RÁDIO CIDADE MATOSINHOS

segunda-feira, 15 de abril de 2019

ATÉ O LAVAR DOS CESTOS É VINDIMA


Estádio Cidade de Rio tinto- Gondomar
32ª. Jornada AF Porto Divisão de Elite Série 1
Árbitro: João Gonçalves
SC RIO TINTO 2 PADROENSE 0
Ao intervalo, 0-0 Golos, Cláudio (65) Russo (78)

SC RIO TINTO: Matos, Hugo, Jorge Pereira, Adrézinho, João Alves, Cláudio, Guil (Tinaia 80), Carlos Sousa (Rúben 69) Russo, Kakuba e Hugo Reis (Tiago Ribeiro 80). Treinador Vasco Oliveira

PADROENSE FC: Rui, Lico, Pereira, Barny (Lutchindo 78), Taipa, Guilherme, Ricardo, André, Ivan (Carneiro 78), Leitão, Mesquita (Jardel 78). Treinador João Santos  

Jogo de capital importância para a equipa do Padroense.
Jogado em ritmo intenso com ambas as equipa a disputar com fervor a conquista dos três pontos. A equipa da casa a puxar dos galões de anfitrião no segundo tempo e a fazer dois golos sem resposta, a equipa do Padroense bem tentou e pressionou na procura do golo mas teve pela frente uma guarda redes seguro dentro os postes e hábil fora destes
Com este resultado a equipa do Padroense que sempre esteve a um nível bastante a cima dos demais durante uma época inteira, sempre postada no lugar que lhe permitisse sonhar com o regresso aos nacionais, vê assim fugir entre os dedos soberana oportunidade para confirmar esse regresso tão almejado pelos Bravos de Matosinhos
Faltam apenas duas jornadas (6 pontos em disputa e 3 pontos separam o Padroense do Valadares Gaia) para o Padroense resta-lhe lutar e acreditar que ainda é possível…já dizia um ex selecionador Nacional de futebol “Deixem-me sonhar “   
Próximo confronto e penúltima jornada…grande jogo no Padrão frente ao líder Canelas Gaia

Foto Jorge Peixoto


EMPATE COM SABOR A TRIUNFO


30ª. Jornada do CP Série B
Estádio do Leça FC em Leça da Palmeira
Árbitro: Carlos Macedo (Braga)
LEÇA 2 MARÍTIMO B 2
Ao intervalo, 0-0, Marcadores: André Mesquita (54) e Teles (62) Max (71) Zé Carlos (90+4)

LEÇA: Cristiano, Joel, Max, Materazzi, Paulo Lopes (Pedro Prazeres 78), Samuel Teles (Jair 58), Bruno Simões (Miguel Ângelo 58) Landry,  Isaac, Miguel Lopes e Zé Carlos. Treinador Domingos Barros

MARÍTIMO B: Mateus,  Tentugal, Bonera, Aloísio, Nando, Gustavo, Genésio, Milson (Shoya 90+4), André Mesquita (Jonhson 64), Tiago Nunes (Miguel Sousa 81) e Teles. Treinador Ludgero Castro .

O Leça soma mais um ponto na tabela, ponto esse que pode ser decisivo nas contas finais da classificação no que diz respeito à manutenção. Domingo Barros técnico leceiro decidiu-se por não mexer no onze que tão boa conta de si deu na jornada anterior

O primeiro tempo foi jogado a bom ritmo com equilíbrio a fazer-se notar e em que os dois conjuntos criaram algumas situações para finalizar com êxito  

O segundo tempo os insulares entram com a disposição de tomar as rédeas ao encontro, tirando partido de alguma intranquilidade leceira motivada talvez pela importância do jogo (pois para os leceiros os jogos são autenticas finais ), com naturalidade chega à vantagem. Domingos Barros resolve e bem mexer no onze leceiro , fazendo entrar Miguel Ângelo e o brasileiro Jair . O Marítimo aproveitando algum desacerto leceiro, tira partido de um erro defensivo e dilata a vantagem…quase sentenciando a partida.
Domingos Barros não desarma e injeta mais uma vez frescura na equipa com a entrada de Pedro Prazeres, o Leça começa a dar sinais que esta vivo e com ganas de mudar o rumo aos acontecimentos. Livre para a favor do Leça, Miguel Ângelo dispara o guarda redes insular defende para a trave e Max na recarga reduz a vantagem. O Leça insiste na tentativa de chegar ao empate, aposta no futebol mais direto, cruzamentos sucessivos para a área do Marítimo e vê o seu esforço compensado já perto do final do jogo (em período de descontos) já com Materazzi integrado no ataque e na sequencia de um livre, Zé Carlos nas alturas penteia o esférico para fundo das redes empatando o jogo a duas bolas

Próxima jornada (mais uma final) em Espinho, uma equipa candidata à play off de subida

Foto Leça FC




RICARDO FERREIRA " Vestir a camisola sénior do Leixões será um orgulho"


Ricardo Couto Ferreira (17 anos) atleta do Leixões sub 19
Só conheceu a camisola Leixonense e o seu sonho é ser Profissional da clube Matosinhense
Esta época nos sub 19 e recordo que Ricardo Ferreira só tem 17 anos completados em dezembro ultimo, já fez 11 golos, revelando uma veia goleadora que deus nas vista ao ponto de ter já contrato profissional com a Leixões SAD

MITCHFOOT- Tudo tem um principio e um motivo para se começar, como tu não foges à regra, diz-nos como tudo começou?

RICARDO FERREIRA  - Sempre adorei jogar futebol. Pratico este desporto desde criança, na rua, na escola e em casa (embora a minha mãe não gostasse muito da ideia). Por isso, o meu pai levou-me a treinar na Escolas João Faneco e foi aí que tudo começou. Depois, continuei a dedicar-me e fui evoluindo.

MITCHFOOT - Sempre jogaste com o emblema do Leixões ao peito, presumo ser esse o teu clube do coração, diz-nos o que perspetivas na vida do velhinho do Mar, e na tua visão o que mudarias ou não para o engrandecimento do Leixões

RF – Penso que, ultimamente, o Leixões tem estado mais atento e dado mais oportunidades aos jogadores das camadas jovens. E isso eu não mudaria, uma vez que a formação é e sempre foi uma parte importante do clube.

MITCHFOOT - André Vilas Boas quando chegou ao FC Porto, disse e passo a citar “Estou na minha cadeira de sonho”, sei que O TEU SONHO é vestir a camisola do Leixões ao nível sénior, quando isso acontecer o que vais dizer ou sentir?

RF – É verdade, sempre joguei no Leixões e é, por isso, o clube do meu coração. Claro que vestir a camisola, a nível sénior, será um orgulho, pois representa a concretização de um sonho que tenho desde pequenino.

MITCHFOOT - 17 anos, 11 GOLOS esta época, são pode-se dizer o teu cartão de visita e isso despertou a cobiça de alguns emblemas, A Leixões SAD não perdeu tempo e fez contigo um contrato profissional, sentes que ESSE SONHO está mais perto?

RF – Claro que o contrato simboliza uma pequena conquista para mim. No fundo, é o reconhecimento do meu esforço e trabalho enquanto atleta. No entanto, não tenho nada garantido.

