por isso resume-se essa primeira experiencia a um dia. Depois passados uns dois anos, jogava na Académica de Custoias (futsal) e fui às captações do FC Porto com uns amigos, sem ele saber. Não fiquei no Porto, mas com esses treinos, ganhei a projecção necessária para ir para o Boavista onde acabei por ficar. O meu pai não se opôs e fiquei por lá cinco anos. Como o meu pai tinha sido guarda-redes uns anos antes, eu também decidi ficar pela baliza.

Tens alguma referência que te inspire na baliza?

Tenho, o Vítor Baia… Desde que me lembro, desde miúdo que um guarda-redes que queria imitar era o Baia.

Depois do Boavista, como foi o teu percurso?

Eu estava no primeiro ano de júnior e o Boavista queria ficar comigo para o segundo ano só que eu como era o único guarda-redes de primeiro ano nessa equipa do Boavista, o falecido Professor Queiró não apostava muito em mim e eu, como nos outros anos tinha jogado com frequência, decidi sair e consegui colocação na Académica de Coimbra, só que tive lá uma semana e como queria estar perto dos pais, não aguentei e foi ai que surgiu o Infesta onde fiz o ultimo ano de júnior.

Como surgiu a hipótese de ficares no plantel principal do Infesta?

A equipa de juniores desse ano era excelente. Fui o único jogador totalista nessa temporada. Tinha-mos jogadores como o Ricardo Rocha, o Ricardo Gomes, etc… e o Augusto Mata aproveitou alguns de nós para a equipa principal e eu tive essa sorte de ser um deles.

Depois de dois anos no Infesta, sais-te para o Moura… Como é que isso aconteceu?

Durante esses dois anos, apesar de não ter jogado muito, foram dois anos espectaculares. Estava tapado pelo Bruno que para mim, foi o melhor guarda-redes do Infesta. É um grande amigo e gosto muito dele pois aprendi muito com ele tanto a nível de futebol como pessoal. E como estive praticamente dois anos sem jogar, decidi sair. Tinha na altura um empresário que também tenho uma história engraçada para contar. Depois de sair do Infesta, ele disse-me para fazer as malas pois ia para Setúbal. Foi de um dia para o outro, lembro-me de estar a fazer as malas e no dia a seguir estava a ir para Setúbal. Estivemos o dia todo por lá, para fazer o acordo e no dia a seguir, saiu a “bomba” de que o Vitória de Setúbal ficou com tudo penhorado, foram as contas, o estádio, etc… e eu logo ai, assim como outros jogadores que estavam por lá, fiquei sem clube. O meu empresário tentou procurar outro clube e para não ficar muito longe dele, encontrou o Moura, um clube onde tive uma boa experiencia, com pessoas excelentes, só que não dava para mim, estava longe de casa, as mentalidades eram diferentes, não havia compatibilidade e decidi vir embora.

Regressaste ao norte, Padroense, Vilanovense e depois, Infesta outra vez…

É verdade e no Vilanovense passei dos melhores anos desde que estou no futebol. Muita gente boa, tive um dos melhores treinadores, o Edmundo Duarte, que é uma pessoa extraordinária, uma pessoa excelente pois como ser humano, é do melhor que há e como treinador também tem muita qualidade. Depois é o regresso ao Infesta onde volto a reencontrar o Bruno, que também tinha regressado nesse ano. Foram mais dois anos a jogar pouco e que coincidiu com o inicio da fase má que culminou com a descida à 3ª Divisão Nacional. Eu como não sou uma pessoa de confrontos, de criar mau ambiente, etc… e já que não estava de acordo com muitas das coisas que se estavam a passar no clube, decidi sair. E não me arrependo pois o Infesta nesse ano, voltou a cair, desta feita para o distrital. Já se estava a prever… Depois fui para o Nogueirense. Nessa pré-epoca tive mais um convite que foi o do Coimbrões, mas como o Nogueirense insistiu mais, acabei por ir para lá. No início tive alguns problemas, não era convocado, não sei bem porquê, até que mudou o treinador e comecei a jogar. Infelizmente nesse ano, tive o maior susto da minha vida, num jogo frente ao Lixa em que nós por curiosidade vencemos, no final do encontro senti-me mal e tive de ser transportado para o hospital. Estive internado três dias onde fiz vários exames para tentar perceber o que se tinha passado. Como não tive o apoio do Nogueirense nessa altura complicada da minha vida, abandonei o clube e estive meio ano a recuperar. Foi quando decidi por um ponto final na carreira.

