RÁDIO CIDADE MATOSINHOS

quinta-feira, 12 de abril de 2012

DUARTE MIRANDA EM GRANDE ENTREVISTA AO SITIO OFICIAL DO INFESTA


Duarte, exibe com orgulho o troféu conquistado na temporada passada.

Duarte Miranda, é o treinador de guarda-redes dos seniores do FC Infesta, humilde, educado, sempre com um sorriso na face. Depois de um susto que teve, colocou um ponto final na carreira, mas o treinador José Manuel Ribeiro, deu-lhe uma oportunidade que Duarte nunca vai esquecer. A vida de um homem que é o actual guardião de um clube que não conhecia, mas que hoje, é o seu clube do coração.

Como é que o Infesta surgiu na tua vida? O que pensas deste clube?

Sou um daqueles verdadeiros adeptos do Infesta. Quando entrei no futebol, comecei num pequeno clube de Custoias, depois tive a sorte de dar o salto para o Boavista, onde fiz toda a minha formação e não conhecia o Infesta. Tinha a ideia que quando saísse do Boavista, ia para um clube melhor ou igual e quando vim parar ao Infesta, pensei que como ia jogar nos nacionais, era uma rampa de lançamento para outros voos e não um clube onde fosse ficar para sempre. Hoje digo-te que o que melhor me aconteceu em termos de futebol, nem foi a formação no Boavista, mas sim o ter vindo para o Infesta, porque se calhar hoje não conhecia as pessoas que conheço, como o professor José Ribeiro, o Nélson, os jogadores, o presidente Manuel Ramos, toda esta gente. Por isso digo-te que estou muito feliz por ter vindo para cá e posso mesmo dizer que o Infesta é o meu clube, o numero 1.

Normalmente na formação, ninguém gosta de ir à baliza, como é que surgiu a hipótese de seres guarda-redes?

Por acaso eu até nem era para ir para a baliza (risos). A primeira vez que tive contacto com futebol de onze já vai há muitos anos, penso que tinha 11 anos nessa altura e pedi ao meu pai para ir treinar ao Candal. No primeiro dia, fiz um grande treino e o treinador da altura pediu-me logo fotografias, bilhete de identidade e mais umas coisas para ficar no Candal. O engraçado nesta história é que no dia seguinte recebi um teste de matemática onde tirei negativa. O meu pai proibiu-me logo de ir ao treino, por isso resume-se essa primeira experiencia a um dia. Depois passados uns dois anos, jogava na Académica de Custoias (futsal) e fui às captações do FC Porto com uns amigos, sem ele saber. Não fiquei no Porto, mas com esses treinos, ganhei a projecção necessária para ir para o Boavista onde acabei por ficar. O meu pai não se opôs e fiquei por lá cinco anos. Como o meu pai tinha sido guarda-redes uns anos antes, eu também decidi ficar pela baliza.

Tens alguma referência que te inspire na baliza?

Tenho, o Vítor Baia… Desde que me lembro, desde miúdo que um guarda-redes que queria imitar era o Baia.

Depois do Boavista, como foi o teu percurso?

Eu estava no primeiro ano de júnior e o Boavista queria ficar comigo para o segundo ano só que eu como era o único guarda-redes de primeiro ano nessa equipa do Boavista, o falecido Professor Queiró não apostava muito em mim e eu, como nos outros anos tinha jogado com frequência, decidi sair e consegui colocação na Académica de Coimbra, só que tive lá uma semana e como queria estar perto dos pais, não aguentei e foi ai que surgiu o Infesta onde fiz o ultimo ano de júnior.

Como surgiu a hipótese de ficares no plantel principal do Infesta?

A equipa de juniores desse ano era excelente. Fui o único jogador totalista nessa temporada. Tinha-mos jogadores como o Ricardo Rocha, o Ricardo Gomes, etc… e o Augusto Mata aproveitou alguns de nós para a equipa principal e eu tive essa sorte de ser um deles.

Depois de dois anos no Infesta, sais-te para o Moura… Como é que isso aconteceu?

Durante esses dois anos, apesar de não ter jogado muito, foram dois anos espectaculares. Estava tapado pelo Bruno que para mim, foi o melhor guarda-redes do Infesta. É um grande amigo e gosto muito dele pois aprendi muito com ele tanto a nível de futebol como pessoal. E como estive praticamente dois anos sem jogar, decidi sair. Tinha na altura um empresário que também tenho uma história engraçada para contar. Depois de sair do Infesta, ele disse-me para fazer as malas pois ia para Setúbal. Foi de um dia para o outro, lembro-me de estar a fazer as malas e no dia a seguir estava a ir para Setúbal. Estivemos o dia todo por lá, para fazer o acordo e no dia a seguir, saiu a “bomba” de que o Vitória de Setúbal ficou com tudo penhorado, foram as contas, o estádio, etc… e eu logo ai, assim como outros jogadores que estavam por lá, fiquei sem clube. O meu empresário tentou procurar outro clube e para não ficar muito longe dele, encontrou o Moura, um clube onde tive uma boa experiencia, com pessoas excelentes, só que não dava para mim, estava longe de casa, as mentalidades eram diferentes, não havia compatibilidade e decidi vir embora.

Regressaste ao norte, Padroense, Vilanovense e depois, Infesta outra vez…

É verdade e no Vilanovense passei dos melhores anos desde que estou no futebol. Muita gente boa, tive um dos melhores treinadores, o Edmundo Duarte, que é uma pessoa extraordinária, uma pessoa excelente pois como ser humano, é do melhor que há e como treinador também tem muita qualidade. Depois é o regresso ao Infesta onde volto a reencontrar o Bruno, que também tinha regressado nesse ano. Foram mais dois anos a jogar pouco e que coincidiu com o inicio da fase má que culminou com a descida à 3ª Divisão Nacional. Eu como não sou uma pessoa de confrontos, de criar mau ambiente, etc… e já que não estava de acordo com muitas das coisas que se estavam a passar no clube, decidi sair. E não me arrependo pois o Infesta nesse ano, voltou a cair, desta feita para o distrital. Já se estava a prever… Depois fui para o Nogueirense. Nessa pré-epoca tive mais um convite que foi o do Coimbrões, mas como o Nogueirense insistiu mais, acabei por ir para lá. No início tive alguns problemas, não era convocado, não sei bem porquê, até que mudou o treinador e comecei a jogar. Infelizmente nesse ano, tive o maior susto da minha vida, num jogo frente ao Lixa em que nós por curiosidade vencemos, no final do encontro senti-me mal e tive de ser transportado para o hospital. Estive internado três dias onde fiz vários exames para tentar perceber o que se tinha passado. Como não tive o apoio do Nogueirense nessa altura complicada da minha vida, abandonei o clube e estive meio ano a recuperar. Foi quando decidi por um ponto final na carreira.

Como surgiu o convite do professor José Manuel Ribeiro para fazeres parte da equipa técnica?