MITCHFOOT – Como é natural a quem encara o futebol como uma atividade de futuro em termos profissionais, diz-me tens algum agente de carreira desportivas (vulgo empresário)?

RF – Sim. Neste momento estou ligado à 4450 Gestão de Carreiras Desportivas.

MITCHFFOT -  Diz-nos como te defines com jogador e quem é o Ricardo Ferreira fora do futebol?

RF – Como jogador, sou muito focado e trabalhador. Procuro sempre melhorar e aprender a cada dia que passa. Fora da minha atividade profissional, sou um rapaz descontraído. Adoro estar com a minha família e com os meus amigos.

MITCHFFOT – Por último queres deixar alguma mensagem a alguém em especial, um agradecimento que sabe? 

RF – Gostaria de agradecer à minha família, em particular aos meus pais e ao meu irmão, que sempre me apoiaram e acreditaram em mim, e aos meus colegas que jogam comigo desde sempre.

Fotos Leixões SC 
Mário Mitch 

ESCREVEU-SE DIREITO POR LINHAS TORTAS



29ª .  Jornada da II Liga (LedmanLigapro)


Estádio do Mar, em Matosinhos.

Árbitro: Fábio Melo (AF Porto).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Ventosa (17), Ruca (79), Luís Silva (87) e Evandro Brandão (89). 
Leixões-Mafra, 1-0.


Ao intervalo: 0-0.

Marcadores: André Clóvis, 56 minutos.



Leixões: Tony, Jorge Silva, Bura, Pedro Monteiro, Derick, Amine, Zé Paulo (Ceitil, 75), Luís Silva, Erivaldo (Matheus Costa, 90+3), Magno (André Clóvis, 46) e Evandro Brandão. Treinador: Jorge Casquilha.

Mafra: Godinho, Rúben Freitas, Miguel Lourenço, Ventosa, Gui Ferreira (Flávio, 58), Cuca, Pedro Ferreira (João Paredes, 78), Bruno (Gonçalo, 59), Ruca, Harramiz e Zé Tiago. Treinador: Nuno Capucho.




Embora com mais posse de bola, o Mafra nunca incomodou Tony, aproveitando-se disso o Leixões para ficar perto do golo, num canto cobrado por Zé Paulo (35), em que Godinho sacudiu a bola com os punhos perante a ameaça de Erivaldo.

A crescer no jogo, a equipa de Matosinhos criou mais duas ocasiões até ao intervalo, primeiro por Derick (41), num remate da meia-lua que passou sobre a barra e, aos 45 minutos, num cruzamento de Zé Paulo que Godinho afastou com uma palmada, antecipando-se à emenda de Magno.

Entrado ao intervalo, André Clóvis abriu o marcador aos 56 minutos, num cabeceamento a passe de Luís Silva (Grande jogada ofensiva da equipa de Matosinhos) 

O 'convite' ao Mafra para assumir o jogo, fez com que a bola passasse a ser jogada a meio-campo, sem que nenhuma das equipas, durante largos minutos, tenha sido capaz de criar ocasiões de perigo, até que um remate de Zé Tiago (89), na área, foi desviado no corpo de Erivaldo, e o árbitro assinalou penálti. Chamado a converter, Harramiz (90) atirou para a direita de Tony, mas o guardião 'adivinhou' o lance e desviou para canto, assegurando os três pontos para o Leixões. 


Mal a equipa de arbitragem que teve a coragem, de marcar penalty num lance perfeitamente normal e dentro das leis de jogo. O árbitro auxiliar do lado da bancada (onde esta o camarote presidencial) deixou passar 3 foras de jogo claros a favor do CD Mafra, o mesmo auxiliar que no primeiro tempo marcou e bem fora de jogo a Pedro Monteiro, tendo este feito golo e também ter anulado um lance por pertenço arco da bola para lá da linha de fundo, lance que Erivaldo atirou ao poste

Foto de Duarte Rodrigues

quinta-feira, 11 de abril de 2019

CONSELHO DE DISCIPLINA DA AF PORTO DECIDE ACABAR COM A ÉPOCA DE MOREIRA


Expulsão com contornos polémicos

Moreira acabou expulso no jogo com o Lavrense cujo contornos ainda estão por explicar. Após desentendimentos dentro da área do Padroense, que envolveram quase todos os jogadores de ambas as equipas, Moreira foi o único a receber ordem de expulsão, que terá sido dada não pelo árbitro mas sim por um dos fiscais de linha que se encontrava no lado oposto, que a julgar pela distância, teria menos percepção do lance do que a restante equipa de arbitragem.
O Padroense fica assim sem poder contar com o guarda-redes Moreira para o que falta do campeonato.

O jogador foi suspenso por quatro jogos pelo Conselho de Disciplina da AF Porto, fruto da sua expulsão na 30ª jornada da Divisão de Elite, e deixa de ser opção para o treinador João Costa numa fase em que os matosinhenses lutam com o Valadares por uma presença na Fase de subida.

OBS: Conheçemos muito bem o Moreira, guarda redes que acompanhamos desde muito jovem…embora a nossa missão é de não tecer qualquer comentário, mas sim divulgar a noticia, não ficariamos de bem connosco se não disse-se-mos que achamos uma tremenda injustiça…talvez uma decisão com contornos não muito claros, bastante prejudicial para o jovem atleta que já foi considerado o MELHOR GUARDA-REDES DO FUTEBOL MATOSINHOS e para o clube de Matosinhos


fonte BANCADA DISTRITAL

terça-feira, 9 de abril de 2019

JANTAR DE GALA D0 97º. ANIVERSÁRIO DO PADROENSE FC



Padroense FC apagou 97 velas na passada sexta Feira

Como é apanágio desta direção presidida pelo Sr. Germano Pinho o receber com carinho e lealdade todos os que se dignaram participar, o Jantar de Gala de aniversário  serviu também para distinguir todos aqueles que ao longo ano se destacaram com o emblema do Padroense ao Peito.

Foi mais um momento único na história dos Bravos de Matosinhos que decorreu na Quinta do Gestal em Leça do Balio, numa elegante e bem organizada gala, num evento com a sala a rebentar pelas costuras.

Nos discursos há que destacar o enaltecer da história da coletividade, mas principalmente os projetos e ambições para o futuro do clube

Uma palavra especial para o seu Presidente, Germano Fernandes Pinho, que continua, ao fim de quase vinte anos de dirigismo, a manter a alegria contagiante com que começou há duas décadas atrás!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

HATTRICK DE MESQUITA EM JOGO DE TOPO


Estádio do Padroense FC – Senhora Da Hora
31ª. Jornada da Divisão d´Elite série 1
Árbitro: Fábio Melo
PADROENSE 4 AVINTES 3
Ao intervalo, 3-1 golos Mesquita (7, 26, 61) Ricardo (19), Bruno Sousa (25) Ruben (80, 86)

PADROENSE: Rui, Renato, (Hélder 78) Lindolfo, Fábio e Balito, Carneiro, Guilherme  e Lutchindo, (Pedro Oliveira 68) Ricardo (Estebainha 78) Mesquita (Jardel 68) e Leitão. Treinador João Santos

AVINTES: Humberto, Carlos Pinto (Diogo 65) Ricardo, Renato, Pedro Sá (Ruben 65) Bruno Sousa, Tiago, Freixo (Santana 31), Rui Silva, Bruninho (Sacy 46), Luís (Tiago Carvalho 65). Treinador João Ferreira.