Como surgiu o convite do professor José Manuel Ribeiro para fazeres parte da equipa técnica?

Foi uma das pessoas que me ligou para tentar perceber o que se tinha passado comigo. Acabou por naturalmente fazer o convite que para mim, foi a melhor coisa que me aconteceu. Quero desde já agradecer publicamente ao professor José Ribeiro por tudo o que tem feito por mim, porque eu até podia estar aqui a dizer que ele é bom treinador mas isso está na cara que ele é bom, agora eu não tenho palavras para descrever aquilo que o professor fez por mim e que continua a fazer, por isso o maior agradecimento que eu tenho para fazer, é dar-lhe o apoio todos os dias e pode ter a certeza que nunca o irei abandonar e vai ter o meu apoio incondicional sempre…

Aquele abraço no final do encontro da temporada passada no Nogueirense, diz muito desse sentimento de amizade que sentem entre vocês?

Aquele abraço não foi por causa do jogo, foi por muita coisa que já se passou. Depois daquele susto que tive no Nogueirense, eu tive a sorte de ter o mister, que foi uma pessoa com quem eu sempre mantive contacto, que se lembrou de mim e me deu uma oportunidade. Ajudou-me imenso. Desde o meu ano de júnior em que ele era preparador físico e que como curiosidade nós até discutíamos muito (risos), até à grande amizade que é hoje, eu nem sei que palavra hei-de descrever para lhe agradecer, por isso é que a melhor maneira de lhe agradecer é estar com ele, ajuda-lo em tudo o que for preciso e “dar o corpo às balas” por ele.

De todos estes anos de carreira, qual foi a época que mais te marcou?

Foi sem dúvida a do ano passado. Estava com sede de ganhar alguma coisa, nem que fosse um campeonato distrital. Nunca tinha ganho um titulo, nem quando estive no Boavista, era sempre o “quase…” (risos) … e o ano passado, ganhar-mos o campeonato da maneira que ganhamos, apesar das pessoas não terem dado muito valor. Mas essas pessoas têm de perceber que o campeonato que fizemos a temporada passada foi excelente, pelas condições que nós tínhamos, pelo estado anímico de alguns jogadores, foi um campeonato excelente até mesmo pela diferença pontual que conseguimos alcançar. Espero é que no final desta temporada, possa dizer que foi este o que mais marcou… (risos).

Tens algum encontro que te vá ficar positivamente para sempre marcado na memória?

Sim, foi o jogo em casa com o Felgueiras da temporada passada, porque depois de ter tido aquele susto, a minha vontade era não mais jogar futebol. O mister no início da época convenceu-me a inscrever-me porque não sabia o que poderia acontecer e eu aceitei porque nunca pensei que poderia acontecer o que aconteceu com o Bruno e depois este ano com o Vítor Pádua, que saiu por motivos profissionais e então esse jogo com o Felgueiras, foi o primeiro jogo depois do susto. Eu não estava nervoso, a concentração é que não era a mesma pois não me saia da cabeça o que se tinha passado antes. Nesse jogo tenho de salvaguardar os meus colegas pois senti que existiu uma união entre todos para comigo. No jogo com o Nogueirense já estava mais calmo, porque já tinha passado o primeiro jogo depois daquilo que me tinha acontecido.

Desde a temporada passada que estás no Infesta com uma dupla função, para além de seres guarda-redes, és treinador de guarda-redes. Como tens gerido esta dupla função?

Não é fácil. Eu sou uma pessoa ambiciosa como o professor José Ribeiro e para o poder acompanhar, tem de se ser ambicioso. Na temporada passada, eu disse ao Bruno e ao Miguel que iria ser o meu ano de estágio e que iria aprender mais com eles do que eles comigo. Tentei implementar algumas técnicas de treino que fui aprendendo em formações que frequentei e este ano já apliquei mais aquilo que é a minha ideia do que quero num guarda-redes. Só que não é fácil, porque eu tendo de treinar, eu não consigo aplicar da mesma maneira se estivesse do lado de fora do treino. Se a gente perde alguma coisa? Não perde, porque no treino, nós continuamos a aprender e percebemos melhor aquilo que acontece ao contrário do que se estivermos apenas a dar treino. Não é como eu queria, mas é bom para a gente aprender.