Foi uma das pessoas que me ligou para tentar perceber o que se tinha passado comigo. Acabou por naturalmente fazer o convite que para mim, foi a melhor coisa que me aconteceu. Quero desde já agradecer publicamente ao professor José Ribeiro por tudo o que tem feito por mim, porque eu até podia estar aqui a dizer que ele é bom treinador mas isso está na cara que ele é bom, agora eu não tenho palavras para descrever aquilo que o professor fez por mim e que continua a fazer, por isso o maior agradecimento que eu tenho para fazer, é dar-lhe o apoio todos os dias e pode ter a certeza que nunca o irei abandonar e vai ter o meu apoio incondicional sempre…

Aquele abraço no final do encontro da temporada passada no Nogueirense, diz muito desse sentimento de amizade que sentem entre vocês?

Aquele abraço não foi por causa do jogo, foi por muita coisa que já se passou. Depois daquele susto que tive no Nogueirense, eu tive a sorte de ter o mister, que foi uma pessoa com quem eu sempre mantive contacto, que se lembrou de mim e me deu uma oportunidade. Ajudou-me imenso. Desde o meu ano de júnior em que ele era preparador físico e que como curiosidade nós até discutíamos muito (risos), até à grande amizade que é hoje, eu nem sei que palavra hei-de descrever para lhe agradecer, por isso é que a melhor maneira de lhe agradecer é estar com ele, ajuda-lo em tudo o que for preciso e “dar o corpo às balas” por ele.

De todos estes anos de carreira, qual foi a época que mais te marcou?

Foi sem dúvida a do ano passado. Estava com sede de ganhar alguma coisa, nem que fosse um campeonato distrital. Nunca tinha ganho um titulo, nem quando estive no Boavista, era sempre o “quase…” (risos) … e o ano passado, ganhar-mos o campeonato da maneira que ganhamos, apesar das pessoas não terem dado muito valor. Mas essas pessoas têm de perceber que o campeonato que fizemos a temporada passada foi excelente, pelas condições que nós tínhamos, pelo estado anímico de alguns jogadores, foi um campeonato excelente até mesmo pela diferença pontual que conseguimos alcançar. Espero é que no final desta temporada, possa dizer que foi este o que mais marcou… (risos).

Tens algum encontro que te vá ficar positivamente para sempre marcado na memória?

Sim, foi o jogo em casa com o Felgueiras da temporada passada, porque depois de ter tido aquele susto, a minha vontade era não mais jogar futebol. O mister no início da época convenceu-me a inscrever-me porque não sabia o que poderia acontecer e eu aceitei porque nunca pensei que poderia acontecer o que aconteceu com o Bruno e depois este ano com o Vítor Pádua, que saiu por motivos profissionais e então esse jogo com o Felgueiras, foi o primeiro jogo depois do susto. Eu não estava nervoso, a concentração é que não era a mesma pois não me saia da cabeça o que se tinha passado antes. Nesse jogo tenho de salvaguardar os meus colegas pois senti que existiu uma união entre todos para comigo. No jogo com o Nogueirense já estava mais calmo, porque já tinha passado o primeiro jogo depois daquilo que me tinha acontecido.

Desde a temporada passada que estás no Infesta com uma dupla função, para além de seres guarda-redes, és treinador de guarda-redes. Como tens gerido esta dupla função?

Não é fácil. Eu sou uma pessoa ambiciosa como o professor José Ribeiro e para o poder acompanhar, tem de se ser ambicioso. Na temporada passada, eu disse ao Bruno e ao Miguel que iria ser o meu ano de estágio e que iria aprender mais com eles do que eles comigo. Tentei implementar algumas técnicas de treino que fui aprendendo em formações que frequentei e este ano já apliquei mais aquilo que é a minha ideia do que quero num guarda-redes. Só que não é fácil, porque eu tendo de treinar, eu não consigo aplicar da mesma maneira se estivesse do lado de fora do treino. Se a gente perde alguma coisa? Não perde, porque no treino, nós continuamos a aprender e percebemos melhor aquilo que acontece ao contrário do que se estivermos apenas a dar treino. Não é como eu queria, mas é bom para a gente aprender.

Apesar de alguma renitência em jogar, devido ao que se passou contigo, nunca houve aquele “bichinho” de quereres regressar às balizas?

Vou-te ser sincero, eu desde início que tento ser o mais serio possível comigo e quando eu decidi que não queria jogar mais, é porque não queria mesmo. E depois eu também não estava a contar que fosse acontecer a mesma situação esta temporada como a do ano passado. O que eu queria mesmo era que o Miguel joga-se os jogos todos até ao final da temporada porque ele é que é o guarda-redes do Infesta, pela qualidade que tem, pelo espirito de liderança que transmite… Mas pronto, aconteceu que tive de jogar novamente este ano outra vez e fui para a baliza novamente com aquele dever de agradecer ao mister. Não fui para a baliza com aquele intuito de provar que tenho qualidade, bem pelo contrário, foi para o ajudar, dar o meu melhor, e tive a sorte de o conseguir, juntamente com a equipa porque tudo o que eu fiz, acho que era aquilo que tinha de fazer nos jogos, defender, atirar-me para o chão, o resto foi também a equipa, que me ajudou, todos muito unidos, batalhadores, concentrados e é a eles que também tenho de agradecer.

Esta temporada já estás a jogar mais, que aquilo que estava previsto. A equipa venceu contigo, oito dos nove encontros em que actuaste. Nunca pensas-te em reconsiderar a tua carreira?

Muita gente fala-me nisso, mas eu neste momento não posso dar uma resposta ainda. Quero para já fazer os jogos até ao final da época e ai, eu sei o que irei dizer. Mas até lá, não vou dar uma resposta… Mas é engraçado, porque nos quatro anos anteriores que passei por cá, e até já comentei com o mister sobre isso, eu era a “estrelinha” do Bruno pois ele nunca se lesionava. Nos dois primeiros anos, só teve uma lesão onde eu tive de actuar em Paredes num jogo difícil em que se perdesse-mos, poderíamos ter descido de divisão. Depois, no ano seguinte onde eu saio para o Moura, o Bruno lesiona-se com gravidade. Quando regressei, o Bruno também regressou e foram mais dois anos em que ele não teve qualquer lesão, até à temporada 2009/10 que foi quando eu fui para o Nogueirense e ele volta a ter uma recaída que depois se prolongou para a temporada seguinte o que fez com que termina-se a carreira.

Falando agora no momento actual da equipa e apesar de ainda ninguém ter assumido seriamente a candidatura, achas que podemos regressar à 2ª Divisão B?

Se dissesse que não, estava a mentir. Pela equipa que nós temos, pela qualidade que a equipa técnica tem, mais pela cabeça do mister e também do Nelson, pela sua experiencia, temos condições. Mas isso não chega, nós temos de lutar porque por exemplo o jogo deste fim-de-semana com o Cesarense, foi uma prova disso. Nós lutamos, nós demos tudo, fizemos tudo para vencer, mas as coisas não correram bem. Nós não tivemos, foi aquela “estrelinha” que tivemos por exemplo com o Sousense. Acho é que as pessoas têm de perceber que do outro lado está um adversário, existem factores externos como por exemplo a sorte que não apareceu neste encontro, ao contrário dos dois anteriores em que vencemos. Para já, temos tudo para subir. Temos um clube que é estável, um presidente que é muito nosso amigo e que nos dá tudo, mas também temos de ter noção que há outra equipa do outro lado do campo que como nós, também quer vencer.