Chuva e golos num grande espetáculo de futebol.
O Padroense embala para a subida ao derrotar em casa uma das melhores equipas desta competição.  Em dia de chuva, Mesquita (Hattrick) foi o sol dos Bravos de Matosinhos, tornando-se na principal figura do encontro.
Logo aos 7 minutos Lutchindo cobra um pontapé de canto e Mesquita abra o ativo.
 Ricardo quis imitar o companheiro e coloca o Padroense a vencer por duas bolas a zero. Como grande equipa que é, o Avintes reduz por Bruno sousa à passagem do minuto 25. O intervalo não chegou sem que Mesquita fizesse de novo gosto ao pé recolocando a vantagem de dois golos para os Bravos de Matosinhos, que dois dias antes festejaram a passagem do 97º. Aniversário.

No segundo tempo o equilíbrio foi a nota dominante, o desequilíbrio aconteceu ao minuto 61  e outra vez por Mesquita que sela assim uma tarde memorável.
João Ferreira técnico gaiense resolve colocar em campo Ruben e acertou na mucha pois o jogador viria a revelar-se importante na recuperação, obteve dois golos em cinco minutos (80 e 86) pondo em sentido a turma do Padroense que quase se deixava surpreender.

Foto Jorge Peixoto

LEÇA CONFIRMA EXCELENTE MOMENTO COM EMPATE EM SÃO JOÃO DA MADEIRA


Estádio Conde Dias Garcia – São João da Madeira
29.ª jornada da Série B do Campeonato de Portugal
Árbitro: Tiago Pinto (AF Leiria).
Ação disciplinar: Cartão Amarelo: Miguel Lopes (15), Max Lapushenko (24), Vítor Bastos (32) e Ken (37).
Ao intervalo 0-0 Glos Matheus (56) Materazzi (88)

SANJOANENSE: Fábio Santos, Vítor Bastos, Castro, Júlio (Matheus Roldan, 46), Ken, Cauê, Coulibaly, Rafa (Almeida, 84), Daniel, Kay Kay e Ká Semedo (Martin, 46). Treinador Flávio Neves

LEÇA FC: Jorge Cristiano, Joel Mateus, Max Lapushenko, Daniel Materazzi, Paulo Lopes, Samuel Teles, Landry Nkolo, Bruno Simões (Miguel Angelo, 64), Miguel Lopes (Pedro Prazeres, 75), Zé Carlos (Jair, 88) e Isaac Cissé. Treinador Domingos Barros

O Leça atravessa o melhor momento desde que se iniciou esta época desportiva. 4º. Jogo consecutivo a pontuar (3 vitorias 1 empate)
O Leça apresentou-se forte e personalizado neste encontro, fruto do bom momento que atravessa, e liderado por Landry (grande jogo) foi capaz de em momentos do jogo ser superior ao 4 º - classificado desta série. Miguel Lopes primeiro e Isaac depois tiveram boas chances de abrir o marcador. O intervalo chegou com o nulo verificado mas com a equipa do Leça por cima do jogo.    

No segundo tempo a Sanjoanense uma das boas equipas deste campeonato, entrou melhor (como lhe competia), e chegaram ao golo à passagem do minuto 56 por intermédio de Matheus aproveitando um bola devolvida pelo poste na sequencia de um pontapé de canto. Os comandados de Domingos Barros equilibram as coisas, sempre com os olhos postos na baliza contrária à procura do golo do empate.
Nos últimos 20 minutos do encontro os leceiros aumentam a pressão sobre o último reduto defensivo dos da casa e oportunidade atras de oportunidade, uma bola aos ferros e uma grande penalidade cometida sobre Zé Carlos fica por marcar.
De tanta insistência os leceiros viram o esforço premiado já perto do final do jogo, Miguel Ângelo marca um pontapé de canto ao segundo poste onde aparece Materazzi mesmo agarrado, de cabeça a confirmar o empate 

Foto Leça FC 

JOGO EMOTIVO NO MAR COM MINHOTOS A LEVAR OS TRES PONTOS



Estádio do Mar, em Matosinhos.
28 ª Jornada da II Liga
Árbitro: Hélder Malheiro (AF Lisboa).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Pathé Ciss (42), Evandro Brandão (45+1), Luís Silva (60), Ricardo (68), Feliz (78), Hocko (87), André Clóvis (90) e Jorge Silva (90+6).
Leixões - Famalicão, 2-3.
Ao intervalo: 1-1.Marcadores: Walterson (12 ,59) Erivaldo, (33) Anderson, (55) Evandro Brandão (65).

LEIXÕES: Tony, Jorge Silva, Bura, Pedro Monteiro, Derick, Amine (Filipe Ribeiro, 70), Zé Paulo (Roniel, 85), Luís Silva, Magno (André Clóvis, 62), Erivaldo e Evandro Brandão. Treinador: Jorge Casquilha.

FAMALICÃO: Defendi, Garcia, Ricardo, Rocha, Jorge Miguel, Capela (Hocko, 84), Pathé Ciss, Feliz (Ângelo, 90+1), Walterson, Fabrício e Anderson (Fabinho, 72). Treinador: Carlos Pinto.

Belíssimo espetáculo protagonizado por ambos os conjuntos
Aproveitando a alguma desatenção com que o Leixões começou a partida, o Famalicão abriu o marcador na primeira vez que atirou à baliza, com Walterson (12), sem marcação, a conseguir um arco perfeito no seu remate de fora da área, fazendo a bola entrar junto ao poste esquerdo. Anderson, cujo irmão gémeo, Clóvis, estava no banco do Leixões, surgiu isolado aos 25 minutos, mas o remate do avançado do Famalicão, acabou por passar sobre a barra, numa conclusão seguida no minuto seguinte por outra tentativa de Pathé Ciss que Tony segurou à segunda. Com Zé Paulo como 'motor' da reação, o Leixões mostrou argumentos aos 30 minutos quando na área Jorge Silva cruzou tenso para um desvio na pequena área a que ninguém chegou, acabando a equipa da casa por ter a sorte procurada quando, a metros da linha de baliza, Erivaldo (33) aproveitou um ressalto para fazer o empate.
Na segunda parte, Anderson (55) aproveitou uma iniciativa de Fabrício para, num ressalto, desviar a bola para a baliza, de nada valendo o esforço de Derick, após o que Walterson (59), assistido por Feliz que aproveitou um mau passe em zona proibida de Bura, bisou na partida. Animada, a partida ganhou outro protagonista quando Evandro Brandão (65) correspondeu, de cabeça, a um cruzamento da esquerda de Derick para reduzir e fixar o resultado final.
O Leixões segue no 10.º posto com 35 pontos, a quatro pontos da zona de descida e volta ao estádio do Mar desta vez para defrontar o Mafra clube que tem mais um ponto que os matosinhenses. 

Foto de Duarte Rodrigues 


segunda-feira, 1 de abril de 2019

LEIXÕES EMPATA EM BRAGA (SAD DO LEIXÕES CRITICA SC BRAGA)


Estádio 1º de Maio, em Braga.
27.ª Jornada da 2.ª Liga
Árbitro: André Narciso (AF Setúbal).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Yvan (03 e 90+2), Makouta (30), Crespo (46), Evandro Brandão (68), Bura (78), Inácio (78). Cartão vermelho para Yvan por acumulação de amarelos (90+2).

