MAIS FUTEBOL DE MATOSINHOS

terça-feira, 3 de março de 2020

LEÇA DO BALIO SOMA TERCEIRO JOGO SEGUIDO A PONTUAR

Complexo Desportivo do Leça do Balio, em Matosinhos
AF Porto Divisão de Honra Série 1 (Jornada 22)
Árbitro: José Bernardo
Leça do Balio 3-1 Perosinho


Ao intervalo: 1-0
Marcadores: Félix (33), Daniel Pereira (48), Djaló (58) e Hugo Santos (62)
Disciplina: Vermelho para Humberto (10)


Leça do Balio: Tiago Moniz, Hugo Santos, Fábio, Tiago Vieira, André Ribeiro, Carlos Diogo, Luís Barbosa, Tata, Daniel Pereira (Queimado, 70), Fábio Loureiro (Martin, 87) e Félix

Treinador: Flávio Silva


Perosinho: Humberto (expulso 10), Pedro Henriques, Tiago Oliveira (Zé Tó, 13), Joel, João Pereira, Silva (Vilaverde, 81), Vitinha (Rui Silva, 70), Ruizinho, Djaló, Tiago Carvalho (Tomás, 70) e Bruninho (Avelino, 70)

Treinador: Paulo Alexandre


O Leça do Balio somou o terceiro jogo seguido a pontuar, a segunda vitória consecutiva, aproveitando alguma intranquilidade do adversário no qual Humberto, o guarda-redes do Perosinho foi expulso aos 10 minutos.

A jogada da expulsão decorre num contra-ataque ao qual André Ribeiro remata com intenção de fazer um chapéu a Humberto que sai da sua área para travar essa investida. O árbitro assinala que Humberto Silva cortou a bola com a mão.

O Leça do Balio teve mais iniciativa ao longo do encontro, mas o Perosinho sempre que podia criava muito perigo.

Aos 18 minutos André Ribeiro e aos 30 Fábio Loureiro com um cabeceamento ao lado criaram os primeiros lances de relativo perigo.

Aos 27 minutos mesmo com 10 jogadores, o Perosinho ganhou um penálti, numa falta no entender do árbitro de Hugo Santos sobre Bruninho. O próprio não conseguiu converter a grande penalidade frente a Tiago Moniz após um ano de ser operado ao ombro direito.

Aos 32, o Leça do Balio inaugura o marcador após uma boa desmarcação de Loureiro para Félix ganhar no corpo a corpo com Joel aproveitando a saída do guarda-redes Tó Zé para colocar a bola no fundo das redes.

Mesmo assim o Perosinho iria ter um lance iminente de golo até ao final da primeira parte, com Bruninho ao segundo poste a rematar ao poste da baliza de Tiago Moniz aos 34.

Na segunda parte, melhor início não podia pedir o Leça do Balio. Aos 48 corte defeituoso do Perosinho e na recarga Daniel eleva para 2-0.

Aos 58 o Perosinho iria reduzir a desvantagem, num erro defensivo de Loureiro ao qual a linha defensiva do Leça do Balio desatenta aproveita Djaló para encostar de forma fácil na baliza deserta.

O guarda-redes do Perosinho, Tó Zé sentiu algumas dores numa das pernas num lance em que teve de retirar uma bola da sua área, sendo que falhou por duas vezes seguidas.

Mas quatro minutos depois o Leça do Balio ia sentenciar a partida, através de um canto cobrado da direita para a cabeça de Hugo Santos que isolado ao segundo poste coloca a bola bem rente ao lado esquerdo da baliza de Tó Zé e volta a colocar o Leça do Balio a vencer com dois golos de vantagem.

A partir daqui Tiago Carvalho (64), Loureiro (67) e Avelino (73) tiveram oportunidades para marcar, num encontro em que os balienses limitaram a gerir o jogo.

O Leça do Balio, 15.º classificado com 16 pontos está a quatro pontos do Desportivo de Portugal para poder sair da zona vermelha do campeonato e na próxima jornada vai ao terreno do Serzedo.


Fonte da Foto: DR


Diogo Bernardino

1ª GALA BEBES DO MAR SUPPORTERS FOI UM SUCESSO!