Das equipas desta série, o Cesarense é aquela que se calhar tem melhores argumento para subir?

O Cesarense pela equipa e pelos valores individuais, também gosto do Vila Real que para mim, é a que pratica o melhor futebol e o Sousense. Mas isto está muito equilibrado. Mesmo o Rebordosa, que é uma equipa que ainda não vencemos esta temporada, é difícil. Por isso nós temos é de estar concentrados, como estivemos até agora e eu quero dar os parabéns aos atletas por isso, porque para mim é um orgulho vê-los a correr dentro do campo, ver um Rui a ganhar bolas em cima, o Vilas a jogar com a qualidade que tem, o Carlos, Jorginho, Vitinha, o capitão e a mim é um orgulho vê-los a lutar pelo Infesta e pelas pessoas que estão ali a torcer por nós. Nós estamos a fazer tudo para ganhar e conseguirmos isso, agora não podemos é ficar obcecados com isso porque pode ser prejudicial.

E dos atletas que já defrontas-te, qual foi aquele que para ti, te deu mais trabalho?

Sem dúvida que foram o Paulinho, o Pedro Nuno e os restantes, porque no treino são aqueles que mais trabalho me dão… (risos). Mas é mesmo porque eu com eles, vou mais vezes ao chão do que nos próprios jogos e aprendo mais assim…

No próximo domingo, recebemos o Grijó. O que esperas desse encontro?

À semelhança dos anteriores encontros, espero um jogo complicado, difícil mesmo. Não há jogos fáceis hoje em dia, mas nós sabemos o que temos de fazer até porque o mister já nos indicou o caminho nesse sentido. Não tenho duvidas nenhumas que se trabalhar-mos da mesma forma que trabalhamos com o Cesarense, podemos vencer.

Uma vitória frente ao Grijó e esperando sempre por um deslize do Vila Real, as coisas podem acabar por ficar mais simples…

Eu sou a favor de olhar sempre para cima. Já diz o mister e bem, que devemos olhar sempre para cima porque se nós olharmos para baixo, demonstramos algum medo e nós não temos de ter medo. Temos de olhar sempre para cima e depender-mos apenas de nós próprios.

Achas que depois desta derrota com o Cesarense, o primeiro lugar que dá o título da série ficou mais complicado?

Sim, mas não há impossíveis no futebol…

E esse pode ser um objectivo?

E porque não? Eu não vejo porque não… Se nós já vencemos no Cesarense por 4-0, porque é que não podemos ganhar lá outra vez? E o Cesarense ainda vai perder pontos nesta fase…

Queres deixar uma mensagem para os adeptos?

Venha apoiar-nos mais, façam mais barulho, que sejam o verdadeiro 12º jogador porque nós dentro do campo, onde dá-mos tudo por eles, não sentimos esse apoio. Às vezes pensamos que estamos no cinema! (risos)… Queria também aproveitar para deixar uma palavra ao Miguel porque é uma pessoa que gosto muito, tenho aprendido muito com ele e deixar-lhe uma palavra de apoio nesta fase complicada e dizer-lhe que para o ano, a camisola numero 1 está à espera dele…

Joaquim Filipe Dias

quarta-feira, 11 de abril de 2012

DOMINGO TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A PERAFITA



FC PERAFITA, ASSIM ME APRESENTO!
B.I.
Futebol Clube Perafita
Fundado em 23 de Janeiro de 1946
Presidente da direção-António Matos Santana
Local/Sede: Rua Armando Vaz, 4455-421 Perafita-Matosinhos
Estádio do Futebol Clube de Perafita-Lotação: 2500
Clube da A.F. Porto, Num. FPF 0525
TITULOS * Campeão distrital da 3ª divisão da A.F.P. Época de 1969-1970 «Seniores»
* Campeão distrital da 2ª divisão da A.F.P. Época de 1988-1989 «Seniores»
* Campeão Intercâmbio de Orense (Espanha): Na categoria de Juniores em 27/08/1992
* Subida à Divisão de Honra da A.F.P. Na Época de 1999-2000
* Participação na Taça de Portugal, frente aos seguintes adversários: Esporões (Braga), Neves (Braga), e o Rio Ave F.C.
WEB - http://www.fcperafita.com.sapo.pt/
E-mail - fcperafita@sapo.pt


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FUTEBOL SÉNIOR
STAF TÉCNICO – 2010/2012
ANTÓNIO GAITEIRO: TREINADOR PRINCIPAL
MANUEL MARQUES: TREINADOR ADJUNTO
FERNANDO PINHAL: TREINADOR DE GUARDA-REDES
JOSÉ ROCHA: MASSAGISTA
FERNANDO MOREIRA: TÉCNICO DE EQUIPAMENTOS
PLANTEL – 2011/2012
G-R – Mata, Artur e Adriano
DEF. – Marco I, Hélder Maia, Trajano, Alex, Moura, Tiago Silva, Raimundo
MÉD. – Tinaia, Carinhas, Ruben, Ivo, Soberano, Marco II, Joel
AVA. – Paulinho, Lutchindo, Álvaro, Nandinho, Cheta, Seninho, Miguel Pinheiro

Domingo dia 15 de Abril, todos os caminhos vão dar a Perafita, a sua equipa de futebol sénior que repetir o feito conseguido esta época pelos Juniores, ser CAMPEÃO!
A equipa perafitense está a 90 ´minutos do SONHO!
De facto os perafitenses foram os melhores do campeonato, se não vejamos: 1º classificado,
Melhor Ataque (62 golos), Melhor Defesa (17 golos), da Serie 1 da 1ª Divisão A.F. Porto.
Em 29 jogos realizados a equipa do Perafita alcançou 69 pontos fruto de 21 vitórias, 6 empates e apenas 2 derrotas. PALAVRAS PARA QUÊ?
O segredo de tamanho êxito alcançado, está no forte coletivo, comandado pelo MESTRE Gaiteiro, treinador de vasto curriculum no futebol distrital, suportado por um conjunto de jogadores de grande nível, já demonstrado, onde destacamos o Capitão, HÉLDER MAIA, o mágico TINAIA, o reforço ÁLVARO (vindo do SCS hora) e o atacante PAULINHO.
Mas tudo isto não era possível alcançar, sem o apoio incondicional, do Presidente carismático ANTÓNIO MATOS SANTANA.

“ Mitchfoot Futebol de Matosinhos”
F.C. PERAFITA RUMO À DIVISÃO DE HONRA
SAUDA E FELICITA OS CAMPEÕES

MANUEL MARQUES (tre. adj. FC Perafita) "Não nos passa pela cabeça outro resultado que não seja a vitória."

