RÁDIO CIDADE MATOSINHOS

terça-feira, 22 de outubro de 2019

GAITEIRO ASSUME COMANDO TÉCNICO DO PEDROSO


Um dos mais experientes e conhecedores do futebol distrital, o mestre da tática é dos treinadores mais intitulados da AF Porto, ANTÓNIO GAITEIRO vai regressar ao banco assumindo o comando técnico do FC Pedroso penúltimo classificado da Série 1 Divisão d´Elite pro Nacional, substituindo o técnico Manuel António.

O técnico Matosinhense já começou a trabalhar desde ontem segunda feira e tem como seus adjunto o ex Guarda Redes Martin (que foi orientado por si quando da passagem de ambos pelo Custóias FC) e Avelino técnico de Guarda redes ex M. Sangemil.

Foi fácil chegar a acordo co o Pedrosos « quem me conhece sabe bem que ando no futebol pelo prazer que este jogo me dừfoi fácil chegar a acordo, apenas acertamos alguns detalhes no que diz respeito aos adjuntos» E agora vamos ver o Pedroso subir na tabela « não faço promessas nem sou profeta, muito menos mágico, o que a garanto é muito trabalho à semana para chegarmos ao domingo em condições para estarmos mais perto de conquistar dos três pontos »   
A estreia no banco está marcada para o próximo domingo em que está agendado a 9ª jornada do campeonato em Pedroso frente ao FC Foz

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

CHUVA DE GOLOS NUMA VITORIA SUADA QUE PODIA SER BEM MAIS GORDA

7ª Jornada Div. de Honra série 1 AF Porto 
Complexo Desportivo Municipal de Lavra
Árbitro: Tiago Loureiro
LAVRENSE 4 ARCOZELO 3
Ao intervalo, 0-1 Golos de Hulk (11 e 81) Moreira (13) Batista (36) Fábio (53) Camarinha (70)e Noverça (83)

LAVRENSE: Padrão, Coelho, Fradinho (Diogo 76), Trivelas, Mesquita (Henrique 85), Hulk, Zidane, Batista, Luís André (Noverça 43), Rui Paulino (Fábio 46) e Anunciação. Treinador Nuno Gonçalves.

ARCOZELO: Figueiredo, Vinagre, Tiago Silva, Rui Sousa (Neves 58), Carvalho, Moreira, Marques, Soares (Pinto 58) Batista (Sousa 58), Martins (Silva 57) e Camarinha. Treinador Alexandre Oliveira.

A equipa orientada por Nuno Gonçalves regressa aos triunfos e consequentemente à condição de líder da Divisão de Honra
Um triunfo bastante suado pela margem de diferença mínima muito por culpa da desinspiração dos seus avançados que desperdiçaram inúmeras oportunidades podendo mesmo vencer por números bem mais expressivos apesar dos 4 golos marcados
A historia deste jogo resume-se aos golos e as oportunidades perdidas pelos homens da casa.
Lavrense marca primeiro por Hulk (11) sofre a igualdade dois minutos depois por Moreira (13) Batista faz a remontada para os forasteiros aos 36 minutos, 1-2 resultado ao intervalo
Fábio empata o jogo de novo aos 53` para depois Camarinha recolar os visitantes em vantagem.
O Lavrense sempre mais acutilante no ataque lutou sempre em busca do golo e foi feliz em três minutos, aos 81`volta a empatar a partida de novo por Hulk e aos 83 o golo da vitoria com a assinatura de Noverça.

PADROENSE TEVE TUDO PARA VENCER MAS TERMINOU EMPATADO

8ª Jornada Div. Elite Pro Nacional AF Porto Série 1 
Estádio do Padroense FC 
Árbitro: Fábio Alexandre 
PADROENSE 1 VILA FC 1 
Ao intervalo 1-0. Golos Mesquita (31), Paulo Monteiro (54) 

PADROENSE: Moreira, Balito, Fábio, Estebainha (Ricardo 63), Mesquita, Cacheira (Jardel 63), Pedro Oliveira, Juca (Nuno Carvalho 63), Xoura, Kang e Li. Treinador João Santos 

VILA FC: Tavares, Hugo, Rafael, João Silva, Oliveira (Flávio 46), Geovni, Castro (Léo 84), Filipe, Paulo Monteiro, Iago (Napoleão 63) Rhuan. Treinador Abilio Novais. 

Jogo muito musculado, dado ao estado do relvado, muito pesado, fruto das fortes chuvas que se fizeram sentir no dia anterior.
A equipa da casa entrou forte e mais persistente no ataque chegou ao golo à passagem da meia hora por intermédio de Mesquita. 

Vindo de uma empate na Póvoa de Varzim os Bravos de Matosinhos cedo queriam arrecadar os três pontos, e tiveram soberana oportunidade de dilatar a vantagem quando aos 43 minutos o mesmo Mesquita enjeitou a possibilidade de bisar no encontro desperdiçando uma grande penalidade permitindo a defesa a Tavares. 
No Regresso das cabines, a equipa da casa volta a acelerar e Caheira só com o guardião do Vila pela frente não consegue fazer o segundo, na resposta Tavares coloca a bola lá frente e Paulo Monteiro aproveitando um desequilibro defensivo faz o empate.
Até ao final a turma da casa bem tentou chegar ao golo do triunfo que não veio acontecer somando a equipa do Padrão segundo empate consecutivo na prova, ocupando o 8º lugar na tabela classificativa. 

Fotos Jorge Peixoto 

LEIXÕES A MEIO GÁS DESPACHA PRAIENSE

3ª Eliminatória da Taça de Portugal 
Estádio do Mar, em Matosinhos.
Árbitro: Miguel Nogueira (AF Lisboa).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para João Peixoto (20). Cartão vermelho direto para Itto Cruz (37).
Leixões - Praiense, 4-2.
Ao intervalo: 1-1. Marcadores: Filipe Andrade, (7)  Júnior Sena, (20 gp) Pedro Pinto, (53). André Claro, (63). Braga, (81) Matheus Souza, (90+3) 

Leixões: Ivo, Rui Silva, Pedro Pinto, Bura (Pedro Monteiro, 79), Vítor Bruno, Amine, Luís Silva, Derick, Júnior Sena (Braga, 74), Harramiz (João Rodrigues, 85) e André Claro. Treinador: Carlos Pinto.