Uma Claque fantástica, vive o futebol de forma entusiasta e relaxada. Apaixonada pelo futebol dos meninos! É este o Cartão de visita dos Bebes do Mar Supporters
Um grupo de pais apaixonados como tantos outros pelos seus filhos e se juntarmos a isso a paixão comum entre todos pelo emblema da Cruz de Pau, o resultado só pode ser Sucesso!
Este Grupo já leva 3 anos de existência, mas só teve o cariz oficial a apenas um ano, com emblema e tudo e acessórios e adereços alusivos à Claque que mexeu com futebol de formação de norte a sul do país.
No passado dia 29 de Fevereiro, todo o grupo se engalanou para festejar a 1ª Gala Bebes do Mar Supporters, o evento decorreu  no auditório da Escola EB 2/3 de Matosinhos e contou com várias personalidades do Desporto em Portugal como são os Casos de Vítor Oliveira treinador do Gil Vicente (um campeão de subidas) e Sónia Cerneiro (Diretora executiva da Liga profissional de futebol)…ao ritmo frenético e responsável de uma Gala que se prese, feita exclusivamente por amadores não ficou nada a dever aos maiores  eventos  do género do Pais.

LEÇA MAIS AFASTADO DO PLAY-OFF À BOMBA

Estádio do Leça FC, em Matosinhos
Campeonato de Portugal Série B (Jornada 24)
Árbitro: Rui Silva (AF Vila Real)
Leça 0-2 Lusitânia de Lourosa 


Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Paulo Grilo (66) e Goba Zakpa (76)
Disciplina: Nada a assinalar


Leça: Cristiano, Cláudio, João Pedro, Pecks, Paulo Lopes (Isaac Cissé, 72), Samuel Teles, Nelsinho, João Paulo (Bruno Simões, 83), João Paulino, Isaac Boakye (Guilherme, 62) e Adilson

Treinador: Domingos Barros


Lusitânia de Lourosa: Leonardo, Vítor Tavares, Gil Dias, Henrique, Serginho, Diogo Cunha (Ministro, 85), Paulo Tavares (Jaime Poulson, 62), Paulo Grilo, Léo Cordeiro, Léo (Wilson Rodrigues, 75) e Goba Zakpa

Treinador: Rui Quintas


O Leça fica mais afastado do play-off com esta derrota, sendo que a chave para a decisão do encontro foi um golo de levantar qualquer estádio por parte de Paulo Grilo.

O Leça continua a ter um calvário em casa, sendo que em 12 jogos realizados, os matosinhenses só tem cinco vitórias, o que corresponde a 17 pontos perdidos no seu terreno.

O Leça apostou em três novidades no seu onze, com as inclusões de Samuel Teles, Isaac Boakye e João Paulino, sendo que Ishwar Bhatti foi o sacrificado para a lista final dos 18 convocados. Com isto o Leça apresentava-se em 4x3x3 com elementos capazes de serem determinantes naquelas posições.

A mobilidade dos jogadores da frente permitiram a Adilson sempre que possível ajudar na defesa e no ataque ao explorar as alas, permitindo que João Paulino ou Isaac Boakye flanqueassem da ala para o centro do terreno.

Num jogo amarrado a meio-campo, com ambas as equipas a explorarem o contra-ataque, foi a partir da segunda parte que o Lourosa mostrou porque é um candidato à subida de divisão. Na primeira parte, o equilíbrio foi a nota determinante do encontro, com lances que não criaram frisson às balizas de Cristiano e de Leonardo, como são os casos de Diogo Cunha aos nove minutos e de João Paulo aos 32.

Sobrou assim a entrega e o compromisso para cada lado tentar conseguir os pontos necessários para os seus objetivos, raramente foi imposto muita velocidade, pois as defesas estavam muito atentas a qualquer lance.

Nenhuma equipa se destacava até ao final da primeira parte, sendo que os lances de maior perigo saíram dos pés dos jogadores do Leça.

Na segunda parte, a formação do Lourosa foi superior conseguindo criar muitos lances de perigo, ao qual Cristiano foi adiando sucessivamente o golo com remates de perigo de Grilo aos 53 minutos na meia-distância e de Diogo Cunha aos 61 minutos que ia isolado.

O Leça conseguiu criar perigo através de lances de brio individual por Paulino aos 52 minutos e por Teles aos 57 minutos.

A partir daqui os aveirenses dominaram as operações do jogo com lances de excelente recorte técnico, sendo que o primeiro golo é de levantar qualquer campo de futebol. Aos 66 canto cobrado pelo Lourosa com a defesa do Leça a cortar a bola e na segunda bola e com um remate acrobático Paulo Grilo com um golo espetacular.

A equipa de Rui Quinta continuou a carregar no jogo, sendo que Domingos Barros lançou o poder de fogo de Isaac Cissé para conseguir chegar ao empate, mas foi o Lourosa que sentenciou a partida aos 76 minutos.

Mais um golo de bola parada, num pontapé de canto de Diogo Cunha, uma das peças chave do xadrez de Rui Quintas, cruzou para o primeiro poste onde cabeceou à vontade Goba Zakpa para o segundo do Lusitânia.