MANUEL MARQUES (Treinador adjunto do FC Perafita)
Fala sobre o jogo de uma época (Perafita pode subir de divisão, já este domingo)

“Vai ser mais um jogo difícil, com uma equipa bem organizada e bem comandada, foi das poucas equipas que nos conseguiu tirar pontos, lembro que o resultado na primeira volta foi 1 - 1. Mas o FC Perafita encara, desde a 1ª Jornada, todos os jogos com a mesma determinação e não nos passa pela cabeça outro resultado que não seja a vitória, para assim conseguirmos atingir o primeiro e o mais importante objetivo desta época que é a subida de divisão.”

E concluí - “Gostaria de convidar todos os Sócios e adeptos do FC Perafita para comparecerem no nosso Estádio, para assim a festa ser ainda mais completa.”

JOGOS PARA DIA 15 DE ABRIL


Equipas de Matosinhos

II Divisão Zona Centro 2011/12 | Jornada 28
AMARANTE FC vs PADROENSE FC

III Divisão Série B 2011/2012 | PORMOÇÃO | Jornada 4
FC INFESTA vs AD GRIJÓ

III Divisão Série B 2011/2012 | MANUTENÇÃO | Jornada 4
LEÇA FC vs SP MÊDA

AF Porto Divisão Honra 2011/12 | Jornada 29
PEDROUÇOS vs CUSTÓIAS FC

AF Porto 1ª Divisão Série 1 2011/12 | Jornada 30
PERAFITA vs ÁGUIAS DE EIRIZ
UD LAVRENSE vs ADC BALASAR

AF Porto 1ª Divisão Série 2 2011/12 | Jornada 30
SC S HORA vs ATAENSE
MARCO 09 vs D L BALIO

AF Porto - 2ª Divisão Série 1 2011/12 | Jornada 30
INTER DE MILHEIRÓS vs OS LUSITANOS
G D ALDEIA NOVA vs FORMIGA

Jogos a realizar domingo dia 15 de Abril às 16:00 h

HERNÂNI, FAUSTO E FELICIANO EM RECUPERAÇÃO


Avançados para avaliar

Em Matosinhos, a paragem do campeonato vai ser aproveitada para recuperar Hernâni, Fausto e Feliciano, avançados que falharam a deslocação à Trofa, por lesão. Depois de ter cumprido um jogo de castigo, o médio Luís Silva regressa para a receção à Oliveirense.

OJOGO

GERMANO PINHO FALA SOBRE O CORTE DE SUBSÍDIOS PREVISTOS PARA SEREM ENTREGUES PELA CÂMARA

Várias coletividades e clubes desportivos de Matosinhos estão em risco de fechar em virtude do corte total dos subsídios previstos para serem entregues pela Câmara Municipal de Matosinhos.
O autarca matosinhense, Guilherme Pinto, reuniu na passada terça-feira com vários dirigentes e responsáveis pelas coletividades e clubes da cidade e "avisou que os subsídios que a autarquia costuma entregar vão ser cortados já este ano".

Presidente do Padroense FC, Germano Pinho.
"Esta é uma situação é extremamente grave para as coletividades e clubes desportivos de Matosinhos. O corte deste subsídio pode ditar o fim de muitos, uma vez que estão dependentes destas verbas. Não sei se a culpa é da Câmara ou do governo, o que sei é que a Câmara diz que, ao abrigo da lei, não pode continuar a dar estes subsídios", explicou o presidente do clube.
Germano Pinho admitiu ainda que esta situação já fez com que o Padroense suspendesse duas equipas para a próxima época: "se não recebermos apoio admitimos acabar com a formação e digo isto com muita angústia, porque essa é a nossa principal aposta".
O mesmo dirigente explicou que foi "apanhado de surpresa" e que "não gostaria que este fosse o fim do Padroense".
"Eu desconhecia esta lei que a Câmara diz que a impede de dar os subsídios no caso ter dívidas, não podendo fazer nova despesa até um quarto da dívida. Mas nós não podemos estar assim, sob pena de caminhar para uma situação de insolvência. Se nos reduzem à receita, somos obrigados a reduzir as despesas", esclareceu ainda.

terça-feira, 10 de abril de 2012

MUITO DEDO DE HORÁCIO NA RETA FINAL DO CAMPEONATO (Liga Orangina)

Média de dois pontos na era Horácio

Horácio Gonçalves cumpriu, frente ao Trofense, o oitavo jogo à frente do Leixões e os números são de elogiar. O treinador, que rendeu Litos no comando técnico, somou 15pontos à frente do clube, uma média de praticamente dois por jornada. Três triunfos fora em cinco partidas como visitante e somente uma derrota, no terreno do Atlético, explicam em boa parte a ascensão da equipa ao quarto lugar da classificação.

OJOGO

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CALISTO VAI CONTINUAR NO PAÇOS

Renovação prestes a formalizar

Os responsáveis do Paços de Ferreira pretendem, durante esta semana, reunir-se com Henrique Calisto para discutir a renovação do contrato do treinador. No entanto, o tema já foi abordado, ainda antes de as contas da permanência estarem praticamente resolvidas. Por altura do encontro com o FC Porto, há duas jornadas, o interesse do clube em propor a continuação desta ligação que se iniciou à 12ª jornada era já conhecido e foi Henrique Calisto quem preferiu adiar o tema até ter atingido o objetivo que o conduziu neste regresso a Portugal, depois de uma década no Oriente.

Para quem estava fora de moda, o matosinhense provou saber muito de futebol
Henrique Calisto vai continuar na I LIGA

O JOGO

domingo, 8 de abril de 2012

HERNÂNI FALA SOBRE O PLAY-OF DA ÉPOCA PASSADA ( União da Madeira e Padroense)

Hernâni futebolista do Leixões SC foi adversário da equipa do Padroense FC, a época passada, defrontado o clube matosinhense, ao serviço do União da Madeira, no play-of de subida.

Vem a propósito de uma foto publicada no GRUPO FUTEBOL DE MATOSINHOS, foto da TAÇA DE CAMPEÃO DA II DIVISÃO ZONA CENTRO eis o comentário:

“Felizmente pra mim acabei por sair vencedor nesta liguilha ridícula que é quase um atentado à dignidade dos clubes que representam a 2ªdiv. Nacional mas não posso deixar de dar os parabéns aos jogadores do Padroense e toda a sua estrutura pela excelente campanha que fizeram culminando na vitória da zona centro. Depois foi quase como uma lotaria de grandes penalidades os mais afortunados acabaram por vencer todos mereciam a promoção . O União tinha grandes responsabilidades e preparamo-nos muito para a fase final mas a sorte também esteve do nosso lado. Foi um excelente play off bem disputado e jogado porque há muita qualidade nas divisões inferiores por onde passei com muito orgulho desde distritais até Liga principal e o Padroense com seus jogadores deram uma prova cabal disso!!!”
Hernâni, que recentemente foi vítima nas redes sociais de um episódio pouco abonatório a favor de jogador profissional que se prese e que tem demonstrado caracter e profissionalismo pelos clubes que representou.