 Praiense: Tiago Maia, Bruno Sousa, Weliton Matos, Diogo Careca, Itto Cruz, João Peixoto (Marcos Silva, 79), Vitinha (Márcio Augusto, 15), Diogo Moniz, Ragner Paula, Sérgio Teles (Matheus Sousa, 64) e Filipe Andrade. Treinador: Francisco Agatão.

O Leixões, da 2.ª Liga, apurou-se este domingo para a quarta eliminatória de Taça de Portugal, após vencer o Praiense, do Campeonato de Portugal e que jogou reduzido a 10 desde os 37 minutos, por 4-2.
A equipa açoriana aproveitou o deslumbramento inicial dos locais para se colocar a vencer ao minuto sete, quando Filipe Andrade, na área, terminou com um remate cruzado um cruzamento da esquerda de Ragner Paula. Aos 20 minutos Vitor Bruno sofre falta de João Peixoto dentro da área de rigor e penalti para o Leixões que Júnior Sena converteu igualando o marcador. 
 Minuto 37 decisão polémica do árbitro quando expulsou Itto Cruz por entender que Júnior Sena ficaria isolado quando se deu o choque com o defesa açoriano.
Sem baixar o ritmo, o Praiense viu-se, contudo, mais pressionado até ao intervalo por Leixões, período em que Tiago Maia pôde mostrar serviço entre e fora dos postes.

A entrada forte do Leixões na segunda parte produziu frutos aos 53 minutos, com Pedro Pinto, na área, a corresponder de cabeça ao pontapé de canto marcado por Júnior Sena e consumar a reviravolta no marcador.
Dez minutos volvidos, Harramiz ganhou na raça dentro da área servindo depois André Claro para uma conclusão fácil, tratando cedo de se colocar a salvo de uma reação final de um Praiense que começava a dar sinais de cansaço.
O minuto 81 fez regressar a polémica, com Marcos Silva a ver o 3-2 anulado por alegado fora de jogo e, na resposta, num lance também duvidoso, Braga ampliou para 4-1, ficando a impressão de André Claro ter recebido a bola em posição irregular.
Já em período de descontos (90+3) Matheus Sousa marca o segundo dos insulares.  

Fotos de Duarte Rodrigues 





LEÇA MOSTROU CREDENCIAIS PARA MAIS...MAS BRAGA FOI MAIS EFICAZ

3ª Eliminatória da Taça de Portugal 
Estádio do Leça FC, em Leça da Palmeira
Árbitro: João Bento (AF Santarém).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bruno Simões (26) e Paulo Lopes (64).
Leça-Sp. Braga, 1-3.
Ao intervalo: 0-2.
Marcadores:  Wilson Eduardo,( 24)  Ricardo Horta, (42). Wilson Eduardo, (54), Adilson Silva, (85).

Leça: Gustavo Galil, Zé Carlos, Pecks, Cláudio Borges, Paulo Lopes, Nelsinho, Samuel Teles, Bruno Simões (João Paulo, 52), João Van Zeller (João Paulino, 57), Vieira (Adilson Silva, 69) e Pedro Prazeres. Treinador: Domingos Barros.

Sporting de Braga: Eduardo, Diogo Viana, Bruno Viana, Wallace, Cajú, Uche Agbo, Claudemir, Francisco Trincão, Ricardo Horta (Murilo, 67), Rui Fonte (André Horta, 81) e Wilson Eduardo (Paulinho, 67). Treinador: Ricardo Sá Pinto.

A jogar contra o vento na etapa inicial, o Braga revelou dificuldades para lidar com um Leça aguerrido, que se mostrou atrevido aos 17', num remate de fora da área de João Van Zeller, travado por Eduardo. Neste período do jogo os Leceiros nada inferiores ao Braga podem queixar-se de uma grande penalidade não assinalada a seu favor quando Claudmiro em jeito de carambola joga a bola com a mão dentro da área 
Os arsenalistas responderam à lei da eficácia, desbloqueando o marcador aos 24', por intermédio de Wilson Eduardo, concluindo de cabeça um cruzamento de Francisco Trincão na direita.

O tento não destabilizou os leceiros, que jogaram de igual para igual frente a um adversário de peso pesado do futebol nacional e só sucumbiram perante o contra-ataque bracarense que teve início em jogada faltosa (Rui Fonte ganha a bola a Zé Carlos em pé em riste, cometendo jogo perigoso)  depois que serve Ricardo Horta para fazer o segundo 
Após o intervalo, o desafio perdeu vivacidade e os minhotos voltaram à carga, com Trincão a desmarcar Rui Fonte, que deixou a bola para o capitão Wilson bisar, aos 54', aniquilando de vez as esperanças dos matosinhenses, que tiveram nos pés de Zé Carlos (60' e 79') e João Paulino (84') oportunidades para reduzir a diferença.
A cinco minutos do fim, o espírito guerreiro do Leça foi premiado com o golo de honra, da autoria do recém-entrado Adilson Silva, que apareceu na cara de Eduardo e picou a bola por cima do guarda-redes forasteiro.

Fotos Leça FC 


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

LAVRENSE PERDE A INVENCIBILIDADE COM RAZÕES DE QUEIXA DA ARBITRAGEM

Estádio dos Dragões Sandinenses 
6ª Jornada da Divisão de Honra Série 1 AFP Árbitro: Fábio Alexandre 
Cartão Vermelho Carapau 44 
D. SANDINENSES 2 UD LAVRENSE 1 
Ao intervalo 0-0. Golos, Coutinho (70), Fradinho (72) Joca (74) 

D SANDINENSE: Coelho, Reis, Coutinho, Rogério, Joca, Maia, Rodrigo (António 85), Jorginho, Carlitos (Joel 85), Gonçalo (Marcelo 75) e Carapau. Treinador Carlos Santos UD 

LAVRENSE: Padrão, Coelho, Fradinho, Trivelas, Hulck (Tiago 55), Zidane (Noverça 38), Barreira, Batista (Diogo 78), Fábio (Anunciação 55), Léo e Luís Andrade (Tiago Neves 78) Treinador Nuno Gonçalves. 