Apesar de alguma renitência em jogar, devido ao que se passou contigo, nunca houve aquele “bichinho” de quereres regressar às balizas?

Vou-te ser sincero, eu desde início que tento ser o mais serio possível comigo e quando eu decidi que não queria jogar mais, é porque não queria mesmo. E depois eu também não estava a contar que fosse acontecer a mesma situação esta temporada como a do ano passado. O que eu queria mesmo era que o Miguel joga-se os jogos todos até ao final da temporada porque ele é que é o guarda-redes do Infesta, pela qualidade que tem, pelo espirito de liderança que transmite… Mas pronto, aconteceu que tive de jogar novamente este ano outra vez e fui para a baliza novamente com aquele dever de agradecer ao mister. Não fui para a baliza com aquele intuito de provar que tenho qualidade, bem pelo contrário, foi para o ajudar, dar o meu melhor, e tive a sorte de o conseguir, juntamente com a equipa porque tudo o que eu fiz, acho que era aquilo que tinha de fazer nos jogos, defender, atirar-me para o chão, o resto foi também a equipa, que me ajudou, todos muito unidos, batalhadores, concentrados e é a eles que também tenho de agradecer.

Esta temporada já estás a jogar mais, que aquilo que estava previsto. A equipa venceu contigo, oito dos nove encontros em que actuaste. Nunca pensas-te em reconsiderar a tua carreira?

Muita gente fala-me nisso, mas eu neste momento não posso dar uma resposta ainda. Quero para já fazer os jogos até ao final da época e ai, eu sei o que irei dizer. Mas até lá, não vou dar uma resposta… Mas é engraçado, porque nos quatro anos anteriores que passei por cá, e até já comentei com o mister sobre isso, eu era a “estrelinha” do Bruno pois ele nunca se lesionava. Nos dois primeiros anos, só teve uma lesão onde eu tive de actuar em Paredes num jogo difícil em que se perdesse-mos, poderíamos ter descido de divisão. Depois, no ano seguinte onde eu saio para o Moura, o Bruno lesiona-se com gravidade. Quando regressei, o Bruno também regressou e foram mais dois anos em que ele não teve qualquer lesão, até à temporada 2009/10 que foi quando eu fui para o Nogueirense e ele volta a ter uma recaída que depois se prolongou para a temporada seguinte o que fez com que termina-se a carreira.

Falando agora no momento actual da equipa e apesar de ainda ninguém ter assumido seriamente a candidatura, achas que podemos regressar à 2ª Divisão B?

Se dissesse que não, estava a mentir. Pela equipa que nós temos, pela qualidade que a equipa técnica tem, mais pela cabeça do mister e também do Nelson, pela sua experiencia, temos condições. Mas isso não chega, nós temos de lutar porque por exemplo o jogo deste fim-de-semana com o Cesarense, foi uma prova disso. Nós lutamos, nós demos tudo, fizemos tudo para vencer, mas as coisas não correram bem. Nós não tivemos, foi aquela “estrelinha” que tivemos por exemplo com o Sousense. Acho é que as pessoas têm de perceber que do outro lado está um adversário, existem factores externos como por exemplo a sorte que não apareceu neste encontro, ao contrário dos dois anteriores em que vencemos. Para já, temos tudo para subir. Temos um clube que é estável, um presidente que é muito nosso amigo e que nos dá tudo, mas também temos de ter noção que há outra equipa do outro lado do campo que como nós, também quer vencer.

Das equipas desta série, o Cesarense é aquela que se calhar tem melhores argumento para subir?

O Cesarense pela equipa e pelos valores individuais, também gosto do Vila Real que para mim, é a que pratica o melhor futebol e o Sousense. Mas isto está muito equilibrado. Mesmo o Rebordosa, que é uma equipa que ainda não vencemos esta temporada, é difícil. Por isso nós temos é de estar concentrados, como estivemos até agora e eu quero dar os parabéns aos atletas por isso, porque para mim é um orgulho vê-los a correr dentro do campo, ver um Rui a ganhar bolas em cima, o Vilas a jogar com a qualidade que tem, o Carlos, Jorginho, Vitinha, o capitão e a mim é um orgulho vê-los a lutar pelo Infesta e pelas pessoas que estão ali a torcer por nós. Nós estamos a fazer tudo para ganhar e conseguirmos isso, agora não podemos é ficar obcecados com isso porque pode ser prejudicial.