HERNÂNI ÉS GRANDE!
Obrigado LEIXÕES por teres feito regressar ao futebol de Matosinhos este GRANDE jogador.

FONSECA, 305 MINUTOS A SÊCO!

O Leixões completou na Trofa o terceiro jogo consecutivo sem sofrer golos, na Liga de Honra, a sua melhor sequência da prova, onde aliás, até então, nunca tinha estado sequer dois desafios seguidos nessa situação.
O guarda-redes Fonseca, um dos que beneficiou com a mudança técnica, junta aos 270 minutos sem sofrer golos nestes três jogos (Penafiel, Aves e Trofense), mais 35 minutos no empate caseiro a dois golos com o Freamunde. Um registo agradável e que ajuda a equipa a ter um saldo positivo, entre golos marcados e sofridos (30-28), o que já não acontecia há muito tempo.
Fonseca, que passou por uma fase de contestação e afastamento, conhece agora o lado bom da vida de um guardião...

por JOÃO PEDRO FARIA

MAIS UM JOGO ATÍPICO DO PADROENSE


II DIVISÃO ZONA CENTRO 27ª JORNADA
Estádio do Padroense – Padrão da Légua
Árbitro Pedro Pereira (Braga)
Ao intervalo, o-1, Marcadores, Zé Miguel (38) Penates (63) C. Souza (64) A Aranha (70) Paulinho (75).

PADROENSE: Marco, Paulinho, Armando, Vítor Lobo e Miguel; Daniel, (Marcão), Seabra (Batista), Mariano, Bruninho, Sérginho (Penantes) e Benvindo. Treinador Augusto Mata

OLIVEIRA DO BAIRRO: Renato, Paulo Costa, Rúben, Zé Miguel e Leandro; Daniel, Ladeira, Dany, Manafá (Jiapeng), Cílio Souza (Nélson Rato) e André Aranha. Treinador Rui França.

A equipa do Padroense, perdeu em casa com um adversário que lhe é manifestamente inferior, o Oliveira do Bairro praticamente já desceu, recorde-se que em jogo de repetição realizado há bem pouco tempo em Oliveira do Bairro os matosinhenses venceram este adversário por Goleada.
A fraca prestação da equipa de Matosinhos vem refletir, a temporada realizada pelos Bravos de Matosinhos, que é completamente atípica, alternando as boas exibições com fracas prestações, e uma inconsistência de resultados positivos.

Neste jogo, pouca há a registar, a não ser de que a equipa do Padroense desde o minuto 37`se apanhou a jogar em inferioridade numérica (expulsão de Armando por acumulação) e logo de seguida a perder por uma bola a zero, resultado com que atingiu o intervalo.

Na etapa complementar, a equipa do Padroense empata o jogo aos 63`minutos por Penantes, que só precisou de sete minutos em campo para fazer balançar as redes do Oliveira do Bairro.
Quando se contava que a equipa do Padroense virasse o resultado a seu favor, eis que os forasteiros adiantam-se no marcador no minuto seguinte, para dilatar a vantagem ao minuto 70`. Nos 20 minutos finais, foi um assalto constante à baliza à guarda de Renato, mas o melhor que a equipa de Matosinhos conseguiu fazer foi reduzir para 2-3 a vitória forasteira.

FOTOS DOMINGOS LOBO

sábado, 7 de abril de 2012

INFESTA REPETE O RESULTADO DA 1ª FASE - DERROTA FRENTE AO CESARENSE

Cesarense e Infesta, repetem o resultado da primeira fase.

O Infesta sofreu a primeira derrota da segunda fase, na recepção ao Cesarense, líder do campeonato. Toninho, o autor do golo da vitoria do Cesarense na primeira fase, foi de novo carrasco ao apontar o único golo da partida. O encontro foi bastante disputado desde o inicio com dois remates perigosos para cada lado. Primeiro foi o Cesarense por intermédio de Pedrinho, com Duarte a responder bem com uma defesa a dois tempos. Pouco depois, Paulinho também rematou mas ligeiramente ao lado da baliza de Marco. Os primeiros 20 minutos do encontro podem-se resumir a um Infesta por cima no encontro, em que, em rápidas jogadas de contra-ataque, Paulinho era o jogador mais perigoso com várias tentativas de remate à baliza do Cesarense. A equipa proveniente de Oliveira de Azeméis, só em lances de bola parada é que ia criando algum perigo junto da baliza de Duarte. Aos 22 minutos, a primeira jogada de perigo por intermédio de Hugo que pela esquerda, cruza ao segundo poste onde aparece o capitão Toninho que estava completamente sozinho mas não acerta na bola. O Infesta procurava o perigo em bolas longas, tentando surpreender os defensores da equipa adversária. Aos 27 minutos, passe em profundidade de Vitinha I para Maga que, embora importunado pelo defesa, conseguiu ainda dar um toque na bola, mas o guarda-redes Marco estava atento. O jogo continuava a ser bem disputado por ambas as partes, o Infesta mais em lances de bolas longas e o Cesarence, com mais posse de bola, falhava no ultimo passe. Aos 37 minutos, golo anulado ao Cesarense. Após pontapé de canto da esquerda, a bola é jogada curta para Hugo que cruza ao segundo poste onde aparece Paulo Jorge que, apesar de ter introduzido a bola na baliza, estava em posição irregular. Ainda antes do intervalo, uma oportunidade para cada lado, aos 43 minutos, jogada de ataque do Infesta, bola para a cabeça de Pedro Nuno que amortece para Maga e este, já dentro da área e em posição frontal, falha o remate. Mesmo em cima do intervalo, cruzamento da direita de Pedrinho, Duarte dá uma palmada na bola, esta sobra para Carlitos que à entrada da área, atira ligeiramente por cima da baliza. Resultado empatado a zero ao intervalo.



Na segunda parte, o Infesta parecia querer mudar o rumo dos acontecimentos, mas a equipa do Cesarense, ia defendendo bem e saia em jogadas de contra-ataque. Aos 63 minutos, bola cruzada da direita por Filipe, vai ter com Carlitos que à entrada da área, remata para excelente intervenção de Duarte. Cinco minutos depois, o golo do Cesarense. Numa jogada algo confusa na área do Infesta, Toninho foi o que teve mais discernimento ao rematar à baliza, contando com um ressalto em Rui Jorge que se lesiona no lance, traindo o guardião Duarte. Pouco depois, Rui Jorge teve de ser substituído por Jorginho que fez a estreia oficialmente pela equipa do Infesta após longa paragem devido a lesão. Com o golo sofrido, o Infesta cresce e cria vários lances de perigo com os substitutos Almeida e Vitinha II a darem mais movimento a um ataque que até aquele momento tinha apenas Pedro Nuno mas que estava bastante só. O Infesta pouco depois reclama grande penalidade devido a um eventual corte com a mão de Américo, após remate de Nuno Almeida, o arbitro mandou seguir, de nada valendo os protestos dos infestistas. A equipa do Cesarense, muito fechada no seu reduto defensivo após o golo, tinha em Fábio Valente, o seu elemento mais irrequieto na frente de ataque. O Infesta dominou o encontro até ao fim e aos 86 minutos, Jorginho desmarca Almeida pela direita, este entra na área, cruza rasteiro para Paulinho mas a bola sofre um desvio de um defensor do Cesarense, "in extremis" para canto. Em cima do minuto 90, livre do meio campo de Vitinha I que bombeou a bola para a área, corte de Tiago Resende para a entrada da área, onde está Paulinho que remata de primeira a rasar o poste de Marco. Ainda antes do apito final, o Cesarense tem uma excelente oportunidade de marcar num rápido contra-ataque onde a bola chega a Telmo que atira ao lado.