 A fim de 6 Jornadas a equipa Lavrense perde a invencibilidade. 
 O Jogo não correu de feição, relvado muito pesado e uma arbitragem que manifestamente prejudicou o trabalho dos jogadores . 
 A primeira parte foi jogado muito sobre o meio do terreno, com transições de parte a parte que em nada resultaram. Antes do intervalo Carapau recebe ordem de expulsão 

 No segundo tempo Padrão guarda-redes Lavrense evita a vantagem dos Dragões ao defender uma grande penalidade e depois e em 4 minutos vieram os golos, primeiro os Dragões aos 70 minutos por intermédio de Coutinho, praticamente na resposta Fradinho repõe a igualdade na sequencia de pontapé de canto desviando de cabeça ao primeiro poste , dois minutos depois e de grande penalidade Joca coloca de novo os Dragões na frente. A partir daqui o árbitro assume o protagonismo, prejudicando a equipa visitante, primeiro não marca um penalty claro sobre Miguel Fradinho e depois anula um golo limpo ao Lavrense de uma forma um pouco sem se saber bem o porque…deixa os jogadores festejarem o golo do empate e depois volta atrás marcando um pretensa falta sobre um defensor da equipa da casa.

PADROENSE SAI DA PÓVOA A ZERO MAS COM UM PONTO NA ALGIBEIRA


Complexo Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim
7ª Jornada da Divisão Elite Pro Nacional Série 1 AFP
Árbitro: Diogo Araújo
VARZIM SC (B) 0 PADROENSE FC 0

VARZIM SC (B) : Martin, Rodrigues (Abdú 74), Cardoso, Matheus, Miranda, Filipe, Pablo, Diogo (Zé Carlos 85, Araújo (Luís 85), Igor (Rony 74), e Diegues. Treinador Thales Macedo

PADROENSE: Moreira, Li, Kang (David Yoo 76), Fábio, Taipa, Jinho (Mesquita 54), Xoura, Jardel (Gorito 76), Ricardinho (Estebainha 76) Juca e Pedro Oliveira (Caheira 54). Treinador João Costa

A primeira parte foi equilibrada, com alternância de domínio, em que as oportunidades (poucas) também foram repartidas.

A Segunda parte foi bem mais emotiva, entrando melhor no jogo os poveiros criaram duas boas oportunidades para abrir o marcador. Depois os visitantes tomaram conta do jogo criando várias oportunidades para marcar mas o desacerto dos Bravos de Matosinhos ma hora de atirar à baliza esteve longe da eficácia daí o nulo verificado no final da partida


Fotos de Jorge Peixoto 

domingo, 13 de outubro de 2019

LEÇA CAI DE PÉ EM LOUROSA E PERDE A LIDERANÇA


Estádio do Lusitânia (Lourosa)
Árbitro: Pedro Ferreira (Braga)
Cartão vermelho por acumulação a Paulo Tavares (90+3)
LOUROSA 2 LEÇA 1
Ao intervalo 0-0 Golos  Goba (58) Prazeres (64) e Paulo Tavares (90+2)

LOUROSA: Leonardo, Vitinha, Gil Dias (Paulo Tavares 51) Henrique  (Carvalho 24) Serginho, Paulo Grilo, Ministro, Diogo Cunha, Leo, Goba, Júlio Alves (Jaime 69) Treinador Rui Quinta

LEÇA: Cristiano, Zé Carlos, Cláudio, Pecks e Paulo Lopes, Nelsinho, Bruno Teles, Bruno Simões, Adilson (Vieira 59), Pedro Prazeres (Isaac 65), Van Zeller (Jair 94). Treinador Domingos Barros.

Alguma vez tinha que ser, dificilmente alguma equipa chega ao final da competição invicta, o Leça perdeu à 7ª Jornada, mas caiu de pé (90+2) no cair do pano que em nada belisca a excelente campanha que os leceiros tem vindo a realizar.
Jogo de grande grau de dificuldade para ambas as equipas, a valer a liderança, terminou com a felicidade para os locais
Primeiro tempo quase não existiu oportunidades de golo, num jogo muito tático, a turma de Domingos Barros anulou praticamente o Lusitânia em termos ofensivos, pecando um pouco no último terço do terreno
No segundo tempo os homens da casa entram com outra predisposição e assumiram com bastante perigo as despesas do jogo. Depois de 2 boas ocasiões desperdiçadas pelos locais, o golo chega aos 58 minutos com Carvalho assistir Goba que finaliza de cabeça.  A resposta do Leça não demorou muito e assistido por Van Zeller,  Pedro Prazeres atira a contar repondo a igualdade.  A té ao fim o Lourosa porfiou no ataque e foi feliz já em período de descontos, Paulo Tavares um ex leixonense faz o golo que tirou o Leça da liderança passando o Lourosa para essa condição. Nos últimos instantes da partida os leceiros queixam-se de uma grande penalidade que não foi assinalada a seu favor e que ao ser convertida lhe podia dar a continuidade da liderança.

Domingos Barros no final da partida
«Jogo rico em termos táticos. Na 1ª parte anulamos o Lourosa, faltou-nos uma melhor decisão no último terço.  Na 2ª parte o adversário entrou melhor e chegou ao golo, conseguimos reagir e chegamos ao empate. Os últimos 20 minutos foram sempre equilibrados, com ambas as equipas a tentarem chegar à vitória. Na parte final do jogo, fomos um pouco imaturos, e fomos apanhados mal posicionados num movimento do jogo em que isso não poderia acontecer. São estes momentos que nos fazem crescer.»

Foto Leça FC 

4ª VITÓRIA CONSECUTIVA VALE 3º LUGAR (PROVISÓRIO) NA TABELA


Estádio do Mar, em Matosinhos.
8ª Jornada da Segunda Liga (Ledman Ligapro)
Árbitro: Rui Costa (AF Porto).
LEIXÕES 1 CASA PIA 0
Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: André Claro, 41 minutos.

LEIXÕES: Ivo, Rui Silva, Bura, Pedro Pinto, Vítor Bruno, Amine, Luís Silva, Braga (Yoshi, 70), Derick, João Rodrigues (Alan Júnior, 77) e André Claro (Pana, 84). Treinador: Carlos Pinto.

CASA PIA: Rafael, Joel, Lucas, Caio Marcelo, Simão, João Coito (Rodrigo Dantas, 66), Sávio, Mateus Fonseca (Kikas, 83), Jorge Ribeiro, Wilson Kenidy e Tharcysio (Roncatto, 73). Treinador: Rui Duarte.