Sporting de Braga B - Leixões, 1-1.
Ao intervalo: 0-1.  Golos, Zé Paulo, (32`g p). Denisson, (68).

Sporting de Braga B: Tiago Pereira, Casimiro, Bruno Wilson, Inácio, Simão, Yvan, Makouta (Tavares, 57), Crespo, Denisson (Tiago Dias, 80), André Ribeiro e Henry (Pedro Martelo, 57). Treinador: Rui Santos.

Leixões: Tony, Jorge Silva, Pedro Monteiro, Bura, Derick, Oudrhiri, Zé Paulo (Ceitil, 63), Luís Silva, Evandro Brandão, Erivaldo (Câmara, 86) e Roniel (Magno, 73). 
Treinador: Jorge Casquilha.

Mais um ponto para o Leixões, equipa de Matosinhos continua sem vencer fora (o último triunfo foi obtido há mais de seis meses), mas continua relativamente tranquila, ainda que na segunda metade da tabela.

O Leixões entrou melhor e Zé Paulo e Erivaldo criaram perigo (no primeiro e 15.º minutos), mas a melhor ocasião pertenceu a Luís Silva, que, já bem dentro da área, viu Bruno Wilson, com um grande corte, impedi-lo de marcar, aos 21.
O Sporting de Braga B quase não existiu na primeira parte e seria mesmo o Leixões a chegar ao golo, num penálti que castigou uma falta de Makouta sobre Luís Silva, aos 32 minutos. Os minhotos responderam de imediato, com André Ribeiro, após bom passe de Crespo, a desperdiçar na cara de Tony, aos 36.
A segunda parte pertenceu à equipa da casa e, aos 66 minutos, Pedro Martelo desperdiçou grande oportunidade para empatar. Dois minutos depois, contudo, os bracarenses marcaram mesmo, com Denisson a concluir uma boa jogada, que passou pelo cruzamento de Simão e um toque decisivo de Pedro Martelo.

SAD do Leixões critica SC Braga:
A SAD do Leixões emitiu um comunicado a lamentar o facto de o Sp. Braga ter colocado "a bandeira do Leixões a meia haste" no encontro entre a formação do Mar e a equipa B dos arsenalistas, para a 2ª Liga.
A acusação de que os minhotos terão "ignorado completamente o protocolo da Liga" assenta ainda no facto de não terem sido cedidos "os cinco bilhetes a que o Leixões teria direito para o Camarote Presidencial do Estádio 1º Maio.

foto Duarte Rodrigues 


MAIS 3 PONTOS PARA O LEÇA (ISAAC SISSÉ COM 2 ASSISTÊNCIAS E UM GOLO FOI O HOMEM DO JOGO


Estádio do Leça FC em Leça da Palmeira
28ª Jornada do C De Portugal Série B
Árbitro: José Vale (Braga)
LEÇA 3 SP MÊDA 0
Ao intervalo, 2-0 Golos Miguel Lopes (17`) Zé Carlos (21`) Isaac Sissé (55`)

LEÇA: Cristiano, Joel, Mas, Materazzi. Paulo Lopes, Pedro Pinto, Bruno Simões (Marcos 75`), Miguel Lopes (Jair 60`) , Pedro Prazeres, Isaac Sissé e Zé Carlos (Miguel Ângelo 60´). Treinador Domingos Barros

SP MÊDA: Valter, Marco (Cristiano 25`), Edgar, Prata, , Pimenta, Flávinho (Dinis 80`) Elvis, Filipe Diogo Domingues (Bruno Morgado 65`), Bryan e Rui Santos. Treinador Rogério Afonso
Terceira vitória consecutiva alcançada frente ao último classificado.

Foi o SP Meda a criar a primeira oportunidade para abrir o marcador, logo no inicio Diogo Domingues esteve mesmo muito perto de marcar. Mas cedo se esfumou as intenções forasteiras, o Leça chama a si o comando do jogo e com naturalidade marca aos 17 minutos por intermédio de Miguel Lopes (2º golo consecutivo), a superioridade leceira era de tal forma que não espantou a obtenção do 2º golo desta feita por Zé Carlos… Isacc Sissé teve participação nos dois golos leceiros, ambos foram assistidos pelo avançado camaronês.
No segundo tempo os leceiros entram fortes e decididos a acabar com o jogo e aos 55 minutos Isaac Sissé faz o terceiro da partida, o décimo da sua conta pessoal.
Com a vitória no bolso, a equipa do Leça baixa o ritmo de jogo, passando a controlar o adversário e o resultado.
Com esta vitoria os leceiros continuam quatro pontos acima da linha d´água agora mais perto do décimo primeiro (U Madeira) que dista apenas dois pontos 
Próxima Jornada vem co a deslocação A São João da Madeira (AD Sanjoanense)

Foto Leça FC 

segunda-feira, 25 de março de 2019

LEÇA VENCE DE NOVO E RESPIRA CONFIANÇA


Estádio Municipal de Amarante
27.ª jornada da Série B do Campeonato de Portugal de Futebol.
Árbitro João Casegas (AF Viseu).
Cartão vermelho por acumulação Landry (61)
AMARANTE O LEÇA FC 1
Ao intervalo 1-0 golo Miguel Lopes (9)

AMARANTE: Nené, Tiago Silva, Dani, Diogo Vila, Armando (Pedro Nunes, 69), Miguelito, Andrézinho (Muacir, 60), Alex Silva, Piquet (Diogo Pinto, 80), Marquinhos, Luizinho. Treinador Mauro Silva

LEÇA FC : Cristiano, Joel, Max, Materazzi, Paulo Lopes, Landry, Teles (Pedro Pinto, 26), Bruno Simões, Miguel Lopes (Jair, 62), Zé Carlos (Miguel Ângelo, 85) e Isaac Cissé. Treinador Domingos Barros  

O Leça que enfrentava um adversário difícil no seu reduto (7º classificado da prova) não se encolheu, muito pelo contrário e começa o jogo por cima do amarantino.
Jogando com rapidez  nos processos defensivos e ofensivos, explorando a velocidade nas faixas começa a criar dores de cabeça, com cruzamentos perigosos para a área adversária.
Numa das investidas Miguel Lopes concretiza em golo (único da partida) finalizando uma excelente jogada, antes de desferir o remate o jogador leceiro, simula e flete para dentro disparando com êxito. Issac Sissé pouco tempo depois ameaça o segundo da partida. A meio do primeiro tempo, surge um contratempo para a equipa verde e branca, Teles lesiona-se (ele que estava a ser o motor do meio campo leceiro) para ocupa a sua vaga entra o brasileiro Jair
No segundo tempo os homens da casa entram com tudo na procura do golo do empate, mas as suas investidas esbarravam na boa organização defensiva leceira, ate´que ao minuto 61, mais uma contrariedade leceira, esta mais decisiva no encontro, Landry por acumulação é expulso da partida ficando os leceiros a jogar com 10 jogadores os últimos 30 minutos de jogo.
Aproveitando-se desse facto o Amarante tenta o golo encostando o Leça às cordas, que por sua vez ia aguentando como podia e devia, manter as suas redes invioláveis, o que conseguiu até final do encontro.
Uma vitória importante para as contas da tabela classificativa, o Leça sobe assim 4 pontos acima da zona de despromoção, ganhando confiança para o futuro, que é já no próximo domingo frente ao Mêda ultimo classificado da tabela 

