RÁDIO CIDADE MATOSINHOS

quinta-feira, 9 de abril de 2020

"FALTOU CONSISTÊNCIA À NOSSA TEMPORADA"

O central do Leixões Pedro Pinto salientou que "faltou consistência à nossa temporada" para conseguir outra posição na classificação até ao momento, em declarações ao Record.

"O objetivo do Leixões no início da época era a subida de divisão, mas neste momento essa é uma meta quase impossível. Começamos bem, mas faltou consistência à nossa temporada. Perdemos alguns pontos com equipas contra as quais não devíamos ter perdido e ficamos longe do nosso objetivo", mencionou.

"A época a nível individual tem corrido bem e sinto que tenho ajudado o Leixões, clube que me deu tudo. Gostava de subir e jogar com o Leixões na I Liga", vincou.

O central elogia os métodos do experiente Manuel Cajuda, revelando ser "uma pessoa bastante engraçada".

"Ele tem os seus métodos e é uma pessoa bastante engraçada. Aprendemos muito e tem-nos mostrado muito daquilo que foi vivendo ao longo da carreira", relatou o central de 25 anos.

Depois de uma passagem pelo Vitória de Setíbal e Arouca, esta época Pedro Pinto regressou ao Leixões, onde cumpriu toda a sua formação.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

quarta-feira, 8 de abril de 2020

"OS CAMPEONATOS DEVEM CONTINUAR MAS QUANDO É QUE VOLTAMOS EM QUE CONDIÇÕES"

O treinador do Leixões, Manuel Cajuda, apontou que os campeonatos profissionais devem continuar mas pergunta "quando é que voltamos, em que condições", em declarações à SPORTTV.

"Não tenho falado muito com os jogadores, só falo com os capitães todos os dias e com três ou quarto jogadores porque as realidades de todos são diferentes e também os seus tipos de trabalho e penso que esta situação de emergência que nunca vivi e tenho 68 anos nos faz criar novos desafios, novas perspetivas", salientou.

Manuel Cajuda acha "engraçado" que todos os intervenientes com poder dentro da Liga esteja muito preocupado como vai acabar o campeonato sem "analisarmos quando vamos voltar à competição".

"Há uma ideia que acho engraçada com todos estarem preocupados quando é que vai acabar o campeonato sem saberem minimamente quando se vai reativar o campeonato. Sou da opinião de que os campeonatos devem continuar mas quando é que voltamos, em que condições", apontou.

"Faz me alguma confusão colocar datas para a conclusão da competição sem analisarmos quando vamos voltar à competição e isto é um desafio interessante. O nosso futebol é pouco intenso em relação aos outros campeonatos mais fortes da Europa, com que tipo de intensidade os meus jogadores vão entrar em campo, que tipo de metodologias vamos utilizar", mencionou.

O experiente treinador de 68 anos que chegou ao Leixões em janeiro referiu que é muito importante realizar "uma pré-época" antes de regressar a competição.

"Acho que era importante uma pré-época antes de regressarmos à competição, penso que tem sido um erro não falar com os treinadores que são os que conseguem na prática fazer com que as equipas joguem. Aqui há desafios que serão muito bons para os treinadores. É preciso delinear uma série de recuperações que estávamos a fazer e seguramente que quero que a equipa faça", frisou.

Manuel Cajuda afirma que está a cumprir a sua quarentena sem problemas.

"Estou a cumprir na normalidade a quarentena, com as regras que nos são mais ou menos impostas pela DGS. A cuidar de mim, da minha família, não posso criar problemas", disse.

O campeonato da II Liga está suspenso desde 11 de março e pode regressar a partir de 29 de maio caso não exista o estado de emergência ativado em Portugal resultado da estabilização da pandemia no país e da passagem do pico.


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Diogo Bernardino

LEÇA, FREIXIEIRO E LEÇA DO BALIO PODEM CANDIDATAR-SE A LINHA DE CRÉDITO DA FPF

O Leça, Freixieiro e Leça do Balio além de 240 formações dos campeonatos nacionais não profissionais podem candidatar-se à nova linha de crédito da Federação Portuguesa de Futebol de 4,7 milhões de euros, anunciou a Federação.

Esta linha de crédito junta-se a um milhão de euros que a Federação abriu a 19 de março, assim a Federação disponibiliza 5,7 milhões de euros de fundo.