Leixões protagonizou uma primeira parte de sentido único e soube aproveitar um adversário que se mostrou macio e quase inofensivo, conseguindo o golo inaugural em cima do intervalo, como corolário de uma fase de forte assédio dos locais.
Um desvio de cabeça de João Rodrigues abriu as 'hostilidades' ao terceiro minuto de jogo, seguindo-se oportunidades de Pedro Pinto (sete minutos), Derick (16 e 35), antes de um cabeceamento de Braga (39) fazer a bola embater na barra da baliza lisboeta.
Aos 47 minutos, assistido por Amine, André Claro atirou ao canto mais distante para abrir o marcador, frente a um Casa Pia que teve num livre direto de Jorge Ribeiro (20), que Ivo afastou, a única real oportunidade para chegar ao golo.
Na segunda parte, o Casa Pia procurou trazer algo mais ao jogo, mas com a pontaria de Jorge Ribeiro (67 e 89) a continuar desafinada e com Ivo (74) a negar o empate a Caio Marcelo.
Mesmo assim, foi o Leixões quem continuou por cima no jogo, respondendo em dois lances de André Claro (66 e 68) cujos pontapés falharam o alvo.

Foto Duarte Rodrigues 

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

ALFAMA " BEBÉ DO ANO" NA PELE DE EDISON


Foi dado como morto e hoje é a mascote que dá vida ao Leixões
De tratar a relva a encarnar a personagem Edison, do estádio às escolas, do voleibol à natação, passando pelo futebol. Esta é a história de Júlio Alfama, o faz-tudo matosinhense que é um exemplo de superação
Júlio Alfama Leixões
Tratar da relva, pintar cadeiras das bancadas, colocar lonas de publicidade no estádio, ser roupeiro das modalidades, vestir a roupa de mascote… Aos 49 anos, Júlio Alfama é o faz-tudo do Leixões.

Desde que em 2009 deixou de trabalhar na oficina que este antigo pintor de automóveis passa os seus dias no Estádio do Mar. Está lá para o que for preciso, seja ao serviço do clube ou da SAD.
Não deixa de ser irónico que ele, que dá a vida pelo clube de Matosinhos, tenha já sido dado como morto. Morto mesmo. Não é figura de estilo.

«Foi em 1993, na antiga estrada 107, onde é agora a A28. De toda a gente que foi atropelada ali, ninguém ficou vivo; tirando eu», começa por recordar, detalhando: «Ao sair do autocarro, vindo do trabalho, dizem-me que fui atropelado por um carro a alta velocidade, mas nunca me lembro de ter atravessado ali. Deve ter sido, mas não me lembro de nada. Passado 15 dias, acordei no Hospital São João.»
Júlio esteve em coma, partiu as duas pernas, foi operado, demorou um ano e meio até voltar a andar sem muletas – ainda hoje tem graves problemas de coluna –, mas tornou-se um exemplo de superação.
No Mar, ele é pau para toda a obra: «Se for preciso alguma coisa, trato de fazer.»
«O bichinho» começou há mais de 20 anos ao acompanhar a equipa de futebol, sobretudo nos jogos fora: «Chegávamos a qualquer lado e parecia que jogávamos em casa. E depois houve aquela final da Taça no Jamor – em 2002, que o Sporting venceu por 1-0. Foi a vez que em vi mais leixonenses. Parecia que Matosinhos inteira estava lá…», recorda, antes de recitar de memória alguns jogadores dessa equipa de Carlos Carvalhal, que veio do terceiro escalão (II Divisão B) e fez frente ao campeão nacional.

Na pele de Edison
De tudo o que Alfama faz, o que mais o anima é vestir a roupa do Edison.
Criada há dois anos, a mascote do Leixões foi assim batizada em homenagem a Edison Magalhães, presidente histórico do clube na década de 1960, em cujo mandato o clube conquistou a Taça de Portugal (em 1961) e inaugurou o Estádio do Mar (1964), que faleceu precocemente em 1974, com 43 anos, vítima de acidente de viação.

A aposta nos miúdos da casa fez de Edison o pai dos «Bebés do Mar», a geração mais consagrada da história do clube.
«Vou a todos os jogos que posso como mascote: futsal, voleibol, natação… Ainda no sábado fui para a bancada, na supertaça de voleibol feminino frente ao FC Porto. Não me deixaram ir para junto da quadra…», lamenta, prosseguindo no mesmo tom: «Quando não há nada, até fico triste. Só não vou para os jogos de futebol como mascote porque ao intervalo tenho de ajudar a ajeitar a relva no campo. Não posso estar em dois sítios ao mesmo tempo. Às vezes, gostava», sorri por fim o sr. Alfama – «senhor, não!», adverte. Só Alfama. Ou só Júlio.
Adiante, que a descrição continua. «Vou às escolas também, às vezes com jogadores do futebol ou do voleibol. Algumas crianças já sabem que sou eu naquele fato. Às vezes, conhecem-me na rua, quando ando sem aquilo, e até me chamam “ó mascote!”», diz, contando-nos em seguida que este ano passou uns fins-de-semana vestido de Edison na barraquinha do clube no Senhor de Matosinhos.
Alfama gosta de vestir aquele fato para animar os miúdos. O problema é a enorme cabeça do boneco, que tem de tirar ao fim de algum tempo. «Faz calor e ardem-me as vistas. Agora, ao menos já furaram os olhos e dá para ver. Dantes, via-se muito mal. Até tinha medo de andar em degraus», justifica o homem por detrás da personagem, que às vezes tem de levar com as partidas dos jogadores.
«Ainda há uns tempos, no fim de um treino em que vieram muitas crianças de uma escola assistir, o Ricardo Barros, um jogador que não está cá, virou-se para os miúdos e disse ‘Agora, é cair tudo em cima da mascote!’ Bem… mandaram-me ao chão, arrancaram-me a cabeça e tal… Eu também gosto de me meter com os adversários. No jogo de apresentação dos veteranos, por exemplo, a primeira coisa que fiz foi ir ao balneário do adversário, o Custóias, ouvir a tática.»
No estádio, no pavilhão, nas escolas ou pelas ruas de Matosinhos, o objetivo de Alfama é sempre o mesmo: colocar um sorriso na cara de quem por ele passa. Recentemente, a mascote foi protagonista de algumas iniciativas do Leixões para as redes sociais, como uma caça ao bilhete.
Já recebeu até um convite da Fundação do Gil, que estava a organizar um encontro de mascotes dos clubes no Parque das Nações. O evento, porém, não foi por diante.