Final do encontro, o Infesta perde com o Cesarense pela margem mínima, repetindo assim o resultado do encontro da primeira fase, onde o Cesarense também tinha vencido com um golo de Carlitos. O árbitro, Pedro Rocha da A.F. Viana do Castelo, teve uma arbitragem razoável, embora fique a duvida se a bola bate ou não no braço de Américo dentro da área, pouco depois do golo do Cesarense. Na próxima jornada, o Infesta recebe o Grijó, em jogo marcado para domingo, dia 15 ás 16:00

FC INFESTA

COM VITÓRIA NA TROFA- ADÉPTOS VOLTAM A SONHAR


Heróis do Mar

Liga orangina 26ª jornada
Jogo no Estádio do CD Trofense, na Trofa.
Árbitro: Paulo Batista (Portalegre).
Trofense - Leixões, 0-2.
Ao intervalo: 0-1.Marcadores:0-1, Pedro Santos, 26 minutos.0-2, Pedro Tavares, 51 minutos (grande penalidade).

Trofense: Marco, David, Santos, Dinis (André Carvalhas, 63), Pedro Araújo, Tiago, Pedro Santos, Zé Manel (Moustapha, 89), Edú, Feliz (Gilmar, 80) e Reguila. Treinador João Eusebio

Leixões: Fonseca, Paulinho (Moisés, 87), Marcelo, Joel, Nuno Silva, Florent, Paulo Tavares, Jumisse (André Carvalho, 68), Wesllem, Diego Mourão (Beirão, 46) e Pedro Santos. Horácio Goncalves.

O Leixões venceu o Trofense, por 2-0, em encontro da 26.ª jornada da Liga Orangina, disputado na Trofa, conseguindo três pontos preciosos na luta pela subida de divisão, embora dependa de terceiros. A quatro jornadas do final, a equipa de Matosinhos segue no 4.º lugar, com 39 pontos, menos seis do que o 2.º classificado, o Desportivo das Aves, e a cinco do 3.º, o Moreirense.

O Trofense até teve a primeira oportunidade com Reguila a não conseguir colocar a bola dentro da baliza leixonense para felicidade dos adeptos que se deslocaram de Matosinhos à Trofa. Pedro Santos (quarto golo na época) abriu o caminho do triunfo, aos 25’, de livre direto, e Paulo Tavares, aos 52’, de grande penalidade (quinto penálti certeiro da temporada), selaram os três pontos da Equipa orientada por Horácio Gonçalves, técnico que apenas perdeu um dos oito jogos disputados. Depois de uma tarde em que o guarda-redes Fonseca esteve em grande nível a evitar várias tentativas dos avançados trofenses.

LEÇA GANHA E AFASTA-SE DA ZONA DE DESCIDA


III Divisão Série B 2011/2012 Fase/Manutenção - Jornada 3
Estádio do Leça – Leça da Palmeira
Árbitro – Pedro Bento – A.F. Santarém
LEÇA FC 2 SP LAMEGO 0
Ao intervalo, 1-0, marcadores Pedro Gomes (27`) e André Moreira (90+3)



LEÇA FC : Cláudio, Hélder, Madalena (cap), Zé Soares e Zé d´Angola; Rui Ramos, Moura e André Moreira; Padro Gomes (Ricardinho), Nuno Martins (João Alves) e Cerejo (Tiago Paiva). Treinador António Monteiro (Caneco)

SP. LAMEGO: Márcio, Pisco, Alfredo, João Mário e Sarmento; Beaud, Ivo, Binaia; Baba (Iraque), Rodas (João Paulo) e Freitas (Rafa). Treinador Filipe Pereira.



A equipa do Leça deu um passo importante em direção à manutenção, com esta vitória a equipa leceira avança na tabela classificativa, encontrando-se já, cinco pontos acima da linha d´agua.

A primeira parte do encontro decorreu com algum equilibriu, jogado ameio campo, sem grande velocidade, só em lances de bola parada, o relativo perigo rondou as duas áreas. Ao minuto 25`Cerejo foge pela esquerda e encontra bem colocado André Moreira, que lhe endossa o esférico e este atira forte junto ao relvado com Márcio a defender com segurança. Lance que despertou a equipa leceira, que volvidos dois minutos chega à vantagem por Pedro Gomes, depois de um excelente remate de fora da área executado por Zé d`Angola, Márcio, Guarda-redes forasteiro defende para a frente e na recarga Pedro Gomes não perdoou. Responde o Sp de Lamego com Binaia excelente jogador, a atirar de meia distância com a bola a passar ao lado da baliza de Cláudio. Até ao intervalo, registo de um livre do lado esquerdo apontado por André Moreira com a bola a passar muito por cima da baliza forasteira.


No segundo tempo, a equipa do Leça entra com mais velocidade, dando mostras de querer resolver rapidamente o jogo. Moura aos 55`minutos remata ao poste direito da baliza de Márcio. Binaia na cobrança de um livre atira forte e colocado, mas Cláudio responde com segurança. Aos 60´minutos é a vez dos forasteiros atirarem ao ferro, Binaia outra-vez remata em balão de fora da área, mas o guarda-redes leceiro defende para a barra evitando o golo do empate. Três minutos depois, Pedro Gomes isolado permite a defesa a Márcio que evita que o avançado bisasse no encontro. Baixando as linhas, dando predominância ao jogo de transições rápidas a turma leceira cria desequilíbrios ofensivos e acerca-se com muito perigo à baliza do SP Lamego. Aos 89`minutos Ricardinho a passe de João Alves, está a beira de marcar. Em cima do minuto 90+3, em período de descontos dados pelo árbitro (excelente exibição), André Moreira faz o dois a zero em lance de contra-ataque, Cláudio defende bem um livre de Binaia, rapidamente coloca a bola em jogo, a equipa do SP Lamego é apanhada
descompensada, o Leça desce rápido e André Moreira encosta para fundo das redes, fechando o resultado.

Resultado justo da equipa leceira, que assim se afasta da linha de água.
Arbitragem muito positiva da equipa que viajou de Santarém.