E dos atletas que já defrontas-te, qual foi aquele que para ti, te deu mais trabalho?

Sem dúvida que foram o Paulinho, o Pedro Nuno e os restantes, porque no treino são aqueles que mais trabalho me dão… (risos). Mas é mesmo porque eu com eles, vou mais vezes ao chão do que nos próprios jogos e aprendo mais assim…

No próximo domingo, recebemos o Grijó. O que esperas desse encontro?

À semelhança dos anteriores encontros, espero um jogo complicado, difícil mesmo. Não há jogos fáceis hoje em dia, mas nós sabemos o que temos de fazer até porque o mister já nos indicou o caminho nesse sentido. Não tenho duvidas nenhumas que se trabalhar-mos da mesma forma que trabalhamos com o Cesarense, podemos vencer.

Uma vitória frente ao Grijó e esperando sempre por um deslize do Vila Real, as coisas podem acabar por ficar mais simples…

Eu sou a favor de olhar sempre para cima. Já diz o mister e bem, que devemos olhar sempre para cima porque se nós olharmos para baixo, demonstramos algum medo e nós não temos de ter medo. Temos de olhar sempre para cima e depender-mos apenas de nós próprios.

Achas que depois desta derrota com o Cesarense, o primeiro lugar que dá o título da série ficou mais complicado?

Sim, mas não há impossíveis no futebol…

E esse pode ser um objectivo?

E porque não? Eu não vejo porque não… Se nós já vencemos no Cesarense por 4-0, porque é que não podemos ganhar lá outra vez? E o Cesarense ainda vai perder pontos nesta fase…

Queres deixar uma mensagem para os adeptos?

Venha apoiar-nos mais, façam mais barulho, que sejam o verdadeiro 12º jogador porque nós dentro do campo, onde dá-mos tudo por eles, não sentimos esse apoio. Às vezes pensamos que estamos no cinema! (risos)… Queria também aproveitar para deixar uma palavra ao Miguel porque é uma pessoa que gosto muito, tenho aprendido muito com ele e deixar-lhe uma palavra de apoio nesta fase complicada e dizer-lhe que para o ano, a camisola numero 1 está à espera dele…

Joaquim Filipe Dias

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DOMINGO TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A PERAFITA



FC PERAFITA, ASSIM ME APRESENTO!
B.I.
Futebol Clube Perafita
Fundado em 23 de Janeiro de 1946
Presidente da direção-António Matos Santana
Local/Sede: Rua Armando Vaz, 4455-421 Perafita-Matosinhos
Estádio do Futebol Clube de Perafita-Lotação: 2500
Clube da A.F. Porto, Num. FPF 0525
TITULOS * Campeão distrital da 3ª divisão da A.F.P. Época de 1969-1970 «Seniores»
* Campeão distrital da 2ª divisão da A.F.P. Época de 1988-1989 «Seniores»
* Campeão Intercâmbio de Orense (Espanha): Na categoria de Juniores em 27/08/1992
* Subida à Divisão de Honra da A.F.P. Na Época de 1999-2000
* Participação na Taça de Portugal, frente aos seguintes adversários: Esporões (Braga), Neves (Braga), e o Rio Ave F.C.
WEB - http://www.fcperafita.com.sapo.pt/
E-mail - fcperafita@sapo.pt


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FUTEBOL SÉNIOR
STAF TÉCNICO – 2010/2012
ANTÓNIO GAITEIRO: TREINADOR PRINCIPAL
MANUEL MARQUES: TREINADOR ADJUNTO
FERNANDO PINHAL: TREINADOR DE GUARDA-REDES
JOSÉ ROCHA: MASSAGISTA
FERNANDO MOREIRA: TÉCNICO DE EQUIPAMENTOS
PLANTEL – 2011/2012
G-R – Mata, Artur e Adriano
DEF. – Marco I, Hélder Maia, Trajano, Alex, Moura, Tiago Silva, Raimundo
MÉD. – Tinaia, Carinhas, Ruben, Ivo, Soberano, Marco II, Joel
AVA. – Paulinho, Lutchindo, Álvaro, Nandinho, Cheta, Seninho, Miguel Pinheiro