"As regras de acesso ao fundo serão conhecidas em breve e o objetivo da iniciativa é garantir que os clubes cumprem com os compromissos estabelecidos para esta época com jogadores e treinadores", salientou a Federação", mencionou.

"A FPF reforçará também a sua participação no Fundo de Garantia Salarial e manterá com o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol e a Associação Nacional de Treinadores de Futebol monitorização permanente da situação dos jogadores que competem nas provas nacionais não-profissionais seniores e dos treinadores que exercem atividade nestas competições", revelou.

Além das formações que competem no campeonato de Portugal, na primeira e segunda liga portuguesa de futsal masculino, na primeira e segunda divisão de futebol feminina, as 22 associações, como a AF Porto vão poder candidatar-se ao fundo.

As multas e os custos dos processos disciplinares estão suspensos até a pandemia da COVID-19 estiver estabilizado e Portugal chegar à quarta fase da normalidade total, neste momento está na segunda como refere o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa revelando que se a população respeitar as diretrizes da DGS e se não ocorrer o pico da pandemia em maio o país chega à terceira fase de devolver alguns direitos à população e a realização de testes de imunidade patológica.


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Diogo Bernardino 

PRESIDENTES DA II LIGA CERRAM ENTRADAS A JOGADORES QUE RESCINDAM UNILATERALMENTE

Os presidentes da II Liga, onde está incluído o da SAD do Leixões Paulo Lopo cerram a entrada no seu plantel de jogadores que rescindam unilateralmente os contratos, revelou a Liga Portugal em comunicado.

"Os Presidentes dos clubes da LigaPro decidiram em conjunto, e após reunião com o Presidente da Liga Portugal, Pedro Proença, que nenhum dos emblemas deste escalão avança para a contratação de um jogador que rescinda unilateralmente o seu contrato de trabalho, evocando questões provocadas pela pandemia do Covid-19 ou de quaisquer decisões excecionais decorrentes da mesma, nomeadamente da extensão da época desportiva", revelou o comunicado.

Com esta decisão o Leixões não vai contratar jogadores na época 2020/2021 que decidam rescindir o contrato unilateralmente com o clube que nesta altura representam.


Fonte da Foto: Liga Portugal


Diogo Bernardino

TERMINOU ÉPOCA 2019/2020 PARA CLUBES MATOSINHENSES NA AF PORTO

A época 2019/2020 dos campeonatos distritais séniores da AF Porto, onde estão clubes matosinhenses no futebol e futsal terminou e todos se mantém na mesma divisão, revelou em comunicado a associação.

"Nessa medida, e conforme já perspetivado, a Associação de Futebol do Porto dá por concluídas todas as competições seniores (futebol, futsal e feminino). Em igualdade de circunstância com o já determinado nos escalões jovens, subirão à divisão superior os Clubes que se encontrarem nos lugares de acesso (ou seja classificados nos primeiros lugares) na data em que foi determinada a suspensão das provas (10 de Março de 2020), não havendo, consequentemente, descidas. Se no escalão de topo superior não ocorrerem subidas para o nacional, excecionalmente, este escalão, sofrerá o aumento necessário para inclusão dos clubes devidos, situação que será corrigida na época seguinte", revelou o comunicado.

Com esta decisão, no futebol, o Infesta e o Padroense mantém-se na Divisão de Elite, o Lavrense, o Custóias e o Leça do Balio na divisão de honra, o Aldeia Nova, o Lusitanos, o Perafita e o Senhora da Hora na 1.ª divisão e o Gatões e o Ventura na 2.ª divisão.

O Infesta e o Padroense vão ter a companhia do Candal e do Pedrouços; o Lavrense, o Custóias e o Leça do Balio o Valonguense e o Leverense; o Senhora da Hora, o Aldeia Nova, o Perafita e o Lusitanos vão ter o Pedras Rubras B e o Mociedade Sangemil.

No total caso o Salgueiros e o Foz sobem ao CP, esta passa a manter-se com 16 clubes, mas casos se mantém esta será realizada entre 18 clubes e descem quarto nessa época, para voltar aos 16 clubes por série que está actualmente, o que será uma exceção na próxima época.

Segundo uma lei que está presente no regulamento de competições da AF Porto este refere que no artigo 118.06 sobem ao Campeonato da Divisão Elite Pró‐Nacional o Clube campeão, e ainda os clubes necessários por ordem classificativa, para que aquela divisão seja composta por trinta e dois (32) clubes".