RESULTADOS DE 7 DE ABRIL


Resultados

TROFENSE 0 LEIXÕES 2

PADROENSE 2 OLIVEIRA DO BAIRRO 3

INFESTA 0 CESARENSE 1

LEÇA 2 SP LAMEGO 0

sexta-feira, 6 de abril de 2012

JOGOS PARA DIA 7 ABRIL

Jogos para amanhã sábado de Páscoa

LIGA ORANGINA
TROFENSE vs LEIXÕES

II DIVISÃO ZONA CENTRO
PADROENSE vs OLIV. DO BAIRRO

III DIVISÃO FASE/PROMOÇÃO
INFESTA vs CESARENSE

III DIVISÃO FASE/MANUTENÇÃO
LEÇA FC vs SP LAMEGO

Dia 7 de Abril, sábado, às 16:00

quinta-feira, 5 de abril de 2012

ADIVINHAM-SE TEMPOS DIFICEIS PARA OS CLUBES DE MATOSINHOS

No dia 3/4/2012 terça-feira a Câmara Municipal de Matosinhos em reunião, juntou mais de 300 representantes das Associações Desportivas, Culturais e Recreativas de Matosinhos que beneficiavam de apoios autárquicos.
Ouviram as piores notícias possíveis da boca do Presidente. “ Não contem com mais ajudas a que estavam habituados” Para muito será uma extinção.
A culpa é de "Lei dos Compromissos" aprovada em Assembleia da Republica, em Fevereiro.
Esta lei determina que as autarquias só podem fazer previsão de despesa com base em ¾ das suas receitas, ou seja; acabaram os 3 milhões de euros que anualmente a Câmara atribui as Associações Desportivas e Culturais e Recreativas do concelho de Matosinhos

Guilherme Pinto presidente da autarquia “ Queríamos continuar a apoiar, mas não há maneira de dar a volta. Não há outro remédio”. E continuou “ Para nós a atitude correta, foi chamar as Associações e avisa-las em tempo útil de que não poderiam contar com mais apoio da autarquia“ prosseguindo sugeriu, “ encontrem alternativas”.
Com este desfecho, cabe agora às instituições procurar e "inventar" soluções para contornar estas dificuldades, mas é certo que a maior parte das associações, irá mesmo ter que fechar portas e aquelas que não encerrem irão certamente passar muitas dificuldades.
Prevê-se tempos difíceis para as Associações Desportivas do concelho de Matosinhos.
Matosinhos terra de horizonte e mar, homens de trabalho árduo na defesa dos seus interesses.
Talvez se consigam milagres.

REUNIÃO COM (SJPF) CAPITÃO NUNO SILVA: «Vamos dar o melhor pelo clube»


Nuno Silva, capitão do Leixões, prometeu esta quinta-feira que o plantel vai "dar o melhor", apesar dos salários em atraso, após reunião com o sindicato de jogadores, que vai requerer audiência à Liga de clubes.

Em comunicado conjunto, Nuno Silva e o Sindicato dos Jogadores Profissionais (SJPF) esclarecem que "esta reunião foi solicitada pelos jogadores" e o SJPF "não pede autorização aos clubes e reúne-se com os jogadores quando entender ser necessário abordar estes temas".

A administração da SAD mostrara-se surpreendida com a reunião e acusara o organismo de querer "desestabilizar a equipa" na véspera do Leixões, 5.º classificado, a um ponto do 4.º, a Naval, visitar o Trofense, 6.º, clube que se encontra a dois pontos do clube de Matosinhos, na 26.ª jornada da Liga Orangina.



"Estamos a chegar aos quatro meses de ordenados em atraso, toda a gente sabe. Esta foi uma sessão de esclarecimento e agora não há muito mais a fazer, é uma questão de esperar pelo final de época. É claro que ninguém vai deixar de jogar ou treinar. Vamos dar o melhor pelo clube e no final logo se vê o que se pode fazer", afirmou Nuno Silva.

O presidente do SJPF, Joaquim Evangelista, anunciou que vai contactar o presidente do Leixões e pedir uma audiência ao presidente da Liga de clubes, porque "não podem ser sempre os jogadores a pagar a fatura".

"80 por cento dos clubes estão em incumprimento. É verdade e os dirigentes têm noção disso. A situação agrava-se e só pode ser resolvida em conjunto. Neste país até parece que se tornou regra ter um ou dois meses de ordenados em atraso", afirmou Evangelista.

FONTE jornal RECORD

quarta-feira, 4 de abril de 2012

S.J.P.F VAI REUNIR COM PLANTEL LEIXONENSE


Sindicato reúne-se amanhã com o plantel do Leixões

O Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol reúne-se amanhã 5 de Abril com o plantel do Leixões, no Hotel Holiday Inn (Exponor, Matosinhos, a partir das 12h30), no sentido de analisar a grave situação em que se encontram os jogadores do clube. Perante o incumprimento crescente (amanhã vence o quarto mês de ordenados em atraso, relativos a esta temporada) e o cenário de demissão do presidente da SAD, Carlos Oliveira, torna-se urgente minimizar o impacto desta situação e esclarecer o futuro próximo dos profissionais em causa.

Por JOÃO PEDRO FARIA

terça-feira, 3 de abril de 2012

TÁ QUASE! A DIVISÃO DE HONRA É JÁ ALI!



O jogo mais importante da jornada realizou-se em S. Martinho do Campo – S. Tirso e opôs o S. Martinho, segundo classificado e o FC perafita, líder isolado da Serie 1. Este encontro de futebol era da máxima importância para o S. Martinho, pois encontra-se na luta para a subida de divisão e como tal não podia perder pontos. Quanto ao FC Perafita a situação é diferente, embora, ainda sem a subida de divisão assegurada matematicamente, somente um cenário impossível é que o líder vai deixar fugir esta oportunidade de voltar à mais alta competição da AFP.



O jogo iniciou-se no pelado do recinto desportivo do S. Matinho, um pelado de grandes dimensões, bem cuidado, mas também muito duro, fruto da Primavera veraneante que atravessamos. Com uma moldura humana muito expressiva, as bancadas encontravam-se muito bem compostas de público, o jogo adivinhava-se muito difícil para o líder, e assim, veio a acontecer. Logo nas primeiras jogadas, se verificou que os visitados entraram mal no jogo, fruto disso os visitantes apoderaram-se das rédeas do encontro e conseguiram colocar em sentido toda a equipa do FC Perafita. O S. Martinho, com um futebol bem delineado, com as marcações muito bem feitas, sai em futebol apoiado e ao primeiro toque, o que dificultou em muito a tarefa da equipa do FC Perafita, neste período, juiz da partida apitava a todo e qualquer contacto, mas de uma forma muito benéfica para o conjunto da casa. O S. Martinho era o dono do jogo e criou uma ou duas oportunidades para inaugurar o marcador, mas Artur, foi sempre um obstáculo intransponível, enquanto esteve em campo. O jogo decorria a belo prazer do S. Martinho, mas o FC Perafita tentava ambientar-se ao terreno pelado e às constantes ofensivas da equipa local. Num período do encontro que rapidamente se encaminhava para o intervalo e o domínio começava a ser repartido, eis que surge um dos lances capitais do encontro, numa jogada de transição defensiva o S. Martinho, troca a bola na sua linha intermédia e lança um passe em profundidade para a esquerda, mas quando um elemento da linha avançada se preparava para simular e deixar o esférico para a estrema, a bola tabela-lhe na perna e desvia-se do seu trajecto, isolando este mesmo jogador que progride em direcção à área do FC Perafita completamente isolado, entra dentro da mesma, faz a finta a Artur, e aqui, adianta a bola em demasia, tanto que esta vai sair junto à intercepção da grande área com a linha de fundo, Artur a cobrir a mancha, faz penalti, bem assinalado pelo arbitro, mas exagerado na expulsão com vermelho directo, pois, como foi dito a bola foi direccionada na diagonal e não em linha recta para o golo. Castigo máximo convertido e o S. Martinho chegava ao tão desejado golo, aceitava-se, foram melhor equipa no primeiro tempo.