Fotos Leça FC  


sábado, 23 de março de 2019

EM DIA FESTA PADROENSE E INFESTA EMPATAM A UMA BOLA


22 de março de 2019 por certo vai ficar marcado na vida do Padroense F. C. instituição que já conta com 97 anos de historia.
Inauguração do sistema de Iluminação artificial que é composta por lâmpadas LED  (sistema a custo reduzido)

O momento solene na noite foi quando a Presidente da Camara Municipal Dra. Luísa Salgueiro, descerrou a placa que assinala tão ilustre momento na vida da instituição, sob o testemunho também, o Dr. Lourenço Pinto, presidente da Ass. Futebol do Porto, Dr. Vasco Pinho vice presidente da ASS. Futebol do Porto, Bernardo Fernandes presidente da União de juntas Senhora da Hora e São Mamede infesta, Pedro Gonçalves presidente da União de juntas Custóias, Leça do Balio e Guifões. Germano Pinho presidente do Padroense FC, como anfitrião contou também com várias entidades do Desporto e da politica concelhia assim como também vários populares e a comunicação social do conselho de Matosinhos: Jornal de Matosinhos, Blog Mitchfoot Futebol Matosinhos, Rádio Cidade Matosinhos, Rádio Matosinhos Online, XRádio.pt, marcaram presença.

O Prato forte da noite foi o encontro referente à 29ª jornada da Divisão D`Elite Serie 1 AFP que opôs a turma da casa frente ao vizinho futebol clube de Infesta.
Sob a arbitragem de Vítor Costa as equipas alinharam da seguinte forma:
PADROENSE: Moreira, Renato, Fábio, Lindolfo, Balito, Ivan, Guilherme  Leitão, Mesquita, Ricardo e Lutchindo.
INFESTA: Miguel, Arnoud, André Ribeiro, Amaral, Vítor Neto, André Moreira, Morgado, tiago Santos, Rui filipe, Ruca e Bessa  
O técnico João Costa proferiu às seguinte alterações no Onze do Paroense: Balito Lutchindo, Mesquita Leitão Ivan (Gorito Lico, Estebainha, Carneiro e Jardel)
Pelo lado do Infesta o técnico Jorge Pinto fez as seguinte alterações: Bessa, Tiago Santos, Ruca, Rui Filipe (João Rodrigues, Zé Gomes, Dani e Vitinha)
Foi um jogo que nem sempre foi bem jogado que teve duas metades distintas, na primeira o Padroense foi superior em todos os aspetos do jogo e viu coroado a sua superioridade com o golo de Riacardo aso 20 minutos.
Na segunda metade o Infesta foi melhor e justificou a igualdade com um golo apontado por Ruca aos 59 minutos.
Padroense FC 1 FC Infesta 1 
Resultado certo em que noite foi de Festa para o Padroense FC e também de festa para ao concelho de Matosinhos. 


quinta-feira, 21 de março de 2019

DOMINGOS BARROS "O importante não é o que as pessoas esperam de nós, mas sim o que os Leceiros esperam"

MITCHFOOT - Olá Domingos, para iniciar a nossa conversa diz-nos quem é o treinador Domingos Barros?

DOMINGOS BARROS - Sou um homem de 37 anos que ambiciona fazer uma carreira de treinador que orgulhe aqueles que me acompanham desde sempre (família, amigos..). Sou completamente apaixonado pelo jogo e pelo fenómeno futebol, cheio de ambição...ambição essa moderada, pois quem é demasiado ambicioso perde o discernimento do que é a realidade envolvente, com a noção que neste momento acabo por ser um treinador amador que tem um emprego exigente mas que gosta de controlar aquilo que pode, tentar controlar todos os fatores intrínsecos da minha equipa, e tentar antecipar, condicionar todos os fatores extrínsecos que possam existir, pois esses nós treinadores não somos capazes de controlar. A partir daí tenho as minhas ideias e a minha filosofia. Gosto que a equipa esteja 100% focada em tudo o que temos que fazer. Tudo o que fazemos dentro de campo é estudado dentro do nosso amadorismo( escassez de tempo), mas gostamos de ter tudo definido e justificado. O trabalho do treinador é muito mais que o treino! É gerir tudo o que está à volta, desde elementos da equipa técnica a jogadores passando por diretores e adeptos e ter a capacidade para olhar e puxar valores. Não é só ao fim de semana ir para o banco. Há coisas que aprendemos e corrigimos diariamente. Hoje em dia o treinador trabalha varias horas por dia, desse modo imagina a dificuldade de quem treina no CNS e tem um emprego exigente como já o disse. Há coisas do dia a dia que tu podes aproveitar para o dia de competição e nós vivemos muito assim. Quero crescer devagar e ter a minha ambição moderada. 

M - O que é que te passou pela cabeça quando foste convidado para ocupar o cargo de treinador? Que seria a tua grande oportunidade,? Achas que este momento é um verdadeiro teste de fogo?

DB - Na altura faltavam 3 jogos para terminar a época 2015/2016, e o mister Nuno Costa saiu para abraçar um projeto como adjunto na 1 liga. Pelo momento em que a equipa estava, admito que tive algum receio, pois já não vencíamos à 8 jogos na Elite, mas passadas algumas horas e depois de falar com algumas pessoas, percebi que era a hora, que poderia ser uma oportunidade única e que tinha que me esforçar, pois, se queria ser um dia treinador de uma equipa profissional, e principalmente fazer historia no clube do coração esta poderia ser a altura certa. O que eu tenho a dizer é que poderei vir a ser ou não um grande treinador. Mas há coisas de que nunca me vão acusar: Falta de profissionalismo, de organização ou de ompromisso com o clube e acima de tudo de Paixao pela causa. A partir daí, as pessoas podem tirar as suas próprias ilações. Desde o princípio que me agarrei aos jogadores fizemos com que os jogadores se agarrassem ao Leça, e principalmente que os adeptos voltassem a sonhar, e só depois de conquistares tudo isto é que tens de ter a capacidade de perceber que são os desfechos semanais que vão construindo aquilo que são os teus números. Hoje tenho uns bons números, 3 épocas como treinador, numa equipa mergulhada numa crise financeira, com um orçamento baixíssimo relativamente aos concorrentes, mas um clube cumpridor, e nestas 3 épocas conseguimos um 4º lugar e um titulo de Campeão da Elite. Tinha um objetivo, e sendo o meu clube de coração, tinha o objetivo pessoal de o levar aos campeonatos nacionais. Ainda tremo ao falar desse momento, pois passados 2 anos, recordar o trajeto de um clube que estava mais perto da divisão de honra do que do CNS, e ver onde estamos hoje é fantástico, e cá estamos nos Nacionais, fruto de competência do dia-à-dia de todos que compõem esta estrutura, e não de um plano e suporte capaz de planear uma subida de divisão. Sabemos que temos muito para aprender, é verdade, mas as coisas foram acontecendo e acredito que estamos no caminho certo. A gestão de carreira faz-se diariamente e não a pensar no futuro. O que importa é que as pessoas acreditem no trabalho desta equipa técnica , porque nós acreditamos que somos as pessoas certas para esta função, apesar de todas as dificuldades que enfrentamos nesta nova realidade. Todos acham que foi precoce, esta subida de divisão, e estruturalmente foi, não podemos negar, mas eu cada vez mais faço uma avaliação semanal não deixando que as coisas se desenrolem, mas eu vivo semana a semana, adversário a adversário com a certeza que no final, continuaremos no caminho do sucesso. 