No futsal ainda vão decidir a quem atribuir as subidas à Divisão D´Elite (Apenas ao 1.º classificado ou também às seis equipas que estavam em zona de Apuramento para a Fase Subida na altura da suspensão das provas) e à Divisão de Honra (Aos vencedores das séries da I Fase ou às seis equipas que iriam disputar a Fase de Subida).

Com esta decisão, ainda vão ser decididos em conjunto com a Federação Portuguesa de Futebol se os primeiros classificados da Divisão de Elite de futebol e futsal sobem aos campeonatos nacionais ou se vão manter na mesma divisão.


Fonte da Foto: AF Porto


Diogo Bernardino



FIFA REVELA QUE CONTRATOS PRORROGAM ATÉ "AO FINAL REAL DA ÉPOCA"

A FIFA revela que os contratos dos jogadores dos clubes profissionais são prorrogados até "ao final real da época" o que significa até 03 de agosto deste ano os jogadores permanecem no clube.

Com esta decisão da FIFA os jogadores do Leixões vão manter-se no clube até ao dia 03 de agosto de 2020, mas caso queiram rescindir o contrato por justa causa devido à pandemia, os clubes da I Liga acordaram não contratar jogadores nessa situação.

Assim em relação aos contratos os jogadores só começam o contrato da época 2020/2021 no começo 'real da temporada' ou seja a partir de 04 de agosto.

"Caso existam temporadas sobrepostas, a prioridade deve ser atribuída à equipa que detinha os direitos do jogador no início da temporada", menciona a FIFA.

Em relação ao mercado de transferências o primeiro começa em agosto e termina em outubro, já o segundo pode ir em fevereiro. O objetivo da Liga Portugal passa por começar a próxima época em outubro.

Em relação aos lay-off's e aos cortes salariais, cada clube com a sua SAD ou SDUQ decide qual a melhor forma de a realizar em conjunto com o plantel e os funcionários.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino


INÍCIO DA ÉPOCA PROFISSIONAL 2020/21 EM OUTUBRO É CENÁRIO EM CIMA DA MESA

O início da época profissional 2020/2021 que inclui o Leixões na II Liga em outubro é um cenário em cima da mesa, revelou a SIC.

De acordo com dados obtidos pela estação de televisão o campeonato vai terminar no mês de agosto e a final da Taça no mês de agosto. As equipas vão ter férias em agosto e em setembro começa a pré-temporada. Caso haja condições para se jogar em junho tudo será antecipado.

A paragem no Nstal deixa de acontecer, pode haver dois jogos por semana em certas semanas, a meia-final da Taça de Portugal é só jogado apenas a uma mão e a Taça da Liga é suspensa.

Estas decisões só avançam caso a DGS, o Governo permita continuar os jogos à porta fechada.

Desta forma há assim a possibilidade de terminar a próxima época em maio para os jogadores prepararem para o Europeu de 2021.

Terminar o campeonato é o objetivo principal da Liga, que pode ajudar os clubes nas receitas com as televisões e da publicidade.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

ÚLTIMA HORA: FREIXIEIRO MANTÉM-SE NA II DIVISÃO POR ORDEM DA FPF

O Freixieiro mantém-se na II Divisão por ordem da Federação Portuguesa de Futebol, depois de dar por concluído os campeonatos devido à pandemia do COVID-19, revelou a FPF.

"A FPF entende que continuam a não estar reunidas as condições de saúde pública para que clubes com estruturas amadoras, como é próprio das provas em que participam, possam treinar e competir em segurança. Por outro lado, vigora em Portugal o Estado de Emergência, pelo menos, até ao dia 17 de abril, sendo possível a sua prorrogação. Estas circunstâncias impedem o normal decurso das competições, sendo imprevisível antever quando e se tais condições de saúde pública estarão reunidas ainda durante esta época desportiva", revelou.

"Assim, a Direção da FPF entendeu dar por concluídas, sem vencedores, todas as suas competições seniores que se encontram nesta data suspensas, não sendo atribuídos títulos nem aplicado o regime de subidas e descidas. A FPF analisará e comunicará com a maior brevidade possível de que forma serão indicados os dois clubes que acedem à II Liga de futebol, bem como os representantes de Portugal na Liga dos Campeões de futebol feminino e de futsal masculino. A FPF continuará a estudar com as associações distritais e regionais os moldes em que decorrerão as competições nacionais não-profissionais na época 2020/21", mencionou.