De faz-tudo a «Bebé do Ano»
Mesmo quando não encarna no colorido Edison, Júlio Alfama anda sempre vestido à Leixões. O polo com o emblema é a sua imagem de marca e até já lhe trouxe dissabores com as autoridades.
«Houve um dia que fui parado pela polícia às três da tarde… Queriam a identificação, depois já não quiseram. Houve um polícia que me disse “você não devia de andar assim vestido…” Davam-me a entender que não gostavam que eu andasse com o símbolo do clube e pegaram comigo por causa disso, mas não adianta… Até faço pior», alerta, continuando: «Às vezes, ia a Paços de Ferreira visitar os meus sogros e ia lá para a sede do Paços vestido à Leixões. Diziam-me: “qualquer dia és proibido de entrar aqui”. Mas nunca tive problemas.»
A sua vida é dedicada ao Leixões e a própria família está ciente disso. «Sou da Foz, mas desde 1993 vim morar para Matosinhos e mesmo já estando na terceira casa nunca saí aqui da volta do Estádio do Mar. Agora, moro nos prédios vermelhos mesmo aqui à beira», diz, antes de lhe perguntarem se fica para almoçar no estádio. «Não, não… Vou almoçar a casa, que eu passo aqui o dia. A minha mulher já me disse: “Só falta levares a cama e dormires lá”.»
Já a filha, de 20 anos, não aprecia que Alfama seja o boneco do Leixões: «Ela nem pode ouvir falar que o pai é mascote. Não gosta. Antigamente, eu trazia-a aqui quando era pequena. Ela conhecia os jogadores todos, vinha pedir autógrafos, mas agora cresceu… Sabe como é…»
Mais dia, menos dia, a sua descendente acabará por perceber que, mais do que mascote, o pai é, no fundo, um pedaço generoso da alma leixonense.
Umas vezes a animar os pequenos, outras a tratar da relva do Mar: «Ajudo o sr. José, que é o responsável. Ajeito e marco o campo, coloco os tufos de relva no sítio, desenho as linhas com cordas nas medidas certas…»
Como que involuntariamente, Alfama resume o seu desígnio: «O espírito é estar onde faz falta.»
Não por acaso, este ano ele foi premiado na gala do clube com o «Bebé do Ano», a mais alta distinção do emblema matosinhense.
Oliveirinha, herói que marcou o golo na final da Taça, em 1961 – quando Edison Magalhães era presidente – subiu ao palco para entregar o prémio.
Naquele momento, mesmo não o querendo, Alfama ter-se-á sentido um senhor. Senhor, sim. O «Senhor Leixões».

Fonte: Sérgio Pires MAISFUTEBOL

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

CICLO DE VITÓRIAS DO LAVRENSE TRAVADO EM CASA


DIVISÃO DE HONRA AF PORTO SÉRIE 1
5ª JORNADA
Complexo Desportivo de Lavra
Árbitro Pedro Vieira
UD LAVRENSE 0 DES. PORTUGAL 0

UD LAVRENSE: Padrão, Coelho, Trivelas, Mesquita, Zidane (Ruizinho 80), Barreira, Batista, Tanque (Hulck 57), Noverça (Rui 57, Diogo 80), Luís André e Anunciação. Treinador Nuno Gonçalves .

D. PORTUGAL: Nando, Pedro, Fábio (Saná 68), Dias, Júlio, (China 68), Castro, Russo, Mini Goma, Paulinho (Bicas 22), Carneiro (Lucho 57) e Bruninho. Treinador Ricardo Teixeira
.
Nem sempre que tem mais bola, mais insistência no ataque vence!
De facto a equipa Lavrense foi aquele que desde o início foi à procura dos três pontos. A equipa do Desportivo com a lição bem estudada, foi encurtando as linhas e de quando em vez utilizar mais o físico impondo alguma agressividade nos lances, facto que jamais os homens da casa se adaptaram.
Perto do fim Mesquita de pontaria muito afinada atirou ao poste da Baliza de Nando e já em período de descontos Barreira teve na sua cabeça os três pontos mas atirou por cima quando tinha tudo para ter êxito.
O Lavrense mantém a liderança com 13 pontos fruto da excelente campanha que vem vindo a realizar (4 vitórias e um empate)
Próxima jornada a equipa de Lavra vai até Gaia para defrontar os D. Sandinenses   

domingo, 6 de outubro de 2019

LEÇA CEDE EMPATE EM CASA MAS CONTINUA LÍDER INVICTO


Estádio do Leça FC, em Leça da Palmeira
6ª Jornada do Campeonato de Portugal
Árbitro: Joel Vale
Cartão vermelho a Macaco (13` no banco de suplentes)
LEÇA FC 1 CANELAS 2010 1
Ao intervalo, 0-0, Golos Bruno Simões (46) Baba Zakari (63)

LEÇAFC: Cristiano, Zé Carlos, Cláudio, Pecks, Samuel Teles, Nelsinho, Bruno Simões, Pedro Prazeres, Adilson Silva e João Van Zeller. Treinador Domingos Barros
Suplentes Utilizados: João Paulo, João Paulino e Vieira.

CANELAS 2010: Raphael Mello, Luís Simão, William Salomão, Nando, Vítor Fonseca, Manuel Pami, Francisco Sousal, Bruno Costa, Samu, Fábio Rola e Baba Zakari. Treinador Tiago Margarido
Suplentes Utilizados: Rafa, Léo e Emerson.

O Leça interrompeu uma série de vitórias no campeonato (5) fruto do empate caseiro frente ao Canelas 2010 na 6ª jornada do Campeonato de Portugal.
Jogo muito disputado, repartido e sem grandes oportunidades de golo.
1º parte, “nem foi carne nem foi peixe”, as equipas perfeitamente encaixadas uma na outra atingiram o intervalo  empatadas a zero…o maior destaque do primeiro tempo vem com a expulsão de Macaco aos 13 minutos que no banco protestou e Joel Vale árbitro do encontro mostrou-lhe a cartolina amarela de seguida e na sequência de mais protestos proferidos pelo líder da claque dos dragões é lhe dada a ordem de expulsão acompanhada com cartão vermelho.

No segundo tempo o Leça (líder isolado da Série B) entra praticamente em vantagem, fruto de uma grande jogada de Zé Carlos que pelo corredor direito e em velocidade deixa Nando para trás e assiste Bruno Simões que de pé direito atira a contar.
O jogo volta à tónica dos primeiros 45 minutos, sem grandes oportunidades e disputado no meio do terreno…e foi de bola parada que os visitantes chegaram à igualdade, Livre da direita apontado por Bruno costa e de cabeça e com alguma felicidade,  Baba Zakari marca, contando com a “ ajuda “ de Cristiano que nos pareceu mal batido.  
Até ao final, mais uma oportunidade para cada lado para desfazer o empate que se verificou no final da partida.   
  
Domingos Barros técnico leceiro no final da partida
Não foi o resultado que queríamos, não conseguimos impor o nosso jogo, mas julgo que fomos superiores durante a partida. Jogo intenso, mas mal jogado.” 