M -Esta época em que os resultados não estão a ser positivos sentes alguma desconfiança das pessoas, especialmente devido à inexperiência a este nivel?

DB - DSim, claro que sim...é normal e o futebol é resultado. Mas essa desconfiança só me dá ainda mais motivação. A desconfiança que muitas pessoas apresentam existe porque não conhecem a nossa forma de trabalhar. Quem me conhece verdadeiramente, perceberá, que daqui a algum tempo, se as coisas correrem bem ou mal, eu continuarei a ser a mesma pessoa . Eu vou continuar igual a querer ser melhor todos os dias, a acordar com uma paixão enorme pelo que faço, a estar sempre a sorrir e a chegar ao fim do dia exausto mas feliz. As pessoas que andam no futebol têm tendência para não dar tempo, mas quem tem o nosso percurso tem a plena certeza que está preparado para os desafios futuros. Quem sai em busca do conhecimento e da experiência, vai estar preparado para este grande compromisso. E de uma coisa tenho a certeza, o Leça está melhor hoje do que estava há um ano, e temos uma ambição imensa que daqui a 6 meses estará melhor do que hoje , é isso que nos move. 

M -Tens alguma meta de idade para alcançar o profissionalismo?

DB - Não, não tenho nada traçado. Se chegar da forma tão exponencial como até agora, será mais um desafio e vou tentar cumprir. Mas não tenho essa questão de querer tudo já, até porque, como já disse, tenho uma ambição moderada. Hoje trabalho assim, amanhã vou tentar trabalhar melhor e assim sucessivamente. Depois, as pessoas vão, ou não, querer apostar em mim para patamares mais altos, em função dos objetivos cumpridos. Sinto que se tiver que ficar no CNS como amador ou aceitar um projeto de Elite, que irei fazê-lo, se tiver condições que eu considere que sejam de sucesso, onde as pessoas estão envolvidas para o mesmo objetivo. Aí, qualquer projeto credível será analisado. Mas não tenho aquela vontade de chegar o mais depressa possível. 

M -Como vês o jogo? Dás mais importância às individualidades ou ao coletivo?

 DB - O coletivo tem sempre de se superiorizar ao individual, contudo acho que devemos sempre potenciar muito a individualidade porque em competição faz toda a diferença. Temos de perceber e gerir a individualidade dentro do coletivo. A individualidade não pode em momento algum sobrepor-se ao coletivo, mas é um fator determinante dentro do mesmo. E é um pouco dentro disso que nós trabalhamos. Não tenho qualquer tipo de problemas em ter conversas individuais com jogadores, em gerir expetativas individuais ou em permitir ao jogador que ele conheça as suas possibilidades de intervenção na equipa. Porque ele tem que estar a espera do que tu possas dizer ou da forma como vais reagir. Caso contrário, se for surpreendido, pode ter interpretações que tu não queres. Quando tenho que falar, falo sem qualquer problema. Quando tenho que brincar no início de um treino, faço-o sem problema. Mas quando é para trabalhar e focar, é mesmo para isso mesmo. A individualidade faz a diferença, quer seja o central que consegue anular o craque adversário, quer seja o nosso avançado a fazer golo de um momento para o outro. Isso é trabalho! Há que ter a capacidade de perceber a melhor forma de retirar rendimento do jogador, no que pode ou não fazer e que influenciar o jogo. 

M - Geralmente fala-se sempre no todo e não na importância das individualidades. Mas para ti, ambas são importantes no teu jogo. Estrategicamente preparas o jogo com base nessas “armas” do adversário? 

 DB - No plano estratégico do “próximo” jogo vê-mos pontos fortes e fracos do adversário e a partir daí temos uma complexidade de aspetos que olhamos mais do que outros. E isso adquire-se com a experiência e com o contexto onde estamos inseridos. Os números são importantes, mas não definem tudo. Tu podes ter números, mas a qualidade pode fazer mais a diferença. Todos sabemos que mesmo vendo o adversário como um todo, muitas vezes mais do que o coletivo, temos que lidar com pessoas e descobrir o momento em que elas podem decidir. Por exemplo, eu no treino sou mais exigente com o coletivo do que com o individual, mas fico triste e desiludido quando sinto que o jogador A ou B não está a treinar com ambição que pretendemos para o nosso “todo”. Há jogadores que não atingem o sonho porque falham nas coisas básicas do dia-à-dia , falham nas coisas que acham que não têm importância, não se lembram que para o objetivo final, todos os detalhes são fundamentais. Como equipa técnica não somos impulsionadores de treinos longos, preferimos unidades de treino curtas entre os 60 e os 75 em função do dia da semana, de fatores meteorológicos e do que queremos trabalhar naquele dia. 

M -O que é que as pessoas podem esperar do 'teu' Leça nesta reta final? 

 DB - O importante não é o que as pessoas esperam de nós, mas sim o que os Leceiros esperam, e principalmente saber quais são as nossas expectativas internas. As ultimas 2 epocas que o Leça esteve nesta divisão, não conseguiu a manutenção, acabou sempre por descer. Logo o nosso foco e principal objectivo é contrariar essa tendencia, e manter o clube nos nacionais. Tivemos um inicio difícil, péssimo em termos de resultados. Estamos adaptarmo-nos a uma nova realidade, acho que em termos de choque de realidade não subimos um só degrau , mas sim uma escadaria. Quem nos acompanha, quem nos vê jogar sente que a equipa nada fica a dever aos adversários em termos de organização e de sentido coletivo do jogo. Está a faltar sermos mais fortes no individual, tanto eu como treinador, pois tenho que decidir melhor, tenho de me adaptar à realidade, e à soma de pontos, quanto aos jogadores devem pensar com mais objetividade que cada ação deles no jogo é decisiva para o desfecho final, devemos ter a velha máximo não facilitar , zero riscos. O nosso objetivo é tentar sofrer menos golos, se possível não sofrer, queremos estabilizar igualmente a equipa nos jogos em casa. Acredito que vamos começar a manter um registo sólido em termos defensivos, mas, acima de tudo, temos que ter a noção que vivemos de resultados. É bom apresentarmos um bom futebol e uma ideia coerente de jogo, mas o que isso importa se não somas pontos? São eles que vão ditar o nosso caminho. Que a equipa não está bem, sou o primeiro a assumir, agora custa ouvir aquela critica fácil e infundada de quem conhece a nossa realidade as nossas dificuldades e o nível superior em que competimos. Tenho a certeza que vamos chegar ao momento em que a equipa vai estar bem, sendo o mérito de todos mas principalmente dos jogadores, porque são eles que controlam aqueles 90 minutos. É para eles que nós treinadores, posto médico, roupeiros, dirigentes, e adeptos, trabalhamos, para lhes dar as melhores condições. É na adversidade que se vê o homem, e é na derrota que valorizamos as vitórias. 