Domingo dia 15 de Abril, todos os caminhos vão dar a Perafita, a sua equipa de futebol sénior que repetir o feito conseguido esta época pelos Juniores, ser CAMPEÃO!
A equipa perafitense está a 90 ´minutos do SONHO!
De facto os perafitenses foram os melhores do campeonato, se não vejamos: 1º classificado,
Melhor Ataque (62 golos), Melhor Defesa (17 golos), da Serie 1 da 1ª Divisão A.F. Porto.
Em 29 jogos realizados a equipa do Perafita alcançou 69 pontos fruto de 21 vitórias, 6 empates e apenas 2 derrotas. PALAVRAS PARA QUÊ?
O segredo de tamanho êxito alcançado, está no forte coletivo, comandado pelo MESTRE Gaiteiro, treinador de vasto curriculum no futebol distrital, suportado por um conjunto de jogadores de grande nível, já demonstrado, onde destacamos o Capitão, HÉLDER MAIA, o mágico TINAIA, o reforço ÁLVARO (vindo do SCS hora) e o atacante PAULINHO.
Mas tudo isto não era possível alcançar, sem o apoio incondicional, do Presidente carismático ANTÓNIO MATOS SANTANA.

“ Mitchfoot Futebol de Matosinhos”
F.C. PERAFITA RUMO À DIVISÃO DE HONRA
SAUDA E FELICITA OS CAMPEÕES

MANUEL MARQUES (tre. adj. FC Perafita) "Não nos passa pela cabeça outro resultado que não seja a vitória."

MANUEL MARQUES (Treinador adjunto do FC Perafita)
Fala sobre o jogo de uma época (Perafita pode subir de divisão, já este domingo)

“Vai ser mais um jogo difícil, com uma equipa bem organizada e bem comandada, foi das poucas equipas que nos conseguiu tirar pontos, lembro que o resultado na primeira volta foi 1 - 1. Mas o FC Perafita encara, desde a 1ª Jornada, todos os jogos com a mesma determinação e não nos passa pela cabeça outro resultado que não seja a vitória, para assim conseguirmos atingir o primeiro e o mais importante objetivo desta época que é a subida de divisão.”

E concluí - “Gostaria de convidar todos os Sócios e adeptos do FC Perafita para comparecerem no nosso Estádio, para assim a festa ser ainda mais completa.”

JOGOS PARA DIA 15 DE ABRIL


Equipas de Matosinhos

II Divisão Zona Centro 2011/12 | Jornada 28
AMARANTE FC vs PADROENSE FC

III Divisão Série B 2011/2012 | PORMOÇÃO | Jornada 4
FC INFESTA vs AD GRIJÓ

III Divisão Série B 2011/2012 | MANUTENÇÃO | Jornada 4
LEÇA FC vs SP MÊDA

AF Porto Divisão Honra 2011/12 | Jornada 29
PEDROUÇOS vs CUSTÓIAS FC

AF Porto 1ª Divisão Série 1 2011/12 | Jornada 30
PERAFITA vs ÁGUIAS DE EIRIZ
UD LAVRENSE vs ADC BALASAR

AF Porto 1ª Divisão Série 2 2011/12 | Jornada 30
SC S HORA vs ATAENSE
MARCO 09 vs D L BALIO

AF Porto - 2ª Divisão Série 1 2011/12 | Jornada 30
INTER DE MILHEIRÓS vs OS LUSITANOS
G D ALDEIA NOVA vs FORMIGA

Jogos a realizar domingo dia 15 de Abril às 16:00 h

HERNÂNI, FAUSTO E FELICIANO EM RECUPERAÇÃO


Avançados para avaliar

Em Matosinhos, a paragem do campeonato vai ser aproveitada para recuperar Hernâni, Fausto e Feliciano, avançados que falharam a deslocação à Trofa, por lesão. Depois de ter cumprido um jogo de castigo, o médio Luís Silva regressa para a receção à Oliveirense.

OJOGO

GERMANO PINHO FALA SOBRE O CORTE DE SUBSÍDIOS PREVISTOS PARA SEREM ENTREGUES PELA CÂMARA

Várias coletividades e clubes desportivos de Matosinhos estão em risco de fechar em virtude do corte total dos subsídios previstos para serem entregues pela Câmara Municipal de Matosinhos.
O autarca matosinhense, Guilherme Pinto, reuniu na passada terça-feira com vários dirigentes e responsáveis pelas coletividades e clubes da cidade e "avisou que os subsídios que a autarquia costuma entregar vão ser cortados já este ano".