Logo depois chegou o intervalo.

Com o inicio do segundo tempo, o FC Perafita entrou em campo transfigurado, como tinha feito uma substituição aquando da expulsão, saiu Tinaia e entrou o guarda redes Mata, ao intervalo ficou também nas cabines Alex e entrou para o meio campo Marco Moreira. Logo se percebeu que o FC Perafita vinha para esta segunda parte muito diferente, estava a jogar com dez, mais isso até não foi muito visível, no entanto a colocação dos jogadores é que transfigurou para melhor o rendimento de toda a equipa, Marco Pereira trocou de lateral, fixando-se na esquerda, Álvaro “recuou” no terreno e ficou como lateral direito, Marco Moreia entrou para o meio campo, para ajudar a estancar o caudal ofensivo e na frente ficaram Lutchindo e Paulinho como seta apontadas à baliza do S. Martinho. Logo o jogo foi diferente, mesmo com dez o FC Perafita começou logo a discutir o encontro, não jogava bonito, não senhor, mas era mais pratico e chegava com mais perigo à frente, e quando tinha a posse de bola Álvaro transformava-se, é o termo perfeito, em médio ala conseguindo ganhar quase sempre vantagem nos lances que disputava. O jogo tinha agora um novo dono, embora não tão visível como na primeira parte, o FC Perafita. A meio da segunda parte acontece o outro caso do jogo, numa jogada rápida de transição defensiva, o esférico chega até Lutchindo, este cobre muito bem o esférico, levando-o para a entrada da área do S. Martinho e aqui desfere um remate muito forte que levava a direcção do golo, mas, dentro da área o defensor do S. Martinho oferece o corpo à bola, mas com os braços abertos, fazendo com que a bola bata deliberadamente no seu braço esquerdo, desviando a trajectória da mesma, o arbitro abre de imediato os braços e manda jogar dizendo que não há irregularidade. Aqui fica a ideia que o arbitro viu alguma coisa e como ele decidiu que não havia irregularidade mandou continuar, portanto ele viu mas para ele não foi penalti, mas foi mesmo, no entanto a bola sobra para Paulinho que remata muito forte e colocado levando a bola a bater com muito estrondo no vértice da baliza do S. Martinho, fez-se silêncio no estádio, foi aqui que as cores do S. Martinho começaram a adivinhar que algo estava para acontecer.Cheta é lançado no jogo, mesmo com dez o FC Perafita aposta no empate, Cheta começa logo a incomodar os defesas dos visitados, ganhando lances e consecutivas faltas, começaram a surgir as bolas paradas, sempre ganhas por Tiago Silva, mas ora prontamente cortadas por pretensos fora de jogo, ora finalizadas com alguma ansiedade, não dando o melhor caminho ao esférico. O jogo estava cada vez mais difícil para os visitados, perderam a posse de bola e sempre que isso acontecia o futebol mais directo dos visitantes incomodava e de que maneira. Os lançamentos laterais surgiam cada vez mais com acutilância, e já perto do fim do encontro, mais precisamente à passagem do minuto 85, após um lançamento lateral muito longo, como é habito, executado pro Tiago Silva, a bola é disputada nas alturas por Cheta e um defensor do S. Martinho, sobrando para Lutchindo que com uma simulação serve Álvaro que com um remate colocado consegue, finalmente igualar o marcador e fazer o já muito merecido golo do empate. Golo festejado, pelos poucos simpatizantes do FC Perafita que acompanham sempre as deslocações da sua equipa com se de um golo da vitoria se tratasse, tal a forma como os “guerreiros” se comportaram em campo. Com o golo sofrido o S. Martinho voltou a carregar, mais com o coração do que com a cabeça, mas mesmo assim o perigo mudou-se para a baliza do, agora Mata, com jogadas de envolvência mas muito confusas, o S. Martinho tentou por tudo marcar o golo da vitoria que tanto ambicionava, no entanto nesta segunda parte pouco fez por isso. Com os quatro minutos de compensação, transformados em sete, o encontro nunca mais acabava, eram cantos sucessivos, remates para fora sem criar perigo, mas, um remate ficou na retina, após um canto a bola sobra para a cabeça da área e o defesa central do S. Martinho desfere um remate fortíssimo que se encaminhava para o golo, mas eis que surge Mata em pleno voo, vindo do seu primeiro poste em direcção ao centro da baliza e com uma palmada magnifica envia o esférico mais uma vez para canto, após a marcação do mesmo e da defensiva, por acaso até foi Cheta em missão defensiva, desfere um balão para o meio campo, fazendo com que o arbitro finalizasse o encontro e uma actuação para nunca mais recordar. Fica o empate, do líder incontestado, que demonstrou mais uma vez, no recinto do agora segundo classificado, porque é o único clube que desde o inicio do campeonato é primeiro classificado, e como lhe fica bem ser primeiro, com toda a justiça e trabalho.

Uma palavra primeiro para os sempre fieis adeptos do FC Perafita, podem ser poucos mas são dos bons isso ninguém desconfia e em segundo para todo o plantel, quer os convocados deste jogo, quer os elementos que não estando convocados marcaram presença e juntos demonstraram a vontade e a força deste grupo magnifico. Após os resultado efectuados nesta jornada, fica a faltar um único ponto para alcançar o maior objectivo desta época: A SUBIDA DE DIVISÃO.

FC PERAFITA: ARTUR; MARCO PEREIRA; TIAGO SILVA; HERDER MAIA e ALEX(MARCO MOREIRA); CARINHAS; SERGIO SOBERANO e TINAIA(MATA); LUTCHINDO; PAULINHO(CHETA) e ALVARO

por MANUEL MARQUES

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO



LEÇA FC EQUIPAS QUE FIZERAM HISTÓRIA

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FC INFESTA GRANDES EQUIPAS

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PADROENSE FC EQUIPA QUE SUBIU Á II NACIONAL

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SC SENHORA DA HORA EQUIPAS

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CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

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UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA

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FC PERAFITA AS SUAS EQUIPAS

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D LEÇA DO BALIO

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OS LUSITANOS SCFC

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