Fotos Anabela Delgado 

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

LEÇA COM "10" FOI TOMBA GIGANTE NA TAÇA DE PORTUGAL


Estádio do Leça FC em Leça da Palmeira
Segunda eliminatória da Taça de Portugal
Árbitro: António Nobre (AF Leiria).
LEÇA FC (CP) 0 OLIVEIRENSE (II LIGA) 0
4-3 Nas grandes penalidades

LEÇA: Gustavo Galil, Zé Carlos, Pecks, Cláudio Borges, João Pedro, Nelsinho (João Paulino, 116), Samuel Teles, Jair (João Paulo, 60), Isaac Boakye, Adilson Silva (Vieira, 76) e Pedro Prazeres (João Van Zeller, 90+3).

OLIVEIRENSE: Coelho, Alemão, Michael Douglas, Wellington Silva, Diogo Clemente, Paraíba, Oliveira (Marcos Júnior, 78), Fabinho (Serginho, 106), Agdon (Sérgio Ribeiro, 87), Neto Costa (Miguel Silva, 64) e Mohamed Bouldini.

O Leça aproveitou o facto de ter sido repescado da eliminatória anterior e foi TOMBA GIGANTE
Nem o facto de se ver reduzido a 10 elementos (Cartão vermelho para Isaac Boakye ) aos 70 minutos, condicionou a exibição leceira, pois soube sofrer e responder com classe às investidas da Oliveirense. Numa partida de 120 minutos sem golos o desempate veio através das   grandes penalidades, Gustavo Gali foi o herói da tarde mas quem carimbou o passaporte para a eliminatória seguinte foi o cabo-verdiano João Paulo

Próximo confronto os Leceiros voltam a Leça da Palmeira para defrontar o Canelas Gaia para o campeonato

Treinador Domingos Barros no rescaldo da passagem à 3ª eliminatória da Taça de Portugal
Demoramos a entender a dimensão física do encontro nos primeiros minutos, mas após equilibrarmos  esse momento do jogo, penso que fomos superiores durante a 1ª parte.
A segunda metade o jogo, teve uma toada de equilíbrio. A partir do momento da expulsão tivemos de nos reorganizar, e conseguimos ser sempre competitivos, mesmo em inferioridade numérica tivemos as nossas chances e nunca nos sentimos inferiores ao adversário.
Pelo contexto do jogo, provamos que somos uma verdadeira equipa‼
Nos penaltis fomos competentes, e fomos recompensados. Os atletas estão de parabéns, mereceram a vitória.
Uma palavra para os de sempre...uma vez mais os nossos adeptos foram importantes durante todos os capítulos deste jogo‼” 

Foto Leça FC 

FÁCIL…COM BIS DO CAPITÃO EM DIA DE ANIVERSÁRIO


Estádio António de Almeida Correia Foni, em Alcochete.
Segunda eliminatória da Taça de Portugal
Árbitro: Luís Máximo (AF Castelo Branco).
Alcochetense - Leixões, 0-4.
Ao intervalo: 0-2. Marcadores: Luís Silva, (26 e 49 ) Junior Sena, (33) .Tarzan, (87)

Alcochetense: Vital, Duarte, Gaspar, Paiva, Bulhão, Piqueira, David Pinto, Mimi (Mota, 55), Fialho (Luís Gaspar, 46), Ruben Guerreiro e Ismael (Ruizinho, 55). Treinador: Pedro Duarte.

Leixões: Ivo, Rui Silva, Pedro Pinto, Bura, Vítor Bruno, Luís Silva, Paná, Júnior Sena (Braga, 63), Derick, Harramiz (Tarzan, 63) e André Claro (Graça, 78'). Treinador: Carlos Pinto.

O Leixões está na 3ª eliminatória da Taça de Portugal
O conjunto de Matosinhos nem sequer precisou de forçar para carimbar a passagem à eliminatória seguinte numa partida em que o técnico Carlos Pinto não fez poupanças nos jogadores mais utilizados e aproveitou para um treino competitivo ligeiro.
A primeira ocasião até pertenceu ao Alcochetense, num remate de Fialho à entrada da área que passou a centímetros da barra de Ivo, mas nem esse lance agitou os visitantes que mantiveram sempre a toada de posse e circulação de bola, à espreita dos erros da equipa da casa, que acabariam por surgir com naturalidade em função da diferença de valor de ambos os conjuntos.
Aos 26 minutos, no seguimento de um cruzamento de Júnior Sena, a defesa do Alcochetense cortou para a zona de tiro frontal, onde surgiu Luís Silva embalado para inaugurar o marcador.
Depois, foi Júnior Sena a fazer o segundo (33), empurrando de primeira, já dentro da pequena área de Vital, um cruzamento de Derick, antes de Luís Silva, já na segunda parte (49), ampliar para 3-0 num lance tirado quase igual ao do primeiro golo.
Com o decorrer do tempo, a diferença de poderio físico entre as equipas acentuava-se cada vez mais e os 'lobos do mar' foram desperdiçando uma ou outra ocasião, nomeadamente com Luís Silva a acertar no poste no seguimento de um livre (72) e Derick, isolado, a permitir o corte no último instante (75).
A supremacia do Leixões acabou mesmo por ficar ainda mais vincada quando Tarzan, que saiu do banco para render Harramiz, fechou a contagem da partida (87) ao concluir na pequena área, sem oposição, um lance de entendimento do lado esquerdo do ataque leixonense.

Foto DR. 



segunda-feira, 23 de setembro de 2019

LAVRENSE VENCE E LIDERA ISOLADO


Complexo Desportivo de Lavra
3ª Jornada AF Porto Divisão Honra Série 1
Árbitro: Ivo Xavier
UD LAVRENSE 1 CASTÊLO DA MAIA 0
Ao intervalo, 0-0 Golo Mesquita aos 68 minutos

LAVRENSE: Padrão, Fradinho, Trivelas, Mesquita, (Vasco Batista 90), Zidane (Ruizinho 90), Henrique Valmor (Noverça 46) Barreira, Batista, Hulk (Gandarela 79), Luís André e Léo (Anunciação 79) Treinador Nuno Gonçalves.  

CASTÊLO DA MAIA: Polvo, Martins, Luís, Rafa, Russel (Lpoes 90+2), Jorge (Crespo 68), Suiço, Ivo, Fabinho (Quinando 68), Mendes (Carreira 68) e Cardoso ( Lima 46). Treinador Pedro Pontes.