Com esta decisão, a equipa do Freixieiro mantém-se na II Divisão nacional, Série B com o Boavista, Rio Ave, Caxinas, Arsenal Maia, Póvoa Futsal, Abeira Douro, São Pedro de Fins, Juventude Gaia e Mogadouro.


Fonte da Foto: Freixieiro

Diogo Bernardino


ÚLTIMA HORA: LEÇA DO BALIO MANTÉM-SE NA II DIVISÃO FEMININA POR ORDEM DA FPF

O campeonato nacional da II Divisão Feminina está concluído por ordem da FPF, o que faz com que o Leça do Balio não desca à terceira divisão e se mantenha na mesma divisão, revelou a Federação.

"A FPF entende que continuam a não estar reunidas as condições de saúde pública para que clubes com estruturas amadoras, como é próprio das provas em que participam, possam treinar e competir em segurança. Por outro lado, vigora em Portugal o Estado de Emergência, pelo menos, até ao dia 17 de abril, sendo possível a sua prorrogação. Estas circunstâncias impedem o normal decurso das competições, sendo imprevisível antever quando e se tais condições de saúde pública estarão reunidas ainda durante esta época desportiva", revelou.

"Assim, a Direção da FPF entendeu dar por concluídas, sem vencedores, todas as suas competições seniores que se encontram nesta data suspensas, não sendo atribuídos títulos nem aplicado o regime de subidas e descidas. A FPF analisará e comunicará com a maior brevidade possível de que forma serão indicados os dois clubes que acedem à II Liga de futebol, bem como os representantes de Portugal na Liga dos Campeões de futebol feminino e de futsal masculino. A FPF continuará a estudar com as associações distritais e regionais os moldes em que decorrerão as competições nacionais não-profissionais na época 2020/21", mencionou.

Com esta decisão, a equipa feminina do Leça do Balio mantém-se na II Divisão nacional, Série C com o Boavista, Grijó, Valadares Gaia B, Oliveira do Douro, Hernâni Gonçalves, Parada e Estrelas de Fânzeres. 


Fonte da Foto: Leça do Balio


Diogo Bernardino

ÚLTIMA HORA: LIGA REVELAÇÃO CONCLUÍDA POR ORDEM DA FPF

A Liga Revelação está concluída por ordem da Federação Portuguesa de Futebol, o que deixa os sub-23 do Leixões em 11.º lugar, revelou a Federação em comunicado.


"A FPF entende que continuam a não estar reunidas as condições de saúde pública para que clubes com estruturas amadoras, como é próprio das provas em que participam, possam treinar e competir em segurança. Por outro lado, vigora em Portugal o Estado de Emergência, pelo menos, até ao dia 17 de abril, sendo possível a sua prorrogação. Estas circunstâncias impedem o normal decurso das competições, sendo imprevisível antever quando e se tais condições de saúde pública estarão reunidas ainda durante esta época desportiva", salientou.

"Assim, a Direção da FPF entendeu dar por concluídas, sem vencedores, todas as suas competições seniores que se encontram nesta data suspensas, não sendo atribuídos títulos nem aplicado o regime de subidas e descidas. A FPF analisará e comunicará com a maior brevidade possível de que forma serão indicados os dois clubes que acedem à II Liga de futebol, bem como os representantes de Portugal na Liga dos Campeões de futebol feminino e de futsal masculino. A FPF continuará a estudar com as associações distritais e regionais os moldes em que decorrerão as competições nacionais não-profissionais na época 2020/21", revelou.

Assim o Leixões mantém os sub-23 para a próxima época na Liga Revelação 2021/22.


Fonte da Foto: Duarte Rodrigues


Diogo Bernardino

ÚLTIMA HORA: CAMPEONATO DE PORTUGAL CONCLUÍDO POR ORDEM DA FPF

O Campeonato de Portugal onde está o Leça, está concluído por ordem da Federação Portuguesa de Futebol, sendo que os matosinhenses mantém-se na mesma divisão para a próxima temporada.