Presidente do Padroense FC, Germano Pinho.
"Esta é uma situação é extremamente grave para as coletividades e clubes desportivos de Matosinhos. O corte deste subsídio pode ditar o fim de muitos, uma vez que estão dependentes destas verbas. Não sei se a culpa é da Câmara ou do governo, o que sei é que a Câmara diz que, ao abrigo da lei, não pode continuar a dar estes subsídios", explicou o presidente do clube.
Germano Pinho admitiu ainda que esta situação já fez com que o Padroense suspendesse duas equipas para a próxima época: "se não recebermos apoio admitimos acabar com a formação e digo isto com muita angústia, porque essa é a nossa principal aposta".
O mesmo dirigente explicou que foi "apanhado de surpresa" e que "não gostaria que este fosse o fim do Padroense".
"Eu desconhecia esta lei que a Câmara diz que a impede de dar os subsídios no caso ter dívidas, não podendo fazer nova despesa até um quarto da dívida. Mas nós não podemos estar assim, sob pena de caminhar para uma situação de insolvência. Se nos reduzem à receita, somos obrigados a reduzir as despesas", esclareceu ainda.

terça-feira, 10 de abril de 2012

MUITO DEDO DE HORÁCIO NA RETA FINAL DO CAMPEONATO (Liga Orangina)

Média de dois pontos na era Horácio

Horácio Gonçalves cumpriu, frente ao Trofense, o oitavo jogo à frente do Leixões e os números são de elogiar. O treinador, que rendeu Litos no comando técnico, somou 15pontos à frente do clube, uma média de praticamente dois por jornada. Três triunfos fora em cinco partidas como visitante e somente uma derrota, no terreno do Atlético, explicam em boa parte a ascensão da equipa ao quarto lugar da classificação.

OJOGO

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CALISTO VAI CONTINUAR NO PAÇOS

Renovação prestes a formalizar

Os responsáveis do Paços de Ferreira pretendem, durante esta semana, reunir-se com Henrique Calisto para discutir a renovação do contrato do treinador. No entanto, o tema já foi abordado, ainda antes de as contas da permanência estarem praticamente resolvidas. Por altura do encontro com o FC Porto, há duas jornadas, o interesse do clube em propor a continuação desta ligação que se iniciou à 12ª jornada era já conhecido e foi Henrique Calisto quem preferiu adiar o tema até ter atingido o objetivo que o conduziu neste regresso a Portugal, depois de uma década no Oriente.

Para quem estava fora de moda, o matosinhense provou saber muito de futebol
Henrique Calisto vai continuar na I LIGA

O JOGO

domingo, 8 de abril de 2012

HERNÂNI FALA SOBRE O PLAY-OF DA ÉPOCA PASSADA ( União da Madeira e Padroense)

Hernâni futebolista do Leixões SC foi adversário da equipa do Padroense FC, a época passada, defrontado o clube matosinhense, ao serviço do União da Madeira, no play-of de subida.

Vem a propósito de uma foto publicada no GRUPO FUTEBOL DE MATOSINHOS, foto da TAÇA DE CAMPEÃO DA II DIVISÃO ZONA CENTRO eis o comentário:

“Felizmente pra mim acabei por sair vencedor nesta liguilha ridícula que é quase um atentado à dignidade dos clubes que representam a 2ªdiv. Nacional mas não posso deixar de dar os parabéns aos jogadores do Padroense e toda a sua estrutura pela excelente campanha que fizeram culminando na vitória da zona centro. Depois foi quase como uma lotaria de grandes penalidades os mais afortunados acabaram por vencer todos mereciam a promoção . O União tinha grandes responsabilidades e preparamo-nos muito para a fase final mas a sorte também esteve do nosso lado. Foi um excelente play off bem disputado e jogado porque há muita qualidade nas divisões inferiores por onde passei com muito orgulho desde distritais até Liga principal e o Padroense com seus jogadores deram uma prova cabal disso!!!”
Hernâni, que recentemente foi vítima nas redes sociais de um episódio pouco abonatório a favor de jogador profissional que se prese e que tem demonstrado caracter e profissionalismo pelos clubes que representou.

HERNÂNI ÉS GRANDE!
Obrigado LEIXÕES por teres feito regressar ao futebol de Matosinhos este GRANDE jogador.

FONSECA, 305 MINUTOS A SÊCO!