Apesar do um único golo na partida, foi um espetáculo digno de ser visto com as duas equipas à procura da vitória e consequentemente isolar-se na tabela em termos de liderança.
O Lavrense entrou melhor com duas grande chances para se adiantar no marcador . O Castêlo responde de igual forma pondo em sentido o sector mais recuado Lavrense.
Foi já na etapa complementar e aos 68 minutos o único golo do jogo de boal parada, Livre superiormente apontado por Mesquita. Em ritmo de parada e resposta com oportunidades repartidas sempre em ritmo bastante alto, o jogo chegou ao fim sem que as redes fossem violadas. A equipa de Nuno Gonçalves conseguiu três preciosos pontos que lhe permite liderar isolado à 3ª Jornada fazendo o pleno de vitórias.
De salientar também a boa moldura humana que compôs quase por completo a bancada central. Boa Arbitragem

Fotos UDL 

PADROENSE PERDULÁRIO EMPATA EM CASA



Estádio do Padroense, Padrão da Légua - Senhora da Hora
4ª Jornada AF Porto Divisão de Elite - Pro-nacional Série 1
Árbitro: Pedro Silva
PADROENSE FC 1 ERMESINDE 1936 1
Ao intervalo 1-1. Golos Estebainha (12) e Beré (44)

PADROENSE: Moreira, Li (Lico 46), Kang, Carlos Pinto (Dani 76) Balito, Gorito (Nico 60), Xoura, Juca (Jardel 60), Estebainha, Ricardo e Mesquita (Cacheira 60). Treinador João Costa.

ERMESINDE: Sérgio, Daniel Félix, Pedro, João Machado, Pantir, João Fernandes (Marco 68) João Lindo, Ricardo (Quim 46) Rafa (Neto 80), Deco (Oliveira 80) e Beré (Herdeiro 80). Treinador Jorge Lopes.

Depois do equilíbrio nos minutos iniciais Estebainha aproveitou uma desconcentração defensiva do Ermesinde e marcou o primeiro da tarde. Tónico para a equipa comandada por João Costa que a partir do golo embalou para uma boa exibição desperdiçando algumas boas oportunidades, umas vezes por manifesta falta de pontaria outras por paradas do guardião Sérgio. O Ermesinde nesta fase do jogo também dispôs de algumas chances mas foi Juca que voltou a ameaçar a baliza forasteira. O Ermesinde é mais feliz e em cima do intervalo empata o jogo com um golo de Beré.

No segundo tempo só deu mesmo Padroense em termos ofensivos e só não conseguiu os três pontos porque encontrou uma guarda redes inspirado e que foi capas de segurar o empate para sua equipa fazendo defesas extraordinárias.
Resulta que penaliza mais a equipa do Padroense que esteve bem melhor no jogo criando várias situações de golos.  
Com este resultado o Padroense baixa para a 5ª posição agora dois pontos do primeiro.

Fotos Jorge Peixoto


VITÓRIA SUADA QUANDO TINHAM TUDO PARA VENCER TRANQUILAMENTE


Estádio municipal de Amarante
Campeonato de Portugal Série B – 5ª Jornada
Árbitro: José Bessa
AMARANTE 3 LEÇA FC 4
Ao intervalo, 0-3, golos de Adilson (5, 31 e 36) Pedro (49), Cissé (53) Junca (57) e Paulo Lopes (85)  

AMARANTE: Carlos, Simão, Pedro, Piquet, Romeu (Varela 40), Marquinhos (Junca 40), Lamelas, Alex Silva (Edi 90) Ricky, Sampaio e Cissé. Treinador Mauro Silva

LEÇA: Cristiano, Zé Carlos, Cláudio, Peks e Paulo Lopes, Nélsinho, Bruno Simões (Jair 70), Teles, Isaac (João Pedro 90), Pedro Prazeres (João Paulo 80) e Adilson. Treinador Domingos Barros.

O Leça (líder da classificação) quase deita tudo a perder dada a displicência demonstrada no segundo tempo…mas Paulo Lopes na parte final carimbou mais três pontos para os verde e brancos.
7 golos num só jogo é por si só é sinonimo de espetacularidade.
Com duas partes bem distintas, a primeira o destaque vai direito para Adilson que fez um hattrick. Os Leceiros sempre focados nos três pontos fazendo jus à condição de lideres da prova e fruto do seu melhor futebol, chegaram à vantagem confortável de 3 golos sem resposta.

Não foi por falta de aviso que os leceiros quase ponham tudo a perder no segundo tempo…vindo das cabines alertados para a reação do adversário, os homens comandados por Domingos Barros, displicentes permitiram a reação amarantina que em menos de quinze minutos restabeleceram a igualdade. Depois o Leça puxando dos galões volta ser Leça, concentrado, agressivo na recuperação de bola e eficaz nas transições, chama si de novo o comando do jogo…a cinco minutos do fim o capitão Paulo Lopes bateu Carlos e garantiu o triunfo para a sua equipa que continuou a bater-se pela vitória mesmo consentido o empate de uma forma incrível.

Análise de Domingos Barros treinador do Leça FC  
“Os Primeiros 45 minutos foram fantásticos da nossa equipa , que nos permitiu ir para o intervalo com 3 golos de vantagem!  Saímos da cabine alertados para a reação do Amarante, e de uma forma inadmissível  aos 57 minutos o jogo estava empatado. Uma entrada desastrosa na segunda parte.  A partir desse momento voltamos a ser LEÇA e dispusemos de algumas situações  para vencer o jogo. Chegamos à vitória  com inteira justiça, mas é inadmissível o nosso comportamento no início da segunda parte".

Fotos DR. 


JUSTIÇA AO CAIR DO PANO!


6.ª jornada da 2ª Liga.
Estádio do Mar, em Matosinhos.
Árbitro: André Castro (AF Aveiro).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para João Pedro (18), Umaro Umbaló (22), Pedro Henrique (87) e Svilar (89).
Leixões - Benfica B, 1-0.
Ao intervalo: 0-0. 1-0, André Clóvis, 90+3 minutos.

Leixões: Stefanovic, Rui Silva, João Pedro (Pedro Pinto, 46), Bura, Vítor Bruno, Amine, Luís Silva, Júnior Sena, João Graça (Derick, 59), Harramiz e André Claro (André Clóvis, 74).Treinador: Carlos Pinto.

Benfica B: Svilar, João Ferreira, Kalaica, Morato, Frimpong, Mendes (Rafael Brito, 79), Vukotic (Chrien, 75), Tiago Dantas, Umaro Embaló, Rodrigo Conceição (Pedro Henrique, 70) e Nuno Santos. Treinador: Renato Paiva.