"A Direção da FPF entendeu dar por concluídas, sem vencedores, todas as suas competições seniores que se encontram nesta data suspensas, não sendo atribuídos títulos nem aplicado o regime de subidas e descidas. A FPF analisará e comunicará com a maior brevidade possível de que forma serão indicados os dois clubes que acedem à II Liga de futebol, bem como os representantes de Portugal na Liga dos Campeões de futebol feminino e de futsal masculino. A FPF continuará a estudar com as associações distritais e regionais os moldes em que decorrerão as competições nacionais não-profissionais na época 2020/2021"

Com esta decisão, o Leça termina o campeonato em quarto lugar.


Fonte da Foto: Leça FC


Diogo Bernardino

VITÓRIA SC PAGOU 500 MIL EUROS AO LEIXÕES PELA TRANSFERÊNCIA DE TAPSOBA

O Vitória SC pagou 500 mil euros à SAD do Leixões pela transferência do central Edmond Tapsoba, o que equivale a cinco por cento dos 25% que os matosinhenses referem ter direito, revelou o Maisfutebol.

Segundo o site desportivo online o valor foi pago na semana passada aos cofres da SAD do Leixões.

Os dois clubes tem uma divergência sobre a data limite que o Vitória SC teve para adquirir 20% do valor do passe de Tapsoba. O Leixões já recorreu à FIFA e ao Tribunal Arbitral do Desporto.

De recordar que Tapsoba foi vendido ao Bayer Leverkusen por 18 milhões de euros.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

"OS JOGADORES TEM DE CONTRIBUIR PARA A RECUPERAÇÃO ECONÓMICA"

O presidente da SAD do Leixões Paulo Lopo revelou que apresentou ao plantel proposta para receber os salários por inteiro mas de forma faseada, que "os jogadores tem de contribuir para a recuperação económica", em declarações à Renascença.

"O futebol é um negócio, contribui para a economia, é gerido, nos clubes, por SAD's em moldes empresariais e, por isso, os jogadores são funcionários como outros quaisquer. Ou seja, terão de estar sujeitos a estes mecanismos, mas, acima de tudo, dispostos a sacrifícios", mencionou Paulo Lopo.

"Os jogadores quiseram esperar pelas negociações entre o Sindicato e a Liga, que não chegaram a bom porto. O Sindicato achou que os jogadores não tinham de abdicar de nada, mas toda a gente tem de abdicar de alguma coisa para não colocar em causa o futuro. Temos um mecanismo legal, que é recorrer ao 'lay-off'. O Leixões é uma empresa e, se os trabalhadores de fábricas, comércio e restauração também terão de o fazer, os jogadores, que têm um ordenado muito maior, não são mais do que os outros e também o podem fazer", descreveu.

O presidente da SAD do Leixões afirmou que a decisão dos jogadores em não aceitar a proposta não surpreendeu.

"Deixa-me triste, mas é a realidade do futebol. Os jogadores não têm amor ao clube nem à camisola. São profissionais, pensam na sua vida e não estão dispostos a fazer sacrifícios pelos clubes. Mesmo aqueles nascidos e criados no clube que, na minha opinião, às vezes até são os piores. Mas não me surpreende porque acho que é um procedimento normal nos jogadores", apontou.

Paulo Lopo revelou que está disposto a ouvir os jogadores que queiram rescindir os contratos "terão garantias para o fazer sem custos acrescidos para ambas as partes".

"Há uma grande consciência dos clubes em tentar resolver as coisas a bem. A Liga e a Federação desenvolveram um trabalho extraordinário para aglutinar todas as posições. Não foi possível porque só nós é que estávamos dispostos a ceder e o Sindicato dos Jogadores não estava disposto a ceder. Os jogadores têm de contribuir para a recuperação da economia do país como todos os outros", insiste.

Caso o lay-off seja aceite, pela suspensão dos contratos de trabalhadores, o estado vai ajudar o Leixões em 70% do pagamento durante um mês desde o início do processo legal. 

O máximo que os jogadores podem ganhar são 1905 euros brutos por mês e o mínimo de 635 euros (o salário mínimo nacional).

O lay-off pode ser prorrogado por mais três meses, ou seja, caso ele seja aceite em abril, em maio a SAD do Leixões pode pedir a continuação da ajuda vinda do Estado até julho. 

Em setembro que está previsto a pré temporada 2020/2021 segundo indicações da UEFA e segundo os meios de comunicação como a SIC há um pré acordo para que o campeonato começa em outubro, o que leva à suspensão da Taça da Liga, que a meia final da Taça seja a uma mão e à paragem de Natal, o que dá a indicar um 'boxing day' à portuguesa.