O Leixões completou na Trofa o terceiro jogo consecutivo sem sofrer golos, na Liga de Honra, a sua melhor sequência da prova, onde aliás, até então, nunca tinha estado sequer dois desafios seguidos nessa situação.
O guarda-redes Fonseca, um dos que beneficiou com a mudança técnica, junta aos 270 minutos sem sofrer golos nestes três jogos (Penafiel, Aves e Trofense), mais 35 minutos no empate caseiro a dois golos com o Freamunde. Um registo agradável e que ajuda a equipa a ter um saldo positivo, entre golos marcados e sofridos (30-28), o que já não acontecia há muito tempo.
Fonseca, que passou por uma fase de contestação e afastamento, conhece agora o lado bom da vida de um guardião...

por JOÃO PEDRO FARIA

MAIS UM JOGO ATÍPICO DO PADROENSE


II DIVISÃO ZONA CENTRO 27ª JORNADA
Estádio do Padroense – Padrão da Légua
Árbitro Pedro Pereira (Braga)
Ao intervalo, o-1, Marcadores, Zé Miguel (38) Penates (63) C. Souza (64) A Aranha (70) Paulinho (75).

PADROENSE: Marco, Paulinho, Armando, Vítor Lobo e Miguel; Daniel, (Marcão), Seabra (Batista), Mariano, Bruninho, Sérginho (Penantes) e Benvindo. Treinador Augusto Mata

OLIVEIRA DO BAIRRO: Renato, Paulo Costa, Rúben, Zé Miguel e Leandro; Daniel, Ladeira, Dany, Manafá (Jiapeng), Cílio Souza (Nélson Rato) e André Aranha. Treinador Rui França.

A equipa do Padroense, perdeu em casa com um adversário que lhe é manifestamente inferior, o Oliveira do Bairro praticamente já desceu, recorde-se que em jogo de repetição realizado há bem pouco tempo em Oliveira do Bairro os matosinhenses venceram este adversário por Goleada.
A fraca prestação da equipa de Matosinhos vem refletir, a temporada realizada pelos Bravos de Matosinhos, que é completamente atípica, alternando as boas exibições com fracas prestações, e uma inconsistência de resultados positivos.

Neste jogo, pouca há a registar, a não ser de que a equipa do Padroense desde o minuto 37`se apanhou a jogar em inferioridade numérica (expulsão de Armando por acumulação) e logo de seguida a perder por uma bola a zero, resultado com que atingiu o intervalo.

Na etapa complementar, a equipa do Padroense empata o jogo aos 63`minutos por Penantes, que só precisou de sete minutos em campo para fazer balançar as redes do Oliveira do Bairro.
Quando se contava que a equipa do Padroense virasse o resultado a seu favor, eis que os forasteiros adiantam-se no marcador no minuto seguinte, para dilatar a vantagem ao minuto 70`. Nos 20 minutos finais, foi um assalto constante à baliza à guarda de Renato, mas o melhor que a equipa de Matosinhos conseguiu fazer foi reduzir para 2-3 a vitória forasteira.

FOTOS DOMINGOS LOBO

sábado, 7 de abril de 2012

INFESTA REPETE O RESULTADO DA 1ª FASE - DERROTA FRENTE AO CESARENSE

Cesarense e Infesta, repetem o resultado da primeira fase.

O Infesta sofreu a primeira derrota da segunda fase, na recepção ao Cesarense, líder do campeonato. Toninho, o autor do golo da vitoria do Cesarense na primeira fase, foi de novo carrasco ao apontar o único golo da partida. O encontro foi bastante disputado desde o inicio com dois remates perigosos para cada lado. Primeiro foi o Cesarense por intermédio de Pedrinho, com Duarte a responder bem com uma defesa a dois tempos. Pouco depois, Paulinho também rematou mas ligeiramente ao lado da baliza de Marco. Os primeiros 20 minutos do encontro podem-se resumir a um Infesta por cima no encontro, em que, em rápidas jogadas de contra-ataque, Paulinho era o jogador mais perigoso com várias tentativas de remate à baliza do Cesarense. A equipa proveniente de Oliveira de Azeméis, só em lances de bola parada é que ia criando algum perigo junto da baliza de Duarte. Aos 22 minutos, a primeira jogada de perigo por intermédio de Hugo que pela esquerda, cruza ao segundo poste onde aparece o capitão Toninho que estava completamente sozinho mas não acerta na bola. O Infesta procurava o perigo em bolas longas, tentando surpreender os defensores da equipa adversária. Aos 27 minutos, passe em profundidade de Vitinha I para Maga que, embora importunado pelo defesa, conseguiu ainda dar um toque na bola, mas o guarda-redes Marco estava atento. O jogo continuava a ser bem disputado por ambas as partes, o Infesta mais em lances de bolas longas e o Cesarence, com mais posse de bola, falhava no ultimo passe. Aos 37 minutos, golo anulado ao Cesarense. Após pontapé de canto da esquerda, a bola é jogada curta para Hugo que cruza ao segundo poste onde aparece Paulo Jorge que, apesar de ter introduzido a bola na baliza, estava em posição irregular. Ainda antes do intervalo, uma oportunidade para cada lado, aos 43 minutos, jogada de ataque do Infesta, bola para a cabeça de Pedro Nuno que amortece para Maga e este, já dentro da área e em posição frontal, falha o remate. Mesmo em cima do intervalo, cruzamento da direita de Pedrinho, Duarte dá uma palmada na bola, esta sobra para Carlitos que à entrada da área, atira ligeiramente por cima da baliza. Resultado empatado a zero ao intervalo.