O Leixões venceu este domingo o Benfica B, por 1-0, no Estádio do Mar, em Matosinhos, jogo referente à 6.ª jornada da Liga 2.
Depois de uma primeira parte equilibrada, os segundos 45 minutos foram praticamente de sentido único: o da baliza defendida por Svilar.

Não nos lembramos de um “ massacre” igual, no Estádio do Mar…45 minutos de futebol ofensivo total, ora em transições, ou em posse, o Leixões jogou sempre com os olhos na baliza à guarda de Sivlar. Os lances de perigo sucediam-se, mas a bola não entrava.  O Benfica B mais parecia um equipa pequena que apenas não queria perder, completamente transfigurada desde os primeiros 45 minutos, usaram a estratégia “do deixa andar”, simulando lesões, fazendo com o tempo passa-se sem se jogar. Mas o Leixões foi uma equipa que nunca desistiu de chegar ao golo,  até que, aos 90+3 minutos, aproveitando um cruzamento da esquerda de Derick,  André Clóvis encostou ao segundo poste, quebrando a resistência encarnada do Seixal

Com este triunfo o segundo consecutivo, a equipa de Matosinhos sobe ao 5º lugar da tabela com 11 pontos, entrando na luta da subida, objetivo da “Armada do Mar”


Fotos Duarte Rodrigues 

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

DÉRBI COM PULMÃO, GOLOS E MUITA EMOÇÃO


2ª Jornada Divisão de honra AFP
Complexo Desportivo Leça do Balio
Árbitro: Armando Mendes
Arbitragem excelente sem influencia no resultado
LEÇA DO BALIO 2 LAVRENSE 3
Ao intervalo, 1-1 Golos, Barreira (40) André Ribeiro (42), Mesquita (73), Hugo (82) e Hulk (87)

DL BALIO: Diogo, Hugo, Queimado, Tiago, Bruno Damas (Daniel 75) André (Nélson Batista 75), Luís (Marco Ferraz 75), Francisco (Zé Henriques 83), Félix, Carlos Diogo e Fábio Loureiro. Treinador Júlio Silva

UD LAVRENSE: Padrão, Fradinho, Trivelas, Mesquita,  Zidane (Hulk 79), Valmor Henrique (Léo 79), Barreira, Batista, Fábio Ferreira (Noverça 79) Luís E anunciação (Gandarela 46) . Treinador Nuno Gonçalves.

 Grande jogo disputado em Leça do Balio, com muita emoção, golos e a incerteza do resultado final até ao fim.
Muita entrega por ambas as equipas, com a equipa Lavrense a entrar melhor, jogando com a bola pelo chão e impondo velocidade, pelo outro lado, um jogo mais direto, tornando o espetáculo muito atrativo em ritmo de parada e resposta.
Os visitantes chegam ao golo através de bola parada, Parreira desvia de cabeça abrindo o marcador. Praticamente na resposta e de forma rápida apanhado a defensiva Lavrense na “curva” os da casa igualam a partida por intermédio de André Ribeiro.
No segundo tempo a toada não se alterou, bola lá e bola cá…chegou a vez de Gandarela em lance individual a descobrir Mesquita que de fora da área bate de novo o guardião Diogo.
O Leça do Balio não desarma e por duas vezes esteve perto de empatar mas Padrão segura a vantagem dos visitantes. Depois de tanta insistência no ataque os Balienses chegam à igualdade por Hugo. Quando já todos se preparavam para dividir os pontos, eis que Hulk já em período de descontos faz o golo dando os três pontos à sua equipa, conseguindo o pleno de vitórias em duas jornadas.      

COM HONRAS DE TELEVISÃO, LEÇA VENCE E ASSUME LIDERANÇA ISOLADO



Estádio do Leça em Leça da Palmeira
4ª Jornada da Série B do Campeonato Portugal  
Árbitro: Marco Cruz (Porto)
LEÇA 1 VALADARES 0
Ao intervalo 0-0 Golo  Isaac (78)

LEÇA FC. Cristiano, Zé Carlos, Pecks, Cláudio , Paulo Lopes, Teles, Nélsinho, Bruno Simões,  Pedro Prazeres (Vieira 66), Isaac (Jair 89), Adilson. Treinador Domingos Barros

VALADARES GAIA: Igor, Júnior, Quishini, André Cosme, Vitor Lobo (Cristiano 75), Fábio, Pedro Silva, Jonathan (George 54), João Sousa, Taofiq, João Beirão (João Rodrigues 62). Treinador Alexandre Ribeiro

Em encontro com honras de televisão (Canal 11 com a chancela da FPF) Leça engalanou-se e fez jus à condição de equipa 100 % vitoriosa na série B.
Vindo de uma derrota em Gondomar para a Taça de Portugal (O Leça foi repescado para a 2ª eliminatória)  Venceu o Valadares Gaia por uma bola a zero com tento Leceiro a ser apontado por Isaac.

Esquecendo por completo a derrota em Gondomar (mal menor pois o Leça continua na prova) a equipa de Domingos Barros entrou forte e determinado, num jogo de parada e reposta. Zé Carlos primeiro e depois Pecks estiveram à beira de marcar para os leceiros. Enquanto os visitantes apenas por uma vez ameaçaram a Baliza do Leça com bastante perigo.
O segundo tempo a toada foi de equilíbrio, sempre com o Leça com os olhos focados na Baliza de Igor, espreitando a melhor oportunidade, que surgiu à passagem do minuto 78, e aí Isaac não se fez rogado e fez o único golo do encontro.    



Domingos Barros no rescaldo da vitória
 “Encontramos um Valadares muito bem organizado, a tentar impedir o nosso jogo interior e a procurar ganhar os duelos nos corredores. Fomos pacientes, nunca nos desorganizamos, desgastamos bastante o adversário e com alguma naturalidade chegamos ao golo. Vitória justa da nossa equipa

Fotos Leça FC 


LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO



LEÇA FC EQUIPAS QUE FIZERAM HISTÓRIA

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FC INFESTA GRANDES EQUIPAS

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PADROENSE FC EQUIPA QUE SUBIU Á II NACIONAL

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SC SENHORA DA HORA EQUIPAS

SC SENHORA DA HORA EQUIPAS


CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA

UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA


FC PERAFITA AS SUAS EQUIPAS

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D LEÇA DO BALIO

D LEÇA DO BALIO

OS LUSITANOS SCFC

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