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Diogo Bernardino

"NÃO EXISTEM FUNDAMENTOS PARA PENALIZAR UM CLUBE"

O presidente da SAD do Leixões Paulo Lopo reforçou que "não existem fundamentos para penalizar um clube" no acórdão do Jogo Duplo, referindo que o clube nada tem a haver "com o de há dois anos", em declarações à SPORTTV.

"Nós vamos recorrer, temos ainda duas formas de recorrer porque achamos que não existem fundamentos para penalizar um clube e acho que até que se viesse a provar que alguém teve uma atitude menos boa, um clube não deve ser castigado pela tomada de atitude de alguns dos seus colaboradores, mesmo que eles tivessem uma importância significativa. Isso não aconteceu em alguns casos como é conhecimento público", mencionou.

"O Leixões de hoje não tem nada a haver com o de há dois anos mas ainda assim porque temos acesso aos elementos da prova, acho que não foram feitas provas que o Leixões tivesse ou que alguém do Leixões com responsabilidade nomeadamente o Carlos Oliveira tivesse envolvido, porque recorrendo vai repor a justiça. Também é um fator em que o Leixões vai ter no futuro porque enquanto esta administração entrou, nós tínhamos uma dívida na casa dos oito a nove milhões de euros, atualmente se situa na casa dos 2,5 milhões de euros de dívida", comunicou.

O presidente da SAD dos 'bebés do mar' salienta que o clube vai se precaver do ponto de vista financeiro para pagar rapidamente o PER.

"A partir de um momento existe uma perspetiva de podermos baixar para o terceiro escalão nós lutaremos para que isso não aconteça, mas vamos precaver do ponto de vista financeiro. Naturalmente investimos para subir de divisão, agora vamos investir para fazer a melhor equipa possível, rentabilizando o melhor possível para podermos pagar rapidamente o PER porque se algo de mal ocorrer ao Leixões não tenho uma dívida incomportável com a realidade. Queremos fazer uma gestão racional, mas estou confiante que o Leixões será ilibado desta situação", salientou.

O Leixões já recorreu da decisão do acórdão do Jogo Duplo e caso não seja favorável ao clube a decisão ainda existem mais duas formas para recorrer.


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Diogo Bernardino 

terça-feira, 7 de abril de 2020

SINDICATO CONDENA RECURSO AO LAY-OFF

O Sindicato dos jogadores condena o recurso ao lay-off de vários clubes, o Leixões ainda está a pensar se vai ou não atuar, emitiu o sindicato em comunicado.

""É escandaloso que alguns clubes procurem recorrer aos apoios estatais desta forma, passando para a sociedade portuguesa a mensagem de que, em tempos de crise, não só não conseguem resolver os problemas que os afetam, como ainda vão exigir fundos que deveriam estar disponíveis, de forma imediata, para os portugueses e respetivos setores de atividade em risco de colapso", salientou Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato.

"Numa altura em que se sabe que as operadoras televisivas cumpriram as obrigações respeitantes ao mês de março, em que o governo do futebol está a fazer um esforço para encontrar soluções e os jogadores mostraram disponibilidade para uma negociação séria, é escandaloso que alguns clubes procurem recorrer aos apoios estatais desta forma, passando para a sociedade portuguesa a mensagem de que, em tempos de crise, não só não conseguem resolver os problemas que os afetam, como ainda vão exigir fundos que deveriam estar disponíveis de forma imediata, para os portugueses e respetivos setores de atividade em risco de colapso", descreveu.

O Sindicato vai "convocar todas as entidades públicas e órgãos de governo do futebol, para a necessidade de pôr termo a uma atuação que lesa os jogadores, mas sobretudo os contribuintes e o país".

Com a suspensão do campeonato, as receitas caíram de uma forma drástica. A redução dos salários dos jogadores já está em marcha em vários países europeus.


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Diogo Bernardino

ÚLTIMA HORA: LEIXÕES VAI AVANÇAR COM O LAY-OFF

O presidente da SAD do Leixões Paulo Lopo revelou que o clube vai avançar com o pedido de lay-off depois de não ter havido acordo entre a Liga e o Sindicato, revelou à SPORTTV.