Na segunda parte, o Infesta parecia querer mudar o rumo dos acontecimentos, mas a equipa do Cesarense, ia defendendo bem e saia em jogadas de contra-ataque. Aos 63 minutos, bola cruzada da direita por Filipe, vai ter com Carlitos que à entrada da área, remata para excelente intervenção de Duarte. Cinco minutos depois, o golo do Cesarense. Numa jogada algo confusa na área do Infesta, Toninho foi o que teve mais discernimento ao rematar à baliza, contando com um ressalto em Rui Jorge que se lesiona no lance, traindo o guardião Duarte. Pouco depois, Rui Jorge teve de ser substituído por Jorginho que fez a estreia oficialmente pela equipa do Infesta após longa paragem devido a lesão. Com o golo sofrido, o Infesta cresce e cria vários lances de perigo com os substitutos Almeida e Vitinha II a darem mais movimento a um ataque que até aquele momento tinha apenas Pedro Nuno mas que estava bastante só. O Infesta pouco depois reclama grande penalidade devido a um eventual corte com a mão de Américo, após remate de Nuno Almeida, o arbitro mandou seguir, de nada valendo os protestos dos infestistas. A equipa do Cesarense, muito fechada no seu reduto defensivo após o golo, tinha em Fábio Valente, o seu elemento mais irrequieto na frente de ataque. O Infesta dominou o encontro até ao fim e aos 86 minutos, Jorginho desmarca Almeida pela direita, este entra na área, cruza rasteiro para Paulinho mas a bola sofre um desvio de um defensor do Cesarense, "in extremis" para canto. Em cima do minuto 90, livre do meio campo de Vitinha I que bombeou a bola para a área, corte de Tiago Resende para a entrada da área, onde está Paulinho que remata de primeira a rasar o poste de Marco. Ainda antes do apito final, o Cesarense tem uma excelente oportunidade de marcar num rápido contra-ataque onde a bola chega a Telmo que atira ao lado.

Final do encontro, o Infesta perde com o Cesarense pela margem mínima, repetindo assim o resultado do encontro da primeira fase, onde o Cesarense também tinha vencido com um golo de Carlitos. O árbitro, Pedro Rocha da A.F. Viana do Castelo, teve uma arbitragem razoável, embora fique a duvida se a bola bate ou não no braço de Américo dentro da área, pouco depois do golo do Cesarense. Na próxima jornada, o Infesta recebe o Grijó, em jogo marcado para domingo, dia 15 ás 16:00

FC INFESTA

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO



LEÇA FC EQUIPAS QUE FIZERAM HISTÓRIA

LEÇA FC EQUIPAS QUE FIZERAM HISTÓRIA


FC INFESTA GRANDES EQUIPAS

FC INFESTA GRANDES EQUIPAS


PADROENSE FC EQUIPA QUE SUBIU Á II NACIONAL

PADROENSE FC EQUIPA QUE SUBIU Á II NACIONAL

SC SENHORA DA HORA EQUIPAS

SC SENHORA DA HORA EQUIPAS


CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA

UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA


FC PERAFITA AS SUAS EQUIPAS

FC PERAFITA AS SUAS EQUIPAS


D LEÇA DO BALIO

D LEÇA DO BALIO

OS LUSITANOS SCFC

OS LUSITANOS SCFC