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sábado, 10 de março de 2012

PRESIDENTE DA SAD LEIXONENSE COMENTA PROVÁVEIS MEDIDAS DO PLANTEL


O presidente Carlos Oliveira e a Direção da SAD
"têm feito um esforço para resolver a situação e estado em contacto permanente, mas o facto é que não se veem resultados",
admitem os jogadores, algo que o próprio dirigente admite:
"O comunicado dos jogadores exprime o mesmo sentimento da administração, e todo o grupo de trabalho sabe disso." "Aliás, como temos dito, não temos conseguido cumprir os compromissos e se assim é, teremos de sair e dar lugar a quem consiga. Tínhamos decidido que hoje [ontem] apresentaríamos a demissão, mas em reunião com os jogadores, eles fizeram-nos sentir que se isso acontecesse, seria pior, daí ainda não termos saído",
adiantou Carlos Oliveira.

O problema principal é, conforme o dirigente admitiu, "patrocínios que não cumprem e apoios prometidos que não surgem".

Neste cenário, o Leixões poderá ficar num vazio completo, sem Direção e sem um plantel que "é barato e fantástico". E caso este decida não treinar ou até não jogar, tal "não é preocupante, é apenas uma consequência natural", desabafa o presidente: "O que é preocupante é não ser encontrada uma forma de ultrapassar estas dificuldades."

PLANTEL LEIXONENSE ADMITE TOMAR POSIÇÃO MAIS RADICAL NOS PRÓXIMOS DIAS


O plantel do Leixões emitiu esta manhã um comunicado no qual é apresentada a situação difícil por que passam os jogadores e os elementos da estrutura do futebol sénior, devido aos «vários meses» de salários em atraso.

O grupo de trabalho vinca que está em contacto com os administradores da SAD e pede apoio à cidade e à região, no sentido de ser prestado auxílio ao clube e aos seus profissionais.

A ameaça de demissão dos administradores mantém-se, mas os jogadores estão fartos de promessas não cumpridas e admitem tomar uma posição mais radical nos próximos dias. Os dirigentes queixam-se de compromissos assumidos por entidades exteriores que não têm sido cumpridos.

A BOLA