"O Leixões esteve em sintonia com a Liga e com a Federação, na tentativa de chegar a um acordo com o Sindicato. O prazo que estava estabelecido era o dia 06 de abril, pediram-nos mais um dia e nós concedemos. Como não houve um acordo por parte da Liga, Federação e Sindicato, vamos avançar com o lay-off", apresentou.

O presidente da SAD dos 'bebés do mar' mencionou que as vendas são "uma das maiores receitas" do clube e que se o clube vivesse só do dinheiro da televisão "não tínhamos a mínima hipótese de sobreviver".

"Nós estamos impedidos de exercer o nosso negócio que é jogar futebol e o negócio por um todo carece de ter jogadores em campo a jogar futebol porque uma das maiores receitas que nós temos é a televisão mas também as vendas. O Leixões é um clube muito vendedor e habitualmente faz boas transferências no mercado e sem haver futebol não há vendas", mencionou.

"Quando fazemos o orçamento, o presidente do sindicato vem dizer que pagando a televisão que todos nós temos de prestar as nossas obrigações para com os jogadores, se nós vivêssemos do que a televisão paga não tínhamos a mínima hipótese de sobreviver. A televisão é uma fatia considerável, mas as vendas são fundamentais", descreveu.

Este afirmou que todos os clubes tem de "colaborar para esta crise" para reerguer economicamente o futebol.

"Temos de ter uma previsão daquilo que é normal vender e nestas condições não somos capazes de vender e por isso todos os clubes tem de aderir ao lay-off, porque todos temos de colaborar para esta crise, não devem ser só os jogadores a pagar a crise, mas também não devem ser só os clubes e empresas a pagar a crise. O jogador de futebol tem a obrigação de abdicar de uma parte do orçamento na reestruturação económica do futebol", realçou.

Paulo Lopo frisou que vai haver um futebol completamente diferente depois da pandemia, com um rigor que "vai ser muito maior".

"Penso que vai mudar muito o futebol e porque nós fazíamos previsões e trabalhávamos sobre pressupostos que vivíamos num clima seguro. Há muitos anos que não havia uma guerra com uma grandeza destas na Europa. Percebemos que há um amanhã em que pode parar todo por causa de um outro COVID que venha a aparecer. O rigor vai ser muito maior, mais nos clubes da Segunda Liga, porque nos últimos dois a três anos houve um agravamento muito grande nos ordenados que se pagam das vendas que se conseguiam fazer", esclareceu.

O regresso ao trabalho para o Leixões, os jogadores que fizerem parte do plantel vão ter de reduzir o seu ordenado em 33%, sendo que a SAD assegura dois terços dos ordenados dos futebolistas (66%).

No lay-off, a empresa pode beneficiar deste apoio financeiro durante um mês, período que poderá, excecionalmente, ser prorrogado mensalmente, até ao máximo de 3 meses.



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Diogo Bernardino

segunda-feira, 6 de abril de 2020

CLÁUDIO BORGES ESTEVE PERTO DE RUMAR AO LEIXÕES EM 2011

Cláudio Borges revelou  que em 2011 esteve perto de rumar ao Leixões no último dia do mercado de transferências de verão da época 2011/12, ao programa Vamos falar de futebol.

"Fui até ao Estádio do Mar, para assinar com eles, com o empresário que não era meu, mas era o que me ia meter no Leixões. Acertamos tudo e a pensar que estava tudo certo, pois no site do Leixões já aparecia como reforço só que o defesa haitiano Jean Sony era para sair rumo ao Rio Ave e no último dia de mercado de transferências, estive neste impasse até que o Rio Ave empresta o Tiago Costa que era formado no Benfica ao Leixões e o que acontece é que já não vou para o Leixões e volto a Macedo de Cavaleiros", salientou.

O defesa salientou que durante a viagem de regresso a casa pensava sempre que o "futebol é muito injusto" e que não gostava muito de Macedo de Cavaleiros.

"Quando estou a fazer a viagem de Esposende até Macedo de Cavaleiros e estou a pensar que o futebol é muito injusto. Nunca na vida apostava o dinheiro todo no mundo que ia regressar ao Macedo de Cavaleiros. Foi o caminho todo a pensar nisso. A primeira volta desse campeonato não joguei nada porque psicologicamente a fasquia estava elevada e em primeiro não gostava de estar em Macedo"

"Atenção eu adorava as pessoas de Macedo, a forma como me trataram mas primeiro porque era longe da praia só que futebolisticamente as coisas corriam muito bem e isso contava e o treinador adorava-me", concluiu.