M -Quais são as tuas maiores referências?

DB - Todos os treinadores que trabalhei desde o meu percurso como jogador até hoje, todos eles me ensinaram algo e guardei sempre algo de cada um. Deixa-me focar o Mister Antonio Pedro, hoje meu adversário, foi o primeiro treinador que me fez ter uma visão diferente do jogo, se calhar se hoje sou treinador, devo-lhe a ele e com a forma que ele me fez ver o jogo. O Nuno Costa, por ser da minha geração e por possuir uma bagagem enorme tanto a nível teórico como pratico, desde a ciência ao jogo e às tomadas de decisão. Friso igualmente o Mister Oscar Nogueira, apaixonado pelo futebol, não só pelo treino/jogo mas tal como eu pelo fenómeno na globalidade, é uma pessoa com um conhecimento enorme e com grandes qualidades humanas. Falando de referencia globais, o Mourinho como não podia deixar de ser e o Vilas Boas pela forma que vê o jogo e pelo seu sentido comunicacional. Treinador estrangeiro, destaco o Guardiola pela irreverência e qualidade de jogo das suas equipas M -Para finalizar como vês o teu futuro? DB - Quero continuar a treinar e a evoluir enquanto homem e treinador. Tenho ambição e o desejo de um dia viver do futebol. Mas neste momento estou como sempre estive e como sempre estarei ,mesmo quando sair daqui continuarei focado no melhor para o Leça e com vontade de servir este clube centenário com o pensamento de fazer mais e melhor. Para finalizar deixar uma palavra de agradecimento aos que me rodeiam, aos meus pais, irmão, avós e restante família, aos meus amigos de sempre pois são eles o meu verdadeiro suporte, onde vou buscar força nos piores momentos e inspiração nos seus sucessos. Agradecer a uma pessoa especial neste processo todo desde o inicio do “Domingos, Mister”, que esteve ao meu lado praticamente desde o momento que abracei o projeto como treinador, e que mais sofreu por eu estar distante e sempre agarrado ao “meu Mundo futebol” ...Obrigado Marisa!!! 
Neste ecossistema, sem serem diretamente referencias ao fenómeno futebol tem que entrar os meus colegas de trabalho na JTM GROUP e os administradores da empresa 🙂 
Obrigado!! Não posso deixar de agradecer a todos os diretores do Leça, principalmente ao F.Monteiro, José Pedro, David, Nora e o presidente José Pinho, obrigado pela confiança depositada no meu trabalho. Ao Dep. medico, Dr. Coutinho, Dr. Hugo Coutinho, o grande Alfredo Morais, Noura e Costinha. Ao Tamata e Marlene pela presença diária e por tudo fazerem, para que nada nos falte 🙂 
Obrigado!! Aos membros da minha equipa técnica, ao campeão Europeu Milic Jovanovic, Pedro Cerqueira, Zé Soares e Pedro Moreira, só vos digo que vamos continuar a escrever historia!! Incluo neste grupo o Miguel Salvador, pela partilha no ano passado pelo conhecimento mutuo que passamos um ao outro, e pelas conversas que ainda mantemos. 
Obrigado amigo!! A todos os jogadores que passaram por mim nestes 2 anos, aos que cá continuam e aos que saíram, sinto que todos cumprimos os objetivos propostos sempre por excesso. Sem a vossa disponibilidade sacrifício e acima de tudo competência nada disto era possível, Vocês são uns heróis!! E no final um agradecimento a todos os Leceiros e a Leça da Plameira , à Brigada Verde e aos adeptos anónimos, pois com o v/ excepcional apoio o sucesso do Leça fica sempre mais perto!! Obrigado

segunda-feira, 18 de março de 2019

LEÇA VENCE E SAI DA ZONA PERIGOSA


Estádio do Leça em Leça da Palmeira
26.ª jornada da Série B do Campeonato de Portugal,
Árbitro: André Neto (AF Vila Real).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Murilo (7), Max (819 e Barros (87)
LEÇA 1 LUSITANO 0
Golo Teles (91)

LEÇA: Cristiano, Joel, Max, Materazzi, Paulo Lopes, Teles, Bruno Simões, Landry (Pedro Pinto, 72), Zé Carlos (Alex, 92), Miguel Lopes (Miguel Angelo, 67) e Isaac Cissé. Treinador Domingos Barros

LUSITANO: Ruca, Baldé, Paulo Oliveira, Calico, Márcio Rocha, Alfaiate (Barros, 70), Mauro Santos (Nuno Rodrigues, 62), Murilo, Kiko, Hélder (Edgar Lopes, 77) e Diogo Braz. Rogério Sousa

Tarde de sol em Leça da Palmeira, em que quem mais brilhou foi a equipa da casa frente a receber o Lusitano Vildemoinhos, um dos candidatos ao Play-off de subida à II Liga
O Leça começa o encontro de uma forma decidida em conquistar os três pontos e dispôs de vários lances de perigo junto da baliza defendida por Ruca, primeiro por Miguel Lopes, a cruzamento de Zé Carlos, que remata para defesa do guardião e logo depois, Isaac após ultrapassar o guarda redes, já sem ângulo, faz o remate mas o defesa desvia a bola em cima da linha de golo.
Com sinal mais da equipa de Domingos Barros, o intervalo chegou sem que o placard se alterasse
No reatamento nova entrada com mais pendor atacante da turma do Leça, mas quem marca sofre, quase se fazia valer esta frase tão falada e escreta nos meandros do futebol, e só não acontece por Cristiano faz a defesa da tarde, de facto esta defesa é digna de figurar nas melhores do campeonato.
Quando tudo se conjugava para que o nulo se mantivesse até ao fim, eis que já em período de descontos dados pelo árbitro, Teles de fora da área, remata seco e faz a bola entrar juntos ao poste direito, para galdiu dos adeptos leceiros que festejar com alegria de ver a equipa conquistar mais três pontos e fugir à zona de despromoção 
Próximo compromisso leceiro é a deslocação a Amarante

Foto Leça FC 


REGRESSO ÀS VITÓRIAS

Estádio do Mar, em Matosinhos.
26ª Jornada da II Liga
Árbitro: Rui Costa (AF Porto).
Ação disciplinar: Cartão amarelo para Bukia (17), Amine (27), Matheus Costa (37 e 85), Luís Silva (50), Fortes (70) e Arteaga (74). Cartão Vermelho por acumulação de cartões amarelos (37 e 85)  para Matheus Costa 
Leixões - Arouca, 1-0.Ao intervalo: 1-0.Golo Evandro Brandão, 23 minutos. 

Leixões: Tony, Jorge Silva, Matheus Costa, Bura, Derick, Amine, Luís Silva, Zé Paulo (Ceitil, 80), Erivaldo (Magno, 79), Roniel (André Clóvis, 62) e Evandro Brandão. 

Treinador: Jorge Casquilha.

Arouca: Stefanovic, Thales Oleques, Pedro Pinto, Victor Massaia, Kiko, Ericson, Bruno Alves (Soares, 84), Breitner (Arteaga, 62), Bukia, Willian (Adilio, 75) e Fortes. Treinador: Quim Machado.


Um golo de Evandro Brandão, na primeira parte, interrompeu este sábado uma série de três derrotas consecutivas do Leixões, que venceu o Arouca por 1-0 em jogo da 26.ª jornada da segunda liga. 

Zé Paulo deu o primeiro sinal de perigo, num remate aos 13 minutos que Stefanovic defendeu para a frente surgindo então Erivaldo a atirar por duas vezes à baliza, correspondendo o guarda-redes com duas intervenções felinas a evitar o golo.
Dez minutos volvidos, e após uma reposição de linha lateral de Jorge Silva para a área visitante, Evandro Brandão recebeu no peito e, com um pontapé de bicicleta, abriu o marcador. 
No regresso dos balneários, a reação do Arouca provocou algumas ameaças, mas foi a equipa da casa quem criou perigo, primeiro num contra-ataque finalizado pelo remate de Erivaldo (57), antes de Bura (64) tentar um golo olímpico, num remate de 60 metros, desviado para canto por Stefanovic.
Na outra baliza, outras duas grandes defesas de Tony (72 e 78) negaram o empate a Fortes e a Arteaga, num final de partida marcado pela polémica, com Matheus Costa a ver o segundo cartão amarelo (85).
No lance seguinte a equipa visitante reclamou grande penalidade, no lance em que Tony evitou o empate a remate de Arteaga. 

Foto Duarte Rodrigues 


quarta-feira, 13 de março de 2019

JORGE SILVA (LEIXÕES) É O MELHOR JOVEM DE FEVEREIRO DA SEGUNDA LIGA



Na Segunda Liga, Jorge Silva foi eleito o Melhor Jogador Jovem do mês de fevereiro. 
O lateral direito conquistou 14,73% da preferência dos votantes, seguido por Sérgio Ribeiro (Oliveirense), que somou 14,64%, e Romário Baró (FC Porto B), com 10,99%.

O Melhor Jogador Jovem do mês das ligas profissionais é eleito através da votação levada a cabo no site do Sindicato dos Jogadores, das notas atribuídas pelos três diários desportivos (A Bola, O Jogo e Record) e das escolhas de uma comissão formada pelos ex-jogadores Anselmo, João Oliveira Pinto, João Paulo, José Carlos, Ranque Franque, Rebelo e Tozé.
São elegíveis todos os jogadores de nacionalidade portuguesa, nascidos depois de 1 de janeiro de 1995.

Os prémios serão entregues pelo Sindicato dos Jogadores, em datas a definir.

segunda-feira, 11 de março de 2019

LEÇA PERDE MAS MANTÉN-SE FOCADO EM FUGIR À DESPROMOÇÃO


Estádio de São Miguel (Gondomar)
25.ª Jornada do Campeonato de Portugal Série B
Árbitro: João Pereira (Porto)
GONDOMAR 1 LEÇA 0
Ao intervalo, 0-0, golo Óscar Rojas (49)

Gondomar: Ricardo, Mica, Zé Pedro, Rui Filipe, Huguinho, Digo Silva, Vieirinha (Ari 85), Micolli, Serginho (Xoura 72), Óscar Rojas (Francisco Sousa 61) Aldoulaye. Treinador Albino Rocha.

Leça: Gustavo, Joel, Materazzi, Max, Paulo Lopes, Miguel Ângelo (Landry 86), Pedro Pinto Bruno Simões, Pedro Prazeres (Miguel Lopes 66), Isaac  Sissé e Teles . Treinado Domingos Barros

Num estádio de boas recordações para a equipa Leceira, (foi nele que o Leça se sagrou campeão da divisão d´elite a época passada) a equipa de domingos Barros averbou a sua 13ª derrota na competição. Um golo solitário mantém o Leça abaixo da linha d´água a apenas dois pontos da sua saída.
O  Líder Gondomar começou melhor, criou várias oportunidades mas Gustavo guarda redes leceiro que se estreou, esteve em grande ao manter as suas redes invioláveis.
O intervalo chegou com um nulo, no reatamento o Gondomar entra mais forte e chega ao golo aos 49 minutos através de Óscar Rojas . O Leça equilibra o encontro e bem tentou chegar ao tento da igualdade, mas as suas investidas não deu o resultado que ambicionavam.
Próximo compromisso os Leceiros recebem em Leça da Palmeira o Lusitano FCV, mais um adversário que espreita a subida de divisão

Foto Leça FC 

GOLO SOLITÁRIO VALEU DERROTA AO LEIXÕES


Estádio Dr. Jorge Sampaio, em Vila Nova de Gaia.
25.ª Jornada da II Liga
Árbitro: Iancu Vasilica (AF Vila Real).
FC Porto B - Leixões, 1-0.
Ao intervalo: 0-0.Golo, João Pedro, 74 minutos.

FC Porto B: Diogo Costa, João Pedro, Diogo Queirós, Diogo Leite, Oleg, Madi, Luizão, Rui Pires, Bruno Costa (Romário, 16), Gleison (Musa Yahaya, 90) e Marius (Rui Costa, 62). Treinador: Rui Barros.

Leixões: Tony, Jorge Silva, Matheus Costa, Burra, Stéphane (Poloni, 84), Amine (Zé Paulo, 76), Ceitil, Luís Silva, Magno (Roniel, 64), André Clóvis e Evandro.Treinador: Jorge Casquilha.

O Leixões perdeu  este sábado na deslocação a Pedroso frente ao FC Porto B , por 1-0, graças a um golo solitário de João Pedro, aos 74 minutos, numa partida equilibrada e com poucas oportunidades.
Com este resultado, o Leixões não larga o 11.º posto, que não é totalmente seguro, pois está a quatro pontos da zona de despromoção.
Numa primeira parte muito equilibrada e com poucas oportunidades, foi o FC Porto B que criou o lance de maior perigo, numa altura em que faltava pouco mais de um minuto para o intervalo. Após um contra-ataque dos 'dragões', João Pedro cruzou para a área, sobrando a jogada para Madi, que rematou para fora, com a bola ainda a bater no poste.
No segundo tempo, manteve-se o equilíbrio, mas o Leixões entrou melhor e conseguiu criar mais perigo junto da baliza de Diogo Costa.
Aos 68 minutos, após um cruzamento de Jorge Silva, Roniel cabeceou por cima, perdendo uma boa oportunidade para colocar a equipa de Matosinhos na frente do marcador.
Com o decorrer do jogo, os 'dragões' foram-se organizando e o golo acabou por surgir aos 74 minutos, por intermédio de João Pedro que, à entrada da área leixonense, rematou para dentro da baliza de Tony.
O FC Porto B conseguiu gerir da melhor forma o resultado até ao final, não permitindo que o Leixões recuperasse da desvantagem.

LEIXÕES SC EQUIPAS DE SONHO

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LEÇA FC EQUIPAS QUE FIZERAM HISTÓRIA

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FC INFESTA GRANDES EQUIPAS

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PADROENSE FC EQUIPA QUE SUBIU Á II NACIONAL

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SC SENHORA DA HORA EQUIPAS

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CUSTÓIAS FC AS SUAS EQUIPAS

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UD LAVRENSE A MELHOR EQUIPA

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FC PERAFITA AS SUAS EQUIPAS

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D LEÇA DO BALIO

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OS LUSITANOS SCFC

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