O Leça aos 81 minutos ainda teve uma excelente oportunidade para reduzir no marcador com uma tabela bem elaborada ao qual não conseguiu corresponder Isaac Cissé.

Os estragos já estavam feitos e o Leça tentou minimizar ao máximo esses mesmos, mas já foi tarde demais e o Lourosa limitou-se a gerir esforços para conseguir os três pontos.

O Leça fica assim a sete pontos do segundo lugar que dá acesso ao play-off para a II Liga.

O Leça, quarto classificado com 43 pontos vai ao terreno do Trofense, na próxima jornada, domingo às 15:00.


Fonte da Foto: Leça FC


Diogo Bernardino  

ÚLTIMA HORA: ALDEIA NOVA PERDE JOGO DA PRIMEIRA VOLTA COM O PERAFITA NA SECRETARIA

O Aldeia Nova perdeu hoje três pontos para o campeonato, depois da AF Porto ter emitido em circular que o jogo da primeira volta com o Perafita foi uma derrota na secretaria, devido ao uso irregular de um jogador.

Após a apreciação dos pareceres de ambas as partes, a Associação de Futebol do Porto determinou que o Aldeia Nova perde o encontro devido à inclusão irregular de um interveniente no jogo ao qual os três pontos são atribuídos ao Perafita.

Além disso, o clube vai ter de pagar 150 euros de multa e os custos do processo que constam nos 23 euros.

Uma fonte segura revelou em exclusivo ao Mitchfoot que o Aldeia Nova defendeu com um recurso neste processo mas que foi negado pelo conselho disciplinar da AFP sendo assim transitado em julgado, realçando que o clube já estava "à espera da decisão já há algum tempo".

"O que se passou foi que nós tínhamos na ficha 3 jogadores com idade igual ou inferior aos 21 anos obrigados pela AFP. No entanto um dos atletas tem 21 anos mas já não é considerado sub-21. Com isto jogámos apenas com dois atletas sub-21. Fomos chamados á AFP já há mais de quatro meses para nos defendermos mas não surgiu qualquer efeito. É algo que nos deixa tristes mas que são leis e infelizmente perdemos os pontos. Dentro de campo ganhámos 5-0 e isso é que nos deixa tristes", confidenciou.

"Nós temos que ser sinceros connosco próprios e temos que ser iguais, tanto nos bons momentos, como nos maus. Este é um momento menos bom, mas estamos dentro dos nossos objetivos que era ficar nos primeiros oito classificados", acrescentou.

Outra fonte segura do Perafita revelou também ao Mitchfoot em exclusivo que apesar da vitória na secretaria estes preferem "ganhar dentro do campo".

"Apesar desta vitória na secretaria, preferimos ganhar dentro do campo, como foi o caso na segunda volta. Mas acima de tudo, são 3 pontos importantes e caminhamos passo a passo para o objectivo final, que será a manutenção", explicou.

O Perafita soma assim 11 pontos no campeonato com 20 jogos disputados e o Aldeia Nova que antes de conhecer a decisão tinha 33 pontos em 21 jogos em sétimo lugar e que com a subtração dos pontos mesmo assim mantém-se na mesma posição na classificação.


Fonte da Foto: Aldeia Nova


Diogo Bernardino

"LEIXÕES NÃO FICARÁ DE BRAÇOS CRUZADOS E IRÁ RECORRER A TODOS OS MEIOS JUDICIAIS PERMITIDOS"

O presidente da SAD do Leixões, Paulo Lopo, revelou hoje que o clube "não ficará de braços cruzados e irá recorrer a todos os meios judiciais permitidos" que são o da Relação e o Constitucional, em conferência de imprensa.  

"A Leixões SAD e todo o universo leixonense sentem-se injustiçados pela condenação de que foram alvos no processo Jogo Duplo. O Leixões não ficará de braços cruzados e irá recorrer a todos os meios judiciais que são permitidos: a relação e o Constitucional", apresentou Paulo Lopo na intervenção que iniciou a conferência.

"Sendo certo que em nada neste processo existe qualquer relação entre a SAD e o cometimento de qualquer crime. Os 112 anos da nossa história tem sido uma escola de virtudes reconhecida como um clube formador de pessoas e desportistas e não se revê em nenhuma outra forma que possa ir contra a lei e contra a verdade desportiva, pois esses são os valores que o Leixões sempre defendeu", mencionou.

Paulo Lopo salientou que ao longo do processo "nunca aconteceu a imputação de qualquer ato ilícito à SAD" e que isso implica "uma nulidade da acusação".

"Até hoje ainda não nos foi disponibilizada a sentença e os seus fundamentos, pelo que não sabemos ainda do que é que fomos acusados. Ao longo deste processo, nunca aconteceu a imputação de qualquer ato ilícito à SAD. Existiu a algumas pessoas que trabalharam na SAD, mas não à SAD diretamente e isso implica na nossa ótica uma nulidade da acusação e uma pronúncia, porque ninguém pode ser condenado por um crime que não lhe tenham sido imputados factos reais", salientou.

"O Leixões é um clube histórico e irá se defender, porque acreditamos que os nossos valores e os nossos princípios são muito importantes. Não nos revemos de modo algum em atos ilícitos e iremos continuar a lutar e a fazer das nossas fraquezas força, para mostrar a toda a gente que o Leixões é um clube que está cá para ficar", reforçou. 

Presente na conferência de imprensa esteve o advogado da SAD, Jorge Santos Gomes, que explicou que a sociedade "não se consegue defender, porque não sabe o que é que se tem de defender" 

"A SAD, quando foi constituída arguida, foi ouvida. No entanto aqui a questão que se coloca é outra, é que não existe qualquer tipo de imputação de factos, quer na acusação, quer na prenúncia. A SAD não se consegue defender, porque não sabe o que é que se há de defender. Sendo uma sociedade desportiva, não comete atos. Os atos são cometidos através de outras pessoas, quer sejam representantes legais ou outros", descreveu.

"Existe a imputação de facto a outros arguidos, mas à SAD do Leixões é imputado apenas um crime. Não se sabe se esse crime é de A, de B ou de C, daí que não consigamos fazer a defesa e isso não consta na acusação/prenúncia. Consideramos que existe uma questão processual porque qualquer defesa pode ser aproveitada por um dos outros arguidos e primeiro trata-se de uma nulidade existente e, depois, de uma falta de imputação de factos à SAD do Leixões", sustentou.

Jorge Gomes divulgou que o Leixões no início do caso Jogo Duplo pediu a nulidade de processo que consiste segundo o Código Penal Português na não divulgação de um ato que a lei prescreve que consiste em dar a possibilidade de defesa ao arguido.

"A SAD suscitou logo essa questão da nulidade do processo no início do processo aquando da apresentação da sua contestação. O coletivo de juízes referiu que não se iria pronunciar sobre ela, motivo pelo qual a SAD do Leixões intrepôs desde logo recurso dessa decisão, recurso que se encontra pendente e que irá subir agora juntamente com os eventuais recursos que surgirão desta sentença", contou.

Paulo Lopo manifestou que o plantel "está tranquilo" em relação às notícias que têm surgido, mas admitiu que a estratégia em relação a objetivos para a próxima época pode ser "repensada".

"Nos últimos três anos temos sido uma SAD cumpridora, com os ordenados em dia, sendo que nestes anos foram pagos dois milhões de euros em impostos ao estado, só por isso seria um crime condenar o Leixões que é um bom pagador. Se vamos repensar a nossa estratégia em relação ao futuro, diria que sim em função disto. Queremos mostrar que há justiça no futebol, mas está-se a mostrar-se que há uma justiça através de uma injustiça", manifestou.

A SAD do Leixões não praticou nenhum crime e, mesmo que alguém o tivesse feito, não teria sido em nome da SAD. Acho que ninguém fez, mas, se tivesse feito, não representaria a sociedade anónima. A SAD é representada por duas assinaturas e não por uma pessoa", relatou.

O presidente da SAD confessou que o objetivo principal a partir de agora "vai ser pagar as dívidas da SAD e, na medida do possível, ajudar o clube".

Além de Paulo Lopo e de Jorge Gomes, também esteve presente o presidente do Leixões SC, Jorge Moreira, que manifestou que a imagem do Leixões fica "beliscada" depois deste processo.

"A imagem do Leixões vai sair beliscada depois deste caso. Estamos a falar de uma situação que vai trazer alguns problemas em termos de patrocinadores. Confio na justiça portuguesa e recorrendo da sentença, até às últimas instâncias, seja apurada a verdade desportiva. Estamos a falar de uma época [2015/16] que, toda ela, foi desprovida de verdade. Acompanhei a época do Leixões enquanto adepto e houve muitas equipas que beneficiaram de uma forma indirecta do que se passou em vários campos nessa época",  o dirigente.

A partir de agora o Leixões tem um mês para apresentar recurso que coloca a leitura do acórdão em suspenso automático e efetivo para o tribunal da Relação em Lisboa.


Diogo Bernardino