O mesmo revelou que em 2013 teve uma proposta para jogar na I Liga ao serviço do Moreirense na época 2012/13 juntamente com Augusto Inácio mas o salário que davam era o prémio de jogo que recebia no Kabuscorp.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

domingo, 5 de abril de 2020

"O LEIXÕES FOI O PONTO DE VIRAGEM NA MINHA CARREIRA"

O guarda-redes do Leixões Beto revelou que o Leixões foi o "ponto de viragem positivo na minha carreira", em entrevista ao programa Quarentena da Bola com Rémulo Jonatas.

"O Leixões foi o ponto de viragem positivo na minha carreira, esse ponto que me fez ascender novamente na minha carreira, para sempre eternamente grato ao Leixões", descreveu.

Beto revelou que de todos os treinadores que passaram a sua carreira, desde Jorge Jesus, Fernando Santos, André Vilas Boas, Unai Emery, Vítor Oliveira foi o treinador que o mais marcou na sua carreira.

"Perdoem-me os outros treinadores mas o Vítor Oliveira será sempre para mim como um pai no futebol por ter acreditado em mim", revelou.

O guarda-redes de 37 anos da seleção nacional que jogou no Goztepe, esteve três temporadas no Leixões antes de reforçar o FC Porto. Nos 'bebés do mar' fez 93 jogos.


Fonte da Foto: RealTimeImages


Diogo Bernardino

"VAI SER O MEU ÚLTIMO ANO DE CARREIRA COMO JOGADOR"

O defesa do Leça Cláudio Borges revelou que este "vai ser o meu último ano de carreira como jogador" e que vai envergar a carreira de treinador adjunto, ao programa Vamos falar de futebol de Rui Pedro da Silva.

"Vai ser o meu último ano de carreira embora me sinta bem fisicamente e sinto que posso jogar mais dois ou três anos mas a pessoa chega a uma fase de vida em que se o comboio passa uma vez tens de a agarrar, a oportunidade. Tenho tido boas propostas no estrangeiro e no próximo ano é o ano de estágio na faculdade do curso de treino de alto rendimento desportivo no ISMAI e vou aproveitar o útil ao agradável. Vou fazer o estágio em contexto profissional, a sénior e a receber", relatou o lateral e central de 36 anos.

Cláudio mencionou que uma das propostas "está muito bem encaminhada" e que há "noventa por cento de hipótese de acabar a carreira".

"Tenho tido uma ou duas propostas que me tenham agradado inclusive uma está muito bem encaminhada e noventa por cento de hipótese de acabar a carreira, infelizmente porque quero continuar a jogar futebol mas vou abraçar aquilo que quero para o futuro. A proposta em questão vai me permitir trabalhar à vontade, errar à vontade como treinador adjunto", mencionou.

Durante a entrevista referiu que o seu treinador no Marinhas Jó Faria era a sua inspiração para enverdar pela profissão de treinador, salientando que é muito importante que o treinador tenha passado pela carreira de jogador.


Fonte da Foto: Leça FC


Diogo Bernardino 



FPF QUER RETOMAR CAMPEONATO DE PORTUGAL

A Federação Portuguesa de Futebol revelou aos dirigentes dos clubes do Campeonato de Portugal que quer retomar o campeonato, pois as datas da UEFA não se aplicam a este campeonato, salienta o Jornal Record.

O Campeonato de Portugal onde está inserido o Leça, segundo informações obtidas entre os 72 emblemas que disputam a competição não tem consenso, quanto a uma solução a adotar, caso os campeonatos voltem a realizar-se.

O Campeonato de Portugal não se adequa às datas da UEFA, pois não é um campeonato profissional e não pode ser enquadrado num prazo dado pela UEFA. Grande parte dos clubes assinam contratos válidos apenas por dez meses que terminam no final de maio.

Jogar a fase regular em junho ou em julho obrigaria os clubes a estender os contratos, o jornal Record sabe que há muitos clubes que vão ter dificuldades para pagar aos jogadores os seus salários.

Em relação ao Leça foi pago a primeira metade do mês de março, que foi o que os jogadores realizaram, sendo que o clube vai procurar soluções para não faltar ao pagamento salarial com os jogadores.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

